19/11/2018 - 17:40

Carro de advogada arrombado dentro do Jockey

Fernanda Capanema: advogada tem carro arrombado dentro de estacionamento no Jockey, na Gávea /Fotos: Reprodução

A advogada Fernanda Capanema deixou a bolsa no seu Sportage (Kia), no estacionamento do Jockey, na noite do último sábado (17/11), para assistir a um show no Manouche, uma das casas que fazem parte do complexo formado ainda pelos restaurantes Rubaiyat, Maguge e Camolese e pela casa de show EXC. Ali estão ainda as galerias de arte Carpintaria e Studio OM.art, fechadas naquele momento. Na volta, seu carro estava arrombado, sem nada: talão de cheques e documentos foram levados. Mesmo sendo madrugada, a advogada chamou os seguranças e a polícia como testemunhas. No dia seguinte, esse domingo (18/11), registrou Boletim de Ocorrência (015-02361/2018), na 15ª DP, na Gávea.

Fernanda está revoltada: “Nunca imaginei que estacionaria o carro dentro do Jockey e correria o risco de ser assaltada”, diz ela. Na delegacia ficou sabendo que vem a ser o quarto caso semelhante a acontecer ali, recentemente. “Os ladrões cariocas são bem informados e estão sabendo que o novo polo gastronômico está fazendo sucesso”, disse um frequentador. O assunto merece toda a atenção do Jockey Club por ser um dos poucos lugares do Rio onde as pessoas se sentem seguras. Sim, ali tem câmera. Procurado, o presidente do Jockey, Luiz Alfredo Taunay, está em viagem ao exterior, mas promete averiguar os fatos ainda esta semana. 

Enviado por: Lu Lacerda
19/11/2018 - 16:50

Teresa Cristina faz show com repertório de compositores negros

Teresa Cristina: sambista sobe ao palco ao lado das meninas do Samba que Elas Querem em show pelo Dia da Consciência Negra /Foto: Divulgação

Em homenagem ao Dia da Consciência Negra, nesta terça-feira (20/11), Teresa Cristina sobe ao palco do Teatro Riachuelo Rio acompanhada do grupo Samba Que Elas Querem (formado por oito mulheres), com o show “Um sorriso negro”, cantando um repertório somente de compositores negros. “A mulher precisa resgatar o protagonismo e deixar esse posto de coadjuvante entregue pela história. O meu encontro com elas (Samba Que Elas Querem) aconteceu muito naturalmente. Vai ser lindo!”, diz a cantora, que assina a direção musical. No repertório, clássicos do samba, como Dona Ivone Lara, Lecy Brandão, Jovelina Pérola Negra, Wilson Moreira, Candeia, Cartola etc. “A história do negro no Brasil se mistura com a história do samba, e eu tentei traduzir essa constatação no repertório escolhido” explica a sambista. 

Enviado por: Redação
19/11/2018 - 15:50

The Week: boate leva “Carioca White Carnival” para Paris

The Week: boate gay vai levar festa carioca para Paris /Foto: Reprodução

A The Week, a boate LGBTQI+ de André Almada, vai fazer a edição “Carioca White Carnival” na YOYO, no Palais de Tokyo, o grande centro de arte contemporânea de Paris, dia 24 de novembro. Já tem “bee” no Rio e de outros cantos do País preparando as malas há alguns meses para o evento – e nem precisaria. Mesmo com o frio na cidade francesa – deve fazer oito graus no dia da festa – o calor humano dos brasileiros é tanto, que só uma sunga, calça ou tapa-sexo branco já serviria. No som, o residente da boate, Leandro Becker, além de Thiago Oliveira. “Prepare-se para festejar nos ritmos selvagens do Brasil”, diz o convite. A propósito, a boate vai fazer uma espécie de maratona gay no Rio de 29 de dezembro a 1º de janeiro, mas só uma das festas será na própria The Week, na Gamboa, o restante será em lugares como a Cidade do Samba e o Armazém 6, no Píer Mauá.

Enviado por: Redação
19/11/2018 - 14:13

Carlos Ghosn (Nissan): prisão de brasileiro tem percussão na Europa

Carlos Ghosn: prisão de brasileiro tem grande repercussão na Europa /Foto: Reprodução

Na Europa, é grande a repercussão da prisão do presidente do Conselho de Administração da Nissan, Carlos Ghosn, nesta segunda-feira (19/11), no  Japão. Em Paris, é assunto de todas as TVs sem parar (já que o executivo é cidadão francês); segundo a imprensa local, por sonegação de impostos. A Nissan divulgou nota afirmando que ele “declarou durante anos renda inferior ao valor real”.  O brasileiro, de Porto Velho (RO), foi presidente da montadora japonesa entre 2001 e 2017; deixou o posto ano passado, para cuidar das parcerias com Renault e Mitsubishi. Apesar disso, permaneceu como presidente do conselho na Nissan. Ghosn sempre foi um nome de elevado conceito; além de  ser CEO num cargo desses, tirou a Nissan da beira da falência. 

Enviado por: Lu Lacerda
19/11/2018 - 13:20

Dia da Consciência Negra: ONG leva 600 crianças ao cinema

“Dúdú e o lápis cor da pele”: IONG Favela Mundo vai exibir o filme na Rocinha e Cidade de Deus pelo Dia da Consciência Negra /Foto: Reprodução

Em comemoração ao Dia da Consciência Negra, a ONG Favela Mundo vai levar mais de 600 crianças para assistirem ao filme “Dúdú e o Lápis Cor da Pele”, de Miguel Rodrigues, na Biblioteca Parque da Rocinha e na Escola Edi Senhora Perciliana Pereira de Alvarenga, na Cidade de Deus, nesta quinta-feira (22/11). Na trama a história de um menino negro que, ao colorir um desenho da própria família, encontra um dilema: a professora manda usar lápis da cor da pele, mas ele fica sem entender o motivo da referência ao bege, já que a família é de outra cor. “A maioria das crianças negras não se sente representada na mídia, em brincadeiras ou em jogos. Queremos mostrar que não existe uma cor de pele certa, todos são únicos e especiais e precisam se sentir representados”, diz Marcelo Andriotti, fundador da ONG. 

Enviado por: Redação
19/11/2018 - 12:00

Tony Nogueira: agenda de shows cheia

Renan Constant, Luiz Fernando Coutinho, Tony Nogueira e Angie Diniz /Foto: Eny Miranda

Narcisa Tamborindeguy e Guilherme Caio /Foto: Eny Miranda

Paulo Müller e Miriam Gagliardi /Foto: Eny Miranda

Francis Bogossian e Hildegard Angel /Foto: Eny Miranda

Caio Menck e Uiliana Lima /Foto: Eny Miranda

Desde que estrelou o musical “Relaxa que é sexo”, de Wolf Maya, no início do ano, a agenda de Tony Nogueira vive cheia. Nesse fim de semana, o músico de Ribeirão Preto estreou o show “Olhar de Mangá”, no J Club, na Casa Julieta de Serpa, no Flamengo, com direção musical de Luís Filipe de Lima e direção geral de Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho. Com apenas 21 anos, ele compôs a primeira música aos 14 e já tem mais de 20 letras prontas. 

Enviado por: Redação
18/11/2018 - 14:00

Sete perguntas para Sandro Barros (moda, elegância, estilo, Rio)

É sugestão pra noite, sugestão pro dia, sugestão pra hora que for… Certamente, Sandro Barros tem uma pra você. Até aqui, pra isso, era preciso pegar a ponte aérea pra São Paulo, mas, desde a última semana, o estilista tem um ponto de vendas no Rio: na Ka Store, de Karina Sterenberg, em Ipanema. Pelo número de clientes, Sandro pode se sentir acolhido na cidade, como é em tantas outras capitais do Brasil. Mas o meu, o seu, o nosso Rio passando pelo problema que for, um nome nacional, precisa mesmo de um porto carioca “pelo que a cidade representa”, diz Sandro. Se é para uma experiência mais ampla, moda-festa-alta-produção ou um vestido de casamento por exemplo, nessa situação, é sempre melhor uma ida ao atelier; porém, se for para a última coleção “Resort 2019” (com kaftans, calças saruel, chemises e biquínis em estampas étnicas), está bem à mão. Leia sua entrevista: 

1
Você sempre quis ter um ponto de vendas no Rio? Por quê?  

Sempre, desde o início da minha carreira. Tenho muitas clientes cariocas e quero que elas tenham mais acesso às coleções. Além disso, ter um ponto no Rio é um marco na história de qualquer estilista por tudo o que essa cidade representa mundialmente.   

2
Suas escolhas para o Rio tem o que em comum com as de SP? Aponte algumas diferenças, estilos, preferências, do jeito de vestir entre cariocas e paulistas!  

O estilo da carioca é muito difícil de decifrar. Ela tem muita personalidade desde sempre, conhece o próprio corpo e estilo, não se preocupa em estar na moda, seu guarda-roupa é atemporal. E tem um borogodó que, somado à elegância, faz dela uma mulher do mundo. O jeito de se vestir da carioca e da paulista são muito diferentes; até a maneira de usar o mesmo look fica diferente. Precisa ter muita experiência e comer muito arroz e feijão para cair no gosto da carioca e ser aceito e respeitado no Rio.  

3
Quais suas expectativas?  

As melhores possíveis. Se eu conseguir manter um ponto de venda no Rio e obter um bom resultado econômico, será um sonho realizado.   

4
Em que mais as cariocas erram e acertam?  

As cariocas acertam em comprar peças que respeitam seu estilo e que sejam eternas. Erram em não me visitar em São Paulo, para terem a experiência da alta-costura e fazerem enxovais sob medida.  

5
Existe algo inadmissível na moda?  

A cópia e a falsificação. 

6
O que é elegância pra você?  

Somar gentileza, boas maneiras, uma dose de humor e se fazer ouvir mesmo sussurrando. Elegância e estar bem vestido são coisas extremamente diferentes.  

7
A mentalidade do consumo está mudando muito, tanto para tecidos sustentáveis, reaproveitamento de materiais, reciclagem etc. até o consumo consciente. Isso é bom ou ruim para a alta-costura?  

Posso parecer antiquado, mas não acho que essa moda do sustentável tenha algo a ver com a alta-costura. O exclusivo, o sob medida, o uso de materiais nobres, a técnica do feitio à mão, isso não combina com reciclável. Até mesmo porque uma peça de alta-costura é guardada e passada para gerações como uma joia, pois tem muita história e valor agregado.  

Enviado por: Lu Lacerda
18/11/2018 - 13:00

A história de Malala no teatro

O casal Alexandre Nero e Karen Brusttolin com o filho Noa /Foto: Cristina Granato

Guel Arraes com os filhos, Alice, João e Luisa Arraes /Foto: Cristina Granato

Miriam e João Cavalcanti com os filhos Luna e Tom /Foto: Cristina Granato

Flavia Monteiro e Sofia /Foto: Cristina Granato

Energia nas alturas, como acontece onde tem muita criança, no teatro Oi Casa Grande lotado na pré-estreia de “Malala, a menina que queria ir para a escola”, primeira adaptação teatral do livro-reportagem da escritora e jornalista Adriana Carranca, nesse sábado (17/11), sobre a infância da jovem ativista paquistanesa Malala Yousafzai, de 21 anos, é um dos grandes nomes da luta pelos direitos das mulheres – pessoa mais jovem a ganhar o Prêmio Nobel da Paz.

A ideia de levar a vida de Malala aos palcos foi da atriz Tatiana Quadros, com direção de Renato Carrera, adaptação de Rafael Souza-Ribeiro e canções originais de Adriana Calcanhotto. A realidade de uma criança paquistanesa parece não ter nada a ver com a de uma carioca, mas várias semelhanças vão sendo encontradas. “Ficou claro para mim que esta era uma história inspiradora para os pequenos, por Malala ser apenas uma menina, uma jovem de uma zona tribal que acreditou nos seus sonhos. Percebi a relação entre Rio e Paquistão porque as crianças convivem com balas perdidas lá e não são diferentes das daqui”, diz Adriana Carranca. 

Enviado por: Redação
17/11/2018 - 13:40

Cristina Oldemburg: festa literária em Petrópolis

Cristina Oldemburg: produtora da FLISI vai inaugurar três bibliotecas em escolas municipais em Petrópolis /Foto: Marco Rodrigues

Se você ama Petrópolis e literatura (traços mais do que comuns na mesma pessoa), tem programa nos próximos dias 21, 22 e 23 de novembro: a FLISI 2018, o maior evento de literatura da cidade, no Museu Imperial e na Casa da Educação de Visconde de Mauá, com entrada franca. Sob o tema “Palavra Encantada: Nossa Língua, Nosso Canto”, a terceira edição da Festa Literária da Serra Imperial vai receber mais de 40 convidados, entre eles, o imortal Antônio Torres, que vai falar do “Tom das Palavras”; os escritores Marcelo Moutinho e Geovani Martins, debatendo a ficção e a realidade na literatura contemporânea; o escritor Jessé Andarilho e a filósofa Lara Sayão, a literatura marginal; o jornalista Mário Luis Gangeia, contando sobre a transição democrática através da música de Renato Russo e Cazuza etc. E, ainda, exposições, saraus, oficinas e lançamentos de livros. Nesses dias, a produtora da FLISI, Cristina Oldemburg, vai inaugurar três bibliotecas em escolas municipais da região. As inscrições podem ser feitas por aqui.

Enviado por: Redação
17/11/2018 - 12:00

De Próprio Punho, por Luis Erlanger: “Morar fora não é viver no paraíso”

“Quando comecei a escrever meu novo livro, há uns dois anos, não passava pela minha cabeça que estaria hoje redigindo este texto em Lisboa. No romance “Cinza, Carvão, Fumaça e Quatro Pedras de Gelo” (da Globo Livros), a ser lançado nos próximos dias, o protagonista tem oportunidade de reescrever a sua vida, refazê-la da maneira mais radical, só em busca do prazer e protegido pelo anonimato. O que acontece, espero, é que desperte a curiosidade do leitor.

A ideia de morar fora do Brasil sempre mexia comigo. Mudar nunca foi problema para mim: residi duas vezes, por motivo profissional, em Brasília. Ir para o Distrito Federal, na década de 80, era quase como trocar de país. Na minha produtora, além de consultorias, estou me dedicando mais a escrever ficção (livros, teatro e audiovisual). Tenho projetos em andamento no Brasil e estou avaliando possibilidades em Portugal. Minha mulher é sócia e diretora de uma bem-sucedida creche-escola em Botafogo (Bom Tempo), que continua administrando à distância – uma operação viável graças à Internet.

Nossa motivação para deixar o País não foi busca de trabalho. A lista de justificativas para vir para Portugal é longa –  vai desde a segurança, passando pela qualidade de vida a um custo bem inferior, o bom funcionamento dos serviços públicos e a proximidade com cidades europeias que são atrativos permanentes. Portugal é um país lindo, com uma vida cultural exuberante e um povo gentil. O que foi decisivo foi o futuro dos meus filhos trigêmeos adolescentes. Vieram para uma escola internacional que vai assegurar-lhes uma formação acadêmica de excelência, que abrirá porta para uma vida profissional exitosa em qualquer lugar do mundo, inclusive o Brasil.

Não vou falar mal da minha terra, mas me confesso aliviado por não ter podido votar nessas eleições. Fiquei chocado com o nível de beligerância que marcou o confronto que dividiu o País, num clima de agressão que afastou amigos e parentes. O Brasil não é o inferno, e morar fora não é viver no paraíso. Em pouco tempo, já temos muita saudade da nossa gente. Eu, em especial, das minhas filhas adultas. Felizmente, com o lançamento do romance, já vou revê-las. Enfim, a gente vai tentando administrar a realidade, e surgem capítulos que parecem de ficção. Assim como o protagonista do meu livro, cá estou reescrevendo mais um capítulo da minha vida, torcendo para que todos vivam felizes para sempre.”

Luis Erlanger é jornalista e escritor. Seu livro “Cinza, Carvão, Fumaça e Quatro Pedras de Gelo” será lançado no próximo dia 26/11, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon.

Foto de Leo Aversa/Divulgação

Enviado por: Redação
16/11/2018 - 20:00

Programe-se: agenda para o fim de semana

Estamos confusas. Esta semana, quarta foi sexta, quinta foi feriado e sexta é sexta mesmo?

Tá entediado, deprimido, de saco cheio, revoltado com nada? Faça como a Lady Gaga (brilhando nos cinemas com “Nasce uma estrela” ao lado de um dos homens mais lindos do mundo, Bradley Cooper): a cantora levou presentes a desabrigados na Califórnia, sofrendo com o incêndio. Ajude alguém de maneira anônima e sinta-se bem, além do fim de semana.   

Falando em cinema, é preciso lembrar a estreia de “O grande circo místico”, de Cacá Diegues: quem já viu diz que nunca vai esquecer! 

Você quer mais detalhes da vida do ex-governador mais falado do Rio? Acaba de ser lançado “Sérgio Cabral – o homem que queria ser rei”, de Hudson Corrêa (editora Primeira Pessoa). Leitura diurna, para não perder o sono.

Que mulher, em algum dia, não se sente incomível, principalmente depois de um fora do namorado-namorada? Qual? Uma boa saída, digamos assim, pode ser ligada à vaidade, depois de sacar uma lupa em frente ao espelho, achar-se linda e ter certeza que o outro é que é louco; outra é ir a umas comprinhas, aproveitando que, até terça, os shoppings podem estar vazios com o feriadão. 

Por falar em livros, o presidente eleito Jair Bolsonaro pode até pensar em abrir uma biblioteca de um livro só. Fazendo as contas, ele foi ao encontro de Michel Temer e ganhou um exemplar da Constituição Federal; foi ao Congresso, ganhou outro; encontrou-se com o ministro Dias Toffoli, presidente do STF, que mostrou o livro, indicando que o novo mandatário deve seguir as páginas da CF; Rosa Weber, a presidente do Tribunal Superior Eleitora, também o presenteou com a leitura em recente encontro. Que tal? 

Eita! O Morro da Urca vai tremer neste sábado (17/11), a partir das 21h, com a segunda edição do “#MECAUrca”. Vai ser até difícil enumerar as atrações: Elza Soares, o britânico Dan Shake e seu funk marcante, o jovem cantor paraense Jaloo, a cantora e artista multimídia Lia Paris, a festa feminista e performática Transpira, idealizada pelas atrizes Amanda Grimaldi e Camilla Molica;  o cantor Qinho e seus sucessos regravados de Marina Lima, além de DJs e muitas surpresinhas. Capricha no Engov porque vai até as 5h.

Festa dupla no MAM carioca: um ano do Candybloco e os iluminados do bloco Minha Luz é de Led – e ainda nem é carnaval -, neste sábado (17/11), a partir de 19h. 

Já estamos em meados de novembro, mas o Halloween ainda é tema de festa: “E eu que era Emo?” convida para uma noitada à fantasia, no Teatro Odisseia, no Centro, com muito emo, pop punk, hardcore e outras nostalgias no som: “Para usar franja, não parar de bater e sua fantasia não ficar no lugar”, diz o convite. Decoração temática, pirulito, adesivo, concurso de melhor fantasia e shots de catuaba. “Fez Enem este ano? Como você estudou muito, leve o comprovante do concurso e pague R$ 20 a noite toda”. 

Os “oitentistas” vão pirar: em dois shows completos na mesma noite, Blitz interpreta músicas do álbum “As aventuras da Blitz 2”, enquanto a banda Biquini Cavadão relembra sucessos como “Vento ventania”, “Quando eu te encontrar”, “Tédio” e “Quando um rio beija o mar”, neste sábado (17/11), na Ribalta, na Barra.  

Mas tem jazz também na voz de Lilian Valeska cantando sucessos da diva Billie Holiday, neste sábado (17/11), no Blue Note, na Lagoa, a partir das 22h30.

E também nessa pegada, o saxofonista Raul Mascarenhas se junta ao grupo Conexão Rio para um delicioso mix das músicas brasileira, americana e francesa, no clube Manouche, na Casa Camolese, neste sábado (17/11), às 21h. Participação especial de Marcelo Costa na bateria, músico  que acompanhou Caetano Veloso, Lulu Santos e Maria Betânia e atualmente em turnê com “Os tribalistas”, além de André Cechinel (piano), Fernando Barroso (baixo) e Fernando Clark (guitarra).

A Orquestra Tabajara, regida por Francisco Araújo, convida a cantora Zezé Motta para um show dançante no Teatro Rival Petrobras, neste sábado (17/11), às 19h30. 

“Mulheres na coleção MAR” – o nome da mostra já é pura poesia: são trabalhos de 150 mulheres brasileiras e estrangeiras, entre elas Tarsila do Amaral, Tomie Ohtake, Beatriz Milhazes, Güler Ates, Marie Nivouliès de Pierrefort, Abigail de Andrade e Louise Borgeois, no Museu de Arte do Rio, na Praça Mauá, com abertura nesta sexta-feira (16/11). A curadoria foi feita de maneira colaborativa, com a participação de 30 mulheres que trabalham no museu, como seguranças, recepcionistas, produtoras, auxiliares administrativas e advogadas.

O Instituto Moreira Salles, na Gávea, está com duas mostras para quem ama fotografia: “Letizia Battaglia: Palermo”, com 60 imagens; e “Seydou Keïta: A exposição”, com 130 imagens do fotógrafo maliano feitas entre 1948 e 1962.

Um espetáculo diferente, o “Art & Quartet” leva 25 bailarinos do Theatro Municipal ao palco para interpretar coreografias embaladas por Shostakovich, Villa-Lobos e um pout-pourri com músicas de Led Zeppelin, Eagles e Guns N’ Roses , tocadas pelo Quarteto Atlas, no Municipal, sábado e domingo (17 e 18/11), às 19h30 e às 11h30, respectivamente.

Em homenagem ao escritor português José Saramago, que faria 96 anos nesta sexta-feira (16/11): “O que as vitórias têm de mau é que não são definitivas. O que as derrotas têm de bom é que também não são definitivas” ou “A única maneira de liquidar o dragão é cortar-lhe a cabeça, aparar-lhe as unhas não serve de nada” ou “A literatura não muda o mundo, mas cada vez mais estou tendo razões para acreditar que a vida de uma pessoa pode ser transformada por um simples livro”. 

Ilustração: Edgar Moura

Enviado por: Lu Lacerda
16/11/2018 - 19:00

Claudia Melli: que “Revoada” é essa?

Claudia Melli: artista plástica leva 90 desenhos em nanquim sobre vidro para a Galeria Anita Schwartz, na Gávea, na mostra “Revoada”, a partir da próxima quinta-feira (22/11) /Foto: Tomas Rangel

Claudia Melli vai levar 90 desenhos em nanquim sobre vidro, para a Galeria Anita Schwartz, na Gávea, na mostra “Revoada”, a partir da próxima quinta-feira (22/11). Os novos trabalhos da artista plástica são inspirados na passagem do tempo e nos ciclos da natureza – a andorinha do ártico é a personagem principal. A ave é conhecida por fazer a maior migração entre todas as espécies de pássaros, ao sair da costa Ártica no fim do verão para a costa Antártica, onde passa o inverno para se alimentar, retornando na primavera. “O voo dessas aves numa mesma direção é a representação dos ciclos naturais que se repetem perfeitamente, a passagem das estações, o movimento das marés, o dia e a noite e a nossa respiração”, explica Melli.

Casada com o fotógrafo João de Orleans e Bragança, Claudia diz que seu trabalho sempre foi muito influenciado pela fotografia, e as trocas com o marido são constantes (como você vê, além de cama e mesa – rsrsrs): “Conversamos muito, quase nunca concordamos, mas é sempre enriquecedor o exercício de defender o seu ponto de vista e, às vezes, descobrir que o olhar do outro foi mais longe que o seu”. A artista também vai levar a instalação “Lugar de abrigo” para a “Monumental 2018 – A arte delas”, evento com curadoria de Marc Poltier, que ocupa os espaços ao ar livre da Marina da Glória, a partir de 26 de novembro. São três balanços pendurados em estrutura de ferro e correntes com assentos de madeira, que vão ficar em uma estrutura flutuante, na Baía de Guanabara.

Enviado por: Redação
16/11/2018 - 18:00

Marielle Franco: mãe da vereadora é personagem de série

Marielle Franco: vereadora assassinada no Rio é um dos temas da série “Sob Trançantes”, do Canal Futura /Foto: Reprodução

Marinete da Silva, mãe de Marielle Franco, vereadora assassinada no Rio, em março (crime até agora sem solução), é a personagem do primeiro episódio da série “Sob Traçantes”, do Canal Futura, a ser lançado na próxima terça-feira (20/11), no LapaCine. Ela vai estar assistindo com a plateia. Na tela, a vida de moradores de favelas e periferias contando como superam a violência. A série, produzida pela Jabuti Filmes, tem 13 episódios de 15 minutos, retratando o dia a dia de personagens cuja vida é ou foi atingida pela violência. Nos próximos episódios, também estão Luís Penca, ex-assaltante que se tornou cuidador de idosos; Júlio Barroso, o Julinho da Glória, que foi preso injustamente e condenado a 12 anos de prisão, cumpriu oito e hoje é produtor cultural; Renato Ferreira (Topetão), nascido em Vigário Geral, que, aos 14, era drogado, revoltado e armado, mas conseguiu mudar de vida, formou-se em palhaço e hoje produz espetáculos no Brasil e Europa. E assim vai… 

Enviado por: Redação
16/11/2018 - 16:00

Parque Lage: essas festas não deveriam sair de cena

Ney Matogrosso e Fabio Szwarcwald: mais uma noite beneficente no Parque Lage com ótima música e jantar de Pedro Artagão /Foto: Diana Sandes

As festas beneficentes do Parque Lage não deveriam nunca sair de cena – têm sido ótimas: cenário lindo, gente bacana, um clima assim quando-vai-ser-a-próxima? A próxima é na quarta-feira (21/11), com outro show de Ney Matogrosso, como aconteceu no encerramento da exposição “Queermuseu”. O diretor Fábio Szwarcwald quer dinheiro para a Escola de Artes Visuais. A renda com os ingressos (R$ 1.500 por pessoa) vai ser investida em debates,  seminários, melhoria nas salas de aula e, ainda, em bolsas de estudo para estudantes de baixa renda. Durante o evento, Fábio vai mostrar as conquistas deste ano, que foram muitas, mas ele precisa ser breve, ou fica com cara de Pessoa Jurídica – festa é festa. E o próximo capítulo é o jantar do Pedro Artagão; sem erros, portanto! Esse Ney é bem solidário – canta sem cachê! 

Enviado por: Lu Lacerda
16/11/2018 - 14:20

Edifício Lellis, em Copa: a “marcação” da discórdia

O Edifício Lellis, o mais antigo de Copacabana, conseguiu da Prefeitura o direito de duas vagas em frente à portaria para “embarque e desembarque” de passageiros. Vizinhos da redondeza acreditam que a vaga cativa é do Jaguar da terceira imagem acima /Fotos: Reprodução redes sociais

Os moradores de Copacabana ficaram intrigados com uma nova marcação no asfalto em frente ao Edifício Lellis, na Barão de Ipanema, desde essa quinta-feira (15/11), onde está escrito “embarque e desembarque” com cones reservando as vagas. É que o condomínio do prédio conseguiu da Prefeitura o direito a duas vagas exclusivas. “Moradores ou visitantes que vem com frequência agora têm vagas exclusivas para embarque e desembarque. Como nosso edifício tem muitos moradores idosos e com deficiência, além do alto fluxo de visitantes com estas características, conseguimos este espaço para facilitar entregas, visitas e mesmo a aproximação de táxis, assim como um ponto de espera para carros com chofer. Agradecimentos às autoridades municipais”, diz o texto publicado no Facebook do Lellis, o mais antigo da Avenida Atlântica, construído em 1928, com apenas 18 apartamentos.

Mas mesmo assim, alguns moradores da redondeza estão inconformados, já que frequentemente postam fotos de um Jaguar ocupando o espaço. Segundo um dos porteiros, que não quis se identificar, o carro fica parado sempre com o pisca-alerta ligado e com o motorista à espera de um dos moradores. E também tem gente achando que as abreviações “Emb.” e “Desemb.” significam “embaixador” e “desembargador”. Que tal?

Enviado por: Redação