BLOG - EM CASA, por Marcia Müller

13/11/2018 - 11:00

Em casa, por Manu e Marcia Müller: tapetes

O tapete teve inúmeras funções ao longo da civilização: contou histórias, identificava tribos, significava status e, ainda hoje, faz parte da cultura e da economia de muitas regiões e países. Artesanal ou industrializado, o tapete é símbolo de conforto e sofisticação. No mundo conectado, virtual e contemporâneo, ele ainda exerce papel importante. Com a valorização do consumo sustentável e ecológico, os tapetes artesanais em materiais naturais com tingimento vegetal ganharam força e destaque. O conhecido tapete persa, hoje em dia, não tem mais aquele valor, mesmo porque tudo o que é feito em grande escala perdeu a importância.

Mesmo que seja feito artesanalmente, o que se transformou em “feito em série” ficou vulgar. O exclusivo, artesanal, natural e simples representa muito mais a estética da casa atual. O contraste entre tecnologia e simplicidade natural transformou-se na nova casa. O tapete contemporâneo tem várias formas, desenhos e difere pouco dos que já vimos ao longo da história. A diferença são os materiais, uma quase volta aos antigos métodos artesanais de fabricação e tingimentos. Voltamos a valorizar tudo que esteja em harmonia com a natureza. Nosso consumo tende a ser cada vez mais consciente e em sintonia com as fabricações e produções desse tipo. Os tapetes coloridos estão de volta com força total. Cores suaves, listras, desenhos geométricos ou figurativos e com acabamentos assimétricos dão um charme a mais em casa. Em países tropicais como o nosso, os tapetes de fibras naturais ainda são mais recomendáveis.

Por serem naturais, não absorvem muito o calor. Muito importante é a facilidade de serem removíveis para limpar e, às vezes, até mesmo lavar. A limpeza de um tapete é fundamental! Tapetes são quadros em que pisamos. Assim como pisos coloridos que fazem a casa ficar alegre e elegante, os tapetes ainda acolhem e transformam o chão em uma superfície macia e confortável. Isso é maravilhoso!  Tapete, hoje em dia, é muito mais acessível e ainda podemos escolher entre as várias opções do mercado e comprar com a consciência tranquila de um consumo sustentável.


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06/11/2018 - 11:00

Em casa, por Manu e Marcia Müller: espaços que curam


Assim que nascemos experimentamos o nosso primeiro espaço, um berço, uma pequena cama ou dividindo o colchão com os pais nos primeiros dias. A sensação que nos causou essa experiência nos acompanha a vida toda. A vivência do espaço é muito mais importante do que imaginamos. Um espaço que transmite a sensação de proteção e acolhimento cura muitas ansiedades que provocam o mal-estar do homem contemporâneo.

É trabalho constante do arquiteto trazer para o projeto essa identificação. Quando se trata de espaços personalizados e pessoais, essa tarefa, apesar de sensível e sútil, é muito mais fácil. Mas quando o projeto é direcionado para um grupo de pessoas o trabalho é muito menos específico, ainda assim deve causar a sensação de acolhimento. Nem todos tiveram as primeiras experiências positivas, mas através de espaços exclusivamente voltados para essas sensações de conforto e bem-estar, os resultados resultados são incríveis na vida dos usuários.

Existem formas técnicas e mecanismos milenares usados nas construções voltados para suavizar e acolher o usuário e a própria construção no meio ambiente. Alguns exemplos dessas técnicas:

 Feng Shui: de origem chinesa sua tradução literal é vento e água. Existe há mais de cinco mil anos e utiliza os princípios que regem a natureza, posição do sol e cores para trazer bem-estar, equilibrar e organizar a vida de quem usa o espaço;
Cromoterapia: as cores têm uma forte influência na nossa vida além da personalidade. Cada cor tem uma função de equilibrar a saúde física e mental. A utilização das cores como um tratamento para curar através dos tons e seus significados;
Proporção áurea (ou número de ouro): na matemática uma constante algébrica, mas na arquitetura uma medida encontrada na natureza nas pinturas de Leonardo da Vinci. Essa medida é útil para equilibrar a proporção e a beleza de tudo. Essas são umas das inúmeras maneiras de fazer um espaço ser importante para o seu bem-estar. Quando um espaço acolhe amorosamente ele cura e transforma vidas.


Enviado por: Redação
30/10/2018 - 11:00

Em casa, por Manu e Marcia Müller: passarinhos

Animais lindos coloridos, delicados e graficamente elegantes, estão presentes em tecidos, papéis de paredes etc, e ajudam nossa casa a ficar mais charmosa. Esses animais devem com certeza estar livres na natureza para nossa observação. Em casa devem ser apenas representados. Cada vez vemos menos passarinhos em gaiolas, além de triste, essa prática está cada vez mais fora da sintonia com o mundo contemporâneo. Apreciamos a natureza atualmente na sua forma livre e lúdica e em casa usamos graficamente esses lindos animais representados nas mais diversas e criativas formas. Usar passarinhos nas paredes com pinturas ou em papéis de parede transforma o ambiente em um local leve e romântico. Os pássaros representam a delicadeza e um desenho de extrema sofisticação da natureza.

Suas formas são sutis e suas cores de infinitas variações. Para os designers gráficos uma fonte constante de inspiração e para os nós arquitetos de interior, mais uma possibilidade para transformar a casa. Colocar estampados requer sempre uma certa regra e para compor de forma harmônica é preciso usar uma cor base, que deve prevalecer em todo o ambiente.  Mas hoje o mundo caminha para uma liberdade total até mesmo na composição de estampas e cores.

O importante é que essas cores sejam harmônicas para você, e mais ainda que essa composição represente o seu olhar estético. Adoro usar passarinhos nas composições e acho que estampados alegram e colorem a casa. A neutralidade de cores fazem um ambiente igualmente neutro e monótono. A casa alegre é livre assim como os lindos passarinhos. Se você gosta desses animais, use em estampas ou nas paredes da sua casa, vai ficar super charmoso!


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23/10/2018 - 11:00

Em casa, por Manu e Marcia Müller: arquitetando hospitais

O bem-estar é foco na agenda do mundo contemporâneo, mesmo se estamos saudáveis ou não. Na elaboração de um projeto arquitetônico de hospitais, aspectos técnicos e lúdicos buscam essa sensação. Tecnicamente o conforto é garantido pelo avanço tecnológico dos equipamentos. As formas e os materiais são utilizados para humanizar o espaço de forma lúdica e suave. Como elaborar um espaço assim , importante e vital para uma sociedade saudável e justa , sem causar um grande impacto financeiro? Esse é o desafio do futuro.

Assistimos à falência do mundo que conhecíamos e o surgimento de um novo que ainda estamos conhecendo. A sociedade moderna, através das mídias sociais, conecta e exige a participação de todos nas decisões importantes para a comunidade. Não será diferente na elaboração de projetos que buscam o bem comum. O novo estilo de vida participativa e, conectada, leva cada vez mais gente a repensar novos hábitos em busca de um mundo melhor para todos.

Quanto maior a participação, mais humano e melhor fica um projeto arquitetônico. Os hospitais do futuro poderão ter um fundo permanente e participativo da sociedade. Um fundo interativo dos vários setores da sociedade, financeiro, médico, arquitetônico etc … Poderão dar a esses espaços públicos um novo jeito de serem elaborados e criados. Queremos e precisamos de uma nova política pública.

Não adianta continuar a cobrar se continuarmos presos a antigos modelos funcionais e ultrapassados. Os hospitais precisam ser adaptados a esse novo jeito de pensar. Queremos uma nova forma de cuidar da saúde da sociedade mas ainda continuamos presos às antigas instituições e cobranças. O avanço tecnológico, tanto na área médica quanto na arquitetônica, tornam cada vez mais necessário um novo modelo para os hospitais. Não podemos esquecer da importância da saúde e do bem estar, mas falamos pouco sobre a importância da participação da sociedade na elaboração de hospitais. Cuidar da saúde da comunidade interessa a todos. Vivemos um momento de transição do mundo que conhecemos e podemos aproveitar isso e mudar nosso olhar. Saúde e bem estar constroem uma sociedade feliz!


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16/10/2018 - 11:00

Em casa, por Manu e Marcia Müller: água

A água sempre nos fascinou. Ao longo da história,  teve a importante missão de garantir a vida; hoje, água representa tudo isso e mais o seu riquíssimo aspecto estético. Podemos dar-nos o luxo de conter a água nas mais diversas situações, dentro ou fora de casa – usar um espaço com água pode ser possível. Numa escala maior, um lago externo que pode entrar dentro de casa ou em escala menor, uma piscina, ou mesmo um espelho d’água. Em todos os casos, água dentro e fora da casa muda completamente a ocupação do espaço. Não somente por ser um elemento novo como também porque o uso da água é completamente diferente.

Por exemplo, um piso de água não pode ser usado da mesma forma do que uma cerâmica, um laminado. Ao conectar o interior com o exterior, já ampliamos muito a dimensão arquitetônica; mas, se essa interação acontecer através da água, o espaço pode até triplicar, fora toda a dinâmica criativa que essa interação sugere. Para o equilíbrio no meio ambiente, precisamos saber tecnicamente o que é necessário antes de conter água dentro e fora de casa. Além de situações técnicas – troca de água, escoamento, contenção estrutural, equilíbrio da acidez pH – ao pôr água em casa, o projeto de arquitetura necessita estar totalmente adaptado a essa situação; de preferência, na elaboração inicial de um projeto.

Para nós, que moramos em um país tropical, a água, além de necessária, é fundamental para a troca de calor. Nos trópicos, a água é pura alegria! Já conhecemos seus benefícios desde sempre; usá-la como recurso estético, também. Os romanos já usavam, nos pátios externos, as fontes como decoração. Hoje temos os modernos espelhos d’água, as piscinas, lagos e até mesmo escadas que descem até o mar. Valorizamos, cada vez mais, o meio ambiente e a natureza. Assim, transformamos e aprimoramos, através desses elementos, os espaços da casa contemporânea.


Enviado por: Redação
09/10/2018 - 11:00

Em casa, por Manu e Marcia Müller: sem preconceito

Para arquitetos não existe uma função de espaço que seja melhor ou pior. O arquiteto quer sempre melhorar o espaço além de fazer com essa definição que o uso seja aprimorado. Saber que as pessoas que estão usando um espaço se sentem bem e estão felizes ali é um prêmio e uma meta. Cada novo projeto vem junto um aprendizado e uma intenção focada em explorar ao máximo a melhor forma de uso. Criatividade de formas, nova concepção de uso e otimização, tudo isso acontece quando uma equipe de arquitetos e designers se juntam para elaborar um projeto.

E sem preconceito podemos falar de prisões. Porque não melhorar e olhar de forma diferente para estes locais. Para nós que trabalhamos com espaços, cada um tem sua característica e seu lado positivo acima de tudo. Ver um espaço de forma criativa e positiva possibilita um novo olhar. Uma prisão também pode ser vista como uma escola. Um local para reaprender a recriar uma nova vida. 

Quando o olhar criativo de uma equipe especializada se dedica a desenvolver esses locais, tudo pode mudar para melhor. Para um projeto de escola é necessário uma equipe de psicólogos, professores, arquitetos,  designers e uma pesquisa minuciosa com os alunos. Todas essas informações fazem parte de um conjunto muito importante para o resultado final.

Sem a participação de todos, o projeto fica estéril e isolado dos usuários. Em um projeto de unidades carcerárias não deve ser diferente. Uma equipe de psicólogos, policiais, médicos, arquitetos, profissionais do esporte e de atividade educacionais e profissionalizantes, além da própria sociedade devem ser ouvidos. Os locais dessas unidades devem ser previamente escolhidos, mediante uma equipe que, em conjunto com a sociedade, não coloque áreas em risco. As prisões agrícolas são exemplos de projetos criativos e humanos, para todos os envolvidos e justos para toda a sociedade. Tratar com dignidade e prover o bem estar é o desafio constante dos arquitetos. 

No mundo contemporâneo projetar uma prisão significa projetar um espaço de aprendizagem reeducação e criação de novos caminhos. Um projeto com essa importante função merece toda atenção e cuidado, além do desafio que o novo inspira e mobiliza.


Enviado por: Redação
02/10/2018 - 11:00

Em casa, por Manu e Marcia Müller: o glamour em casa

Os valores da sociedade foram modificando-se através dos tempos. A noção do glamour, sempre associada ao excesso e ao ilícito também foi  adaptando-se aos novos tempos. Hoje, um volume arquitetônico, seja comercial, seja habitacional, pode ser definido como uma construção glamourosa sem que seja um adjetivo pejorativo. Mas o que é glamour na arquitetura?

É tudo que esteja associado ao luxo sem que este seja importante ou necessário para a existência dessa construção. Porém qual o juízo de valor do que é necessário ou não? Hoje, com a valorização do ser humano, vivemos uma era em que, no centro de tudo, está o seu bem-estar. As necessidades e preferências pessoais se tornam muito mais importantes que as tendências. O legítimo e o lícito são os valores pessoais.

O passado foi se moldando até chegarmos ao momento  atual, em que a noção de glamour tem muito mais a ver com sofisticação e satisfação pessoal do que com excesso e frivolidades – uma  imagem vai muito além da realidade. Assim pode ser definido o glamour em casa: você pode ter um quadro excessivamente valioso, mas apenas um quadro; você pode ter uma cozinha supersimples, mas com uma geladeira incrível. Glamour é ter a personalidade de priorizar aquilo que é inédito e único para você.

Como por exemplo, colocar um móvel antigo lindo na cozinha ou no banheiro, porque são os lugares da casa que você mais usa – o inusitado também é glamour. Ser glamouroso significa ter charme e atitude, bem diferente da ideia antiga, em que glamour significava pessoas a quem davam um juízo de valor errado para o que era importante. Hoje, o glamour é dar valor e importância às suas preferências e escolhas. Glamour é você no centro das suas necessidades e no centro de sua casa!


Enviado por: Redação
25/09/2018 - 11:00

Em casa, por Manu e Marcia Müller: flores

A primavera contamina a sensação de renovação, início de novas etapas, o florescer de um projeto. Nossa casa reflete nosso momento de vida. Na primavera, as flores nos envolvem nesse clima de novo ciclo. Por isso, flores frescas, estampados de flores ou quadros, além de trazerem a primavera para dentro de casa, tornam o ambiente jovem e alegre. A atmosfera da casa reflete nossa personalidade e vice-versa. Muitas vezes, mudando a ambientação da casa, mudamos o nosso olhar sobre a vida.

O espaço que vivemos pode mudar antes mesmo de mudarmos nossa vida, e as flores refletem essa alegria renovadora e contagiante da primavera. Um quadro de flores pode ser colocado em qualquer ambiente ou local da casa. Um estampado florido combina com listras, xadrez, já que as flores são versáteis em cores e misturas. Não existe limite e não é necessário lógica para ter um estampado de flores. Se você já tem uma casa pronta, mas quer colocar um detalhe, pode ser um quadro ou até mesmo um móvel ou cadeira destacadas, não se preocupe. 

Use e abuse e coloque-as em todos os lugares, seja qual for o estilo. Aprendemos sobre as misturas de cores com a própria natureza. Toda nossa inspiração vem do que já foi criado por ela. Pôr flores em casa nos envolve com essa atmosfera riquíssima criativa e nos inspira para a alegria do eterno recomeçar de nossas vidas.


Enviado por: Redação
18/09/2018 - 11:00

Em casa, por Manu e Marcia Müller: a cor verde

Algumas cidades oferecem a natureza de forma democrática. O Rio de Janeiro é uma delas. Entre o mar e a montanha a natureza aqui não é excludente! Todos que vivem no Rio podem desfrutar o verde mesmo em lugares menos valorizados. Uma cidade que apesar de urbana, não se transformou em um lugar árido. No Rio a natureza se impõe ao progresso.

E na decoração, seja tendência ou não, o verde está em alta! Em materiais de revestimentos etc, e principalmente na necessidade de reproduzir a natureza dentro de casa, em vasos, jardins verticais internos, hortas, quadros, objetos de decoração etc.

Os diversos tons de verde se harmonizam com quase todas as cores. Calmante, refrescante e suave, a cor está associada a uma das situações importantes para a existência saudável: o contato com a natureza. Conviver no dia a dia com esses tons, apesar de estar em um centro urbano, transforma a casa em um ambiente muito mais acolhedor.

Mesmo para quem é “urbanóide” (pouco comum hoje em dia) e não gosta de estar perto da natureza, a cor verde ainda assim vai modificar o seu olhar sobre a casa. O verde é elegante e versátil, além de supercompatível com o nosso clima tropical. Uma cor que ilumina e aquece o ambiente.

Experimente usar em casa o tom de verde, pode ser uma poltrona, um quadro ou apenas um detalhe. Essa cor irá realçar e transformar o ambiente. Se a natureza escolheu principalmente esse tom para a partir dele reproduzir inúmeras variações, podemos concluir que a cor verde é certamente muito especial!


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11/09/2018 - 11:00

Em casa, por Manu e Marcia Müller: verde dentro de casa

Projetado pela criativa e superelegante arquiteta francesa Andréa Putman, o impactante jardim vertical do hotel boutique Pershing Hall foi o primeiro realizado com essa proposta. De lá para cá esse tipo de jardim foi a solução para pequenos espaços urbanos abertos entre muros. Com as novas tecnologias esses jardins verticais agora também podem ser feitos nos espaços  internos. Paredes que antes  eram sem graça podem se transformar em lindos jardins

Os cuidados  necessários para se ter um jardim interno são basicamente os mesmos de um jardim externo:  luz e água. A irrigação pode ser feita manualmente ou com um sistema automático. O Importante é revestir a parede com um material resistente à água, impermeável. Escolher um lugar que tenha luz também é fundamental para que o jardim fique saudável e sempre verde.

Na cozinha, uma horta vertical dá um charme todo especial. Na sala  ou mesmo no banheiro um jardim vertical muda todo o olhar do ambiente. O grande diferencial é poder viver perto de um jardim entre plantas e flores mesmo em um local sem varanda ou sem um espaço aberto para o céu. O único lugar da casa não recomendável para um jardim vertical seria o quarto. A necessidade de humildade assim como da luz na maior parte do tempo não combinam com o local onde vamos dormir. A nova casa permite tantas  ideias assim como novas possibilidades. 

As tecnologias contemporâneas nos permitem viver com muito mais conforto e bem-estar. E o olhar de cada um sobre a casa ideal é único e singular e vai moldando essas novas possibilidades e direcionando essas novas tecnologias. Para quem associa bem-estar a plantas e flores, o jardim vertical é uma solução linda para sua casa.


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