01/03/2015 - 14:39

Você é o Rio – faça a sua parte

("Eu Sou o Rio, você é o Rio, nós somos o Rio") - mensagem da camiseta continua muito atual / Foto: Lu Lacerda

(“Eu Sou o Rio, você é o Rio, nós somos o Rio”) – mensagem da camiseta continua muito atual / Foto: Lu Lacerda

Fiz várias camisetas iguais a essa da foto e distribuí para alguns amigos, com um cartão dizendo que o Rio é cada um (“Eu Sou o Rio, você é o Rio, nós somos o Rio“). Minha intenção foi tentar mostrar que, por exemplo, falar da desordem como se nada tivesse a ver com isso, é como quem usa drogas, reclamar da violência do tráfico ou quem joga lixo na praia se queixar da sujeira. Em artigo no O Globo, sugeri sobre o tema – com muita repercussão – que cada um “vestisse a camisa” da cidade. Isso foi em 2008! Bem antes, portanto, de muitas campanhas surgidas depois. Mas continua totalmente valendo. O principal já temos – nem é preciso listar aqui as vantagens de ser carioca…. É isso aí, hoje (1º/3/2015), é aniversário de 450 anos da cidade mais amada do Brasil: você é o Rio – faça a sua parte.
Enviado por: Lu Lacerda
01/03/2015 - 13:00

Baile da Favorita – multidão na Rocinha

À esquerda, João Vicente; ao lado, em cima, Naldo, Carol Sampaio e MC Nego do Borel; e, embaixo, o Baile da Favorita lotado/ Fotos:  Reginaldo Teixeira/Divulgação

À esquerda, João Vicente de Castro; ao lado, em cima, Naldo, Carol Sampaio e MC Nego do Borel; e, embaixo, o Baile da Favorita lotado/ Fotos: Reginaldo Teixeira/Divulgação

O Baile da Favorita, da Carol Sampaio, levou uma multidão à quadra da Rocinha, nesse sábado (28/02). Sempre cheia de artistas, a festa estava animada, nesse pós carnaval.

Enviado por: Redação
28/02/2015 - 12:00

“Invertida”, com Betty Lago

betty
Betty Lago sempre fez seu próprio caminho – desde cedo. Tanto é que foi tentar a carreira de modelo no exterior, com a cara (bem bonita, diga-se) e a coragem, e passou 15 anos entre Itália, França e os EUA. Precavida, no final de suas atividades de modelo, fez cursos de interpretação. Resultado: em dois anos, depois da estreia na Globo em “Anos Rebeldes”, já era uma das protagonistas na novela “Quatro por Quatro”. Com experiência como atriz, Betty se mostrou tranquila como apresentadora do programa GNT Fashion, passando muitos dos seus conhecimentos de moda, sempre com ótimas sacadas de humor – outro lado do seu talento. Ano passado, estreou um canal próprio no YouTube, o Calma, Betty!, que ela acabou parando, mas vai retomar com outro nome.

No momento, a atriz faz tratamento contra um câncer de vesícula, que surgiu em 2012 e reapareceu recentemente. Betty, novamente, mostra sua valentia (essa é uma palavra bem adequada para o seu perfil), não escondendo de ninguém a fase que enfrenta, enfeitando com chapéus, e não disfarçando, sua cabeça careca nos eventos sociais que continua frequentando. “A cabeça da gente se influencia por tudo. Voltei ao tratamento, desta vez já conhecendo as regras, o que deixa tudo mais brando. Não sou doente, sou alguém em tratamento. Continuo fazendo as coisas, só evitando gordura e álcool.”

Foi publicado aqui no site sobre a autenticidade e postura da BL diante do assunto. Agindo assim, facilita a vida de muita gente que sofre dobrado com a doença, tentando disfarçar aquilo a que qualquer um está vulnerável.

E chega desse assunto! Careca ou não, Betty Lago pretende trazer alegria pra todo mundo a partir de abril, com a estreia da comédia “Menopausa” no Teatro das Artes, no Shopping da Gávea. Texto de Marilia Toledo e Emilio Boechat, direção de Maria Maya e produção do Sandro Chaim. No palco com Betty, estarão Dadá Coelho e Rosi Campos. Os ensaios já começam mês que vem.

UMA LOUCURA: “Loucura seria ir morar no Japão. Iria e ficaria lá dois anos, feliz, com meu amor. Já passei temporadas lá – fui umas seis vezes.”

UMA ROUBADA: “O verão é uma roubada, não aguento este calor. Costumo também me meter com pessoas que são uma roubada.”

UMA IDEIA FIXA: “As ideias fixas são tantas – dirigir cinema é uma delas. Quando tive programa no GNT Fashion (por cinco anos), era dirigido por mim.”

UM PORRE: “Um porre é fã abusivo. Tipo: você tá num restaurante com o garfo na boca, e vem alguém perguntar: ‘Posso tirar uma foto?’”

UMA FRUSTRAÇÃO: “Realizo tantas coisas que esqueço as frustrações; nem uso essa palavra. Cruz credo! Lembrei uma: não ter feito o primeiro filme de Beto Brant, “Os matadores”. A gente, às vezes, pensa que é o máximo e é uma merdinha.”

UM APAGÃO: “Tive um apagão por efeito da quimioterapia, mas foi no começo do tratamento. Dei dois passos e caí no box, na minha casa. Não entendia o que acontecia. De repente, eu esquecia que estava com problema. Na verdade, se não me olho no espelho, nem lembro que estou careca.”

UMA SÍNDROME: “Não tenho, não. Achar que sabe tudo é síndrome?”

UM MEDO: “Meu medo é clichê, de não estar em todos os lugares do mundo que quero. Desde 1996 vim morar de vez no Rio, minha cidade na vida. Tenho ainda medo do ego das outras pessoas, não compreendo. O dinheiro e o sucesso transformam algumas criaturas. É um medo abstrato, mas é medo – que merda! Medo de morrer eu não tenho, principalmente depois de ter lido “Autobiografia de um iogue” (do Paramahansa Yogananda), que ganhei da astróloga Maria Eugênia.

UM DEFEITO: “Meu defeito é falar o que penso. Só arrumo encrenca.”

UM DESPRAZER: “O câncer tem um lado louco, é um desprazer momentâneo, mas quem passa por isso sabe que tem que passar. Eu entrei pra operar uma vesícula; no dia seguinte, vieram três médicos. Um deles disse: ‘Fomos tirar a vesícula e encontramos outra coisa.’ Eu levei tal choque, que trincava meus dentes. O susto foi do tamanho do que senti ao entrar na primeira vez na quimio. Agora, vou lá, faço, já converso com todo mundo. Transformei o que é pesado numa coisa leve.”

UM INSUCESSO: “Insucesso é novela que não dá certo, é o reverso da moeda. O contrário do insucesso é a nota 10 na Patricia Kogut – fica tanta gente com inveja, que nem dá parabéns.”

UM IMPULSO: “Tenho tantos… Um deles é chegar em casa, pegar o passaporte e ir……”
UMA PARANOIA: “Tenho paranoia de ser rejeitada.”

Enviado por: Lu Lacerda
27/02/2015 - 20:30

Teatro, por Claudia Chaves: ‘Calango deu! Os causos da Dona Zaninha’

SergioSantoian3
Todos nós temos uma lembrança afetiva. De alguém que nos acolhe, nos abraça, nos faz rir, nos alimenta. Se quisermos um reencontro com essa lembranças, está tudinho lá em “Calango deu! Os causos da Dona Zaninha” , encenado e escrito por Suzana Nascimento. Um monólogo que tangencia os sentidos que melhor remetem ao amor pelo passado: cheiros, gostos e histórias. É a história de Dona Zaninha, a contadora de causos de Calango, que passa um café e convida a plateia para compartilhar.
Calango deu! é uma celebração do melhor do folclore do tipo que chamamos de mineirinho. Em torno de gente esperta, matreira, sabendo vencer pelas inteligências, os causos contados por Dona Zaninha, além de levar a plateia a incontidas gargalhadas, também emocionam, pois a atriz canta, improvisa e mantém um contínuo diálogo com os espectadores, fazendo com que todos nos sintamos em um conversa regada a cachaça, café e alegria.

“O monólogo foi construído ao longo de 5 anos de uma pesquisa que abrange vocabulário, hábitos, histórias, músicas, crenças; enfim, uma grande celebração à sabedoria popular. Dona Zaninha é uma guardiã desses ricos acervos de memórias – uma genuína contadora de causos, hilária por seu jeito e seu linguajar, mas profunda com suas “sabências” sobre o Tempo. Além de contar surpreendentes causos de amor, de assombração, de padres e beatas, de “sem- vergonhice”, a personagem também convida a plateia a cantar com seu bandolim, enquanto ensina uma receita ou simpatia. Entre um cafezinho e uma boa cachaça mineira, Dona Zaninha nos conduz a outras paragens, verídicas – minhas e de meus relicários – ou fantasiosas, mas recheadas de humor, poesia e memória”, nos explica Suzana.

É envolvente, com gosto de café passado na hora e bolinho de chuva. De feijão com torresmo, de doce-de-leite com queijo. É de ficar de olhos abertos, coração palpitando para saber pra onde vai cada história. Dona Zaninha só é menos no nome. No resto é mais e demais. E Suzana Nascimento nos confirma a máxima de que a essência do teatro é o trabalho do ator.

 

Serviço:
Teatro Maria Clara Machado
Sextas, sábados e domingos às 20h

tarja.claudiachaves

Enviado por: Redação
27/02/2015 - 20:00

Natalie Klein: mais um evento

Claudia Albuquerque, Suki Waterhouse, Nathalie Klein e Paulo Correa em evento na NK / Foto: divulgação

Claudia Albuquerque, Suki Waterhouse, Nathalie Klein e Paulo Correa em evento na NK / Foto: divulgação

A NK, de Natalie Klein, em São Paulo, esteve animada nesta sexta (27/02), com desfile para mostrar a coleção que a estilista assina para a C&A. A modelo britânica Suki Waterhouse veio para o evento, como mostra a foto.

Enviado por: Lu Lacerda
27/02/2015 - 18:32

Milhazes e seus cajus, arabescos e listras

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No alto, Beatriz Milhazes e a curadora da exposição, Luiza Interlenghi; ao lado, Denise Mattar; acima, Pedro Corrêa do Lago e Edson Queiroz Neto; á direita, César Giobbi e Cristina Vasconcelos/ Foto: divulgação

No alto, Beatriz Milhazes e a curadora da exposição, Luiza Interlenghi; ao lado, Denise Mattar; acima, Pedro Corrêa do Lago e Edson Queiroz Neto; á direita, César Giobbi e Cristina Vasconcelos/ Foto: divulgação

Beatriz Milhazes abriu, nessa quinta-feira (26/02), a exposição “Coleção de Motivos”, no Espaço Cultural Unifor, da Universidade de Fortaleza, no Ceará, pertencente à Fundação Edson Queiroz. Com curadoria de Luiza Interlenghi, a mostra tem 50 obras, entre pinturas, colagens e gravuras da artista carioca. A intenção é mostrar como Beatriz usa motivos recorrentes – flores, fios de pérolas, rendas, arabescos, listras e cajus – para desenvolver sua linguagem plástica. Alguns convidados seguiram de São Paulo e do Rio para ver a exposição, em cartaz até 24 de maio.

Enviado por: Redação
27/02/2015 - 18:18

Posse de Bosco na Funarte: ministro diz como aprendeu ‘a tirar sarro’

O prefeito Eduardo Paes, o novo presidente da Funarte, Francisco Bosco, e o ministro da Cultura Juca Ferreira/ Foto: S. Castellano

O prefeito Eduardo Paes, o novo presidente da Funarte, Francisco Bosco, e o ministro da Cultura Juca Ferreira/ Foto: S. Castellano

Francisco Bosco, jornalista, filósofo, escritor, ensaísta – e também letrista de MPB, nas canções do pai, João Bosco – teve uma posse muito descontraída, na tarde desta sexta-feira (27/02), na presidência da Fundação Nacional de Artes, a Funarte.

A cerimônia aconteceu na Sala Sidney Miller, no Palácio Gustavo Capanema, com a presença do prefeito Eduardo Paes; de artistas como o humorista Bemvindo Sequeira; da historiadora Lia Calabre, que vai ser empossada presidente da Casa de Rui Barbosa; da arquiteta urbanista Jurema Machado, presidente do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional); do senador Lindberg Farias; dos deputados federais Alessandro Molon e Benedita da Silva; e do novo secretário municipal de Cultura do Rio, Marcelo Calero.

O ministro da Cultura Juca Ferreira, baiano que ama o Rio, desejou muito sucesso a Francisco, falou da importância cultural do Estado e contou que foi aqui que aprendeu “a tirar sarro”: “Só quem vive nesse lugar e convive com os cariocas sabe o que isso significa”, brincou Juca.

Em seu primeiro cargo público, Bosco disse que se sentia como se fosse um jogador de meio campo, daqueles que distribuem o jogo: “De vez em quando, pretendo meter um ou outro golzinho. Mas me sinto principalmente como aquele que vai receber os passes e distribuí-los”.

Enviado por: Redação
27/02/2015 - 16:19

Sônia Simonsen: almocinho de aniversário tinha até pianista

sonia aniversario

No alto, da esquerda pra direita, Iná Arruda; Frederika Bastian Pinto com Sonia Simonsen; e Gisella Amaral; e, embaixo, Crica Koeler, Gabriela Itagiba e Gilse Campos/ Fotos: Vera Donato

No alto, da esquerda pra direita, Iná Arruda; Frederika Bastian Pinto com Sônia Simonsen; e Gisella Amaral; e, embaixo, Crica Koeler, Gabriela Itagiba e Gilsse Campos/ Fotos: Vera Donato

Sônia Simonsen comemorou aniversário no Gávea Golf, nessa quinta-feira (26/02), com almoço para 70 mulheres. Teve música ao vivo, com o pianista Vicente Quintela, e docinhos de Cristiane Guinle.

Enviado por: Redação
27/02/2015 - 15:29

Angela Figueiredo e o ‘titã’ Branco Mello: juntos no teatro

Branco Mello e Angela Figueiredo só foram se casar oficialmente em 2009, mas estão juntos há mais de 20 anos/ Foto: divulgação

Branco Mello e Angela Figueiredo só foram se casar oficialmente em 2009, mas estão juntos há mais de 20 anos/ Foto: divulgação

A atriz Angela Figueiredo e o titã Branco Mello, juntos há mais de 20 anos, trabalham na peça “As moças: o último beijo”, que estreia no Rio na quinta-feira (05/03), depois de quase um ano em São Paulo. Angela divide o palco com a atriz Fernanda Cunha, e Branco assina a trilha sonora da peça considerada uma clássico da dramaturgia brasileira dos anos 60 – Isabel Câmara ganhou com ela o Prêmio Molière de Melhor Autor de 1970.

A autora fez parte da geração de autores composta por Antônio Bivar, Leilah Assumpção, José Vicente e Consuelo de Castro que fez um retrato existencial daquela época, de revolução sexual e muita repressão política.

“Pra fazer a trilha do espetáculo pensei muito no Brasil e na música do final dos anos 70.  Me aprofundando na loucura da relação das personagens, Tereza e Ana, achei que a história delas poderia ter acontecido tanto num conjugado em Copacabana quanto em qualquer outro lugar do mundo”, diz Branco. Ele coloca na peça duas músicas de Chet Baker ( “You and the Night” e “Alone Together”), duas de Jimi Hendrix (“Once I Had a Woman” e “Born I Had a Bad Sing”), The Doors ( “Soul Kitchen”), Mutantes (“Fuga nº II”), John Coltrane (“Round Midnight”), The Who (“Baba O’ Riley”), Miles Davis (‘Feio”) e Iggy Pop (“Nightclubbing).

A história retrata um casal gay de mulheres: o personagem de Angela é uma jornalista de 40 anos, desencantada com a vida, e  Fernanda Cunha interpreta uma jovem e sensual atriz.

Nessa montagem no Teatro Poeirinha, dirigida por André Garolli, vão ser permitidos apenas 46 espectadores por sessão, para que a ação se desenrole bem próxima à plateia. Numa grande cortina de miçangas, ao fundo, são projetadas imagens variadas das próprias atriz, destacando detalhes da ação – mão, boca, um olhar – como uma lente de aumento.

Enviado por: Redação
27/02/2015 - 14:02

Bolo dos 450 anos do Rio custa R$ 98 mil: a explicação

O bolo em comemoração aos 450 anos do Rio vai ter um metro de extensão para cada ano de existência da cidade/ Foto: reprodução da internet

O bolo em comemoração aos 450 anos do Rio vai ter um metro de extensão para cada ano de existência da cidade/ Foto: reprodução da internet

O preço do bolo que o prefeito Eduardo Paes vai cortar e distribuir aos cariocas, domingo (01/03), pelos 450 anos da cidade, em festa na Rua da Carioca, está causando espanto: R$ 98 mil, pagos pela Prefeitura. Quem vai se encarregar da sua confecção é o confeiteiro Adelmo Oliveira, da Confeitaria Manon, lugar tradicional, tombado pelo Patrimônio Histórico em 1980. Foi essa mesma confeitaria quem fez o bolo dos 440 anos do Rio.

Segue a explicação de Eduardo Pazo, dono da Manon, em relação ao preço do bolo gigante, que terá 450 metros: “Dentre os custos, estão incluídos a locação de mais de 250 mesas e montagem com cobertura de proteção. Vale ressaltar que é quase meio quilômetro de bolo e quase oito toneladas de produtos, mais a logística para assar os mais de 800 bolos que serão montados e confeitados no próprio local, por cerca de 12 profissionais e 18 ajudantes. Pode parecer caro e simples, mas a realidade é outra, pois a confecção e confeito, em plena Rua da Carioca, vai começar às 15h deste sábado, com previsão de término na manhã de domingo”.

Ainda de acordo com Eduardo, vão ser usados 30 mil ovos, 50 quilos de fermento, 2.500 quilos de trigo, mil litros de leite, 1.500 quilos de margarina, 2.100 quilos de açúcar e mil litros de chantilly.
Que pelo menos o  bolo seja gostoso e dê para todo mundo!

Enviado por: Redação
27/02/2015 - 12:44

‘Rio Heat’: filme e seriado americano, com história carioca

O cantor Naldo com o produtor Antonio de Andrade e a atriz Mariana Brassaroto/ Foto: Paulo Jabur

O cantor Naldo com o produtor Antonio de Andrade e a atriz Mariana Brassaroto/ Foto: Paulo Jabur

Foi nessa quinta-feira (26/02), no Windsor Barra, o almoço de lançamento para as gravações do filme e minissérie “Rio Heat“, co-produção americana da 20th Century Fox e da brasileira Filmes do Serro, de Antonio de Andrade, filmada no Rio, a partir da próxima sexta-feira (06/03), com elenco nacional e internacional.
Com direção de Stephen Campanelli, o filme vai ser lançado em outubro, no Brasil e em mais 120 países. O cantor Naldo, além de Marcio Garcia e mais uma turma de brasileiros, é um dos que participam do longa – calma, o funkeiro não virou ator, ele será o Naldo mesmo, cantando – mais os gringos, claro. Depois, em janeiro de 2016, “Rio Heat” vira um seriado de 13 episódios, exibido pela Fox. A direção geral do projeto, filme e minissérie, é de John Casar, diretor de “24h”.

Enviado por: Redação
27/02/2015 - 11:34

Postura autêntica de Betty Lago em evento de Adriana Barra

Foto de:

A estilista Adriana Barra trouxe todo o clima dos campeonatos de surfe para a coleção de inverno 2015, depois de uma viagem ao Havaí com a intenção de pesquisar o tema. Muitas cariocas loucas pela marca estiveram no lançamento, nessa quinta-feira (26/02), na Dias Ferreira, no Leblon, com convites do Cláudio Gomes. Uma delas era Betty Lago, a mais assediada, pela recente careca, já que está em tratamento contra um câncer de vesícula. Não pelo problema em si, claro, mas por sua autenticidade e postura. Agindo assim, a apresentadora facilita a vida de muita gente que sofre dobrado com a doença, tentando disfarçar aquilo a que qualquer um está vulnerável. Betty fala do assunto, com sensibilidade e humor. Veja fotos na Galeria.

Enviado por: Redação
27/02/2015 - 11:00

Linha 4 do Metrô explica a estética da N.Sra.da Paz

figueira

No alto, a antiga figueira e algumas das árvores já replantadas; acima, o corredor com menção à história da igreja Nossa Senhora da Paz/ Foto: divulgação

No alto, a antiga figueira e algumas das árvores já replantadas; acima, o corredor com menção à história da igreja Nossa Senhora da Paz/ Foto: divulgação

Sobre a nota da estação Nossa Senhora da Paz do Metrô, publicada nesta quarta-feira (25/02) no site, o Consórcio Linha 4 Sul tem uma explicação sobre as árvores retiradas da praça: segundo informam, a equipe de engenharia florestal já replantou as cinco palmeiras jerivás que tinham sido transplantadas. Além delas, foram plantadas nove novas árvores (um oiti e oito unidades de flamboyant-mirim) e outros 87 exemplares (nove manacás, 12 colônias, 44 esponjinhas e 22 filodendros). Ao final da obra eles garantem que vão ser feitos novos replantios e novas árvores também vão ser plantadas, como prevê o projeto paisagístico.

Em relação ao visual da estação, a explicação é que “a arquitetura do acesso tem design discreto e padronizado, contribuindo para o conforto térmico, melhor visibilidade dos passageiros e integração com o paisagismo do entorno”. Eles também esclarecem que a estrutura do acesso da Estação Nossa Senhora da Paz, na esquina das ruas Joana Angélica com Visconde de Pirajá está pronta, mas ainda se encontra dentro do canteiro de obras.

No corredor do painel da estação há um painel relacionado com a história da Igreja de Nossa Senhora da Paz, que mostra sua importância para o bairro. A promessa de entrega da obra é no primeiro semestre de 2016. Estamos à espera.

Enviado por: Redação
26/02/2015 - 18:11

Joalheira cria peças com areia das praias cariocas

A joalheira Sílvia Blumberg, à esquerda, o anel de prata com opala, areia da praia e ouro na borda e o chaveiro em homenagem ao aniversário do Rio/ Fotos: divulgação

A joalheira Silvia Blumberg, à esquerda, o anel de prata com opala, areia da praia e ouro na borda e o chaveiro em homenagem ao aniversário do Rio/ Fotos: divulgação

A joalheira Silvia Blumberg, que presenteou o Papa Francisco, na Jornada Mundial da Juventude, com um colar no formato de terço, está homenageando os 450 anos do Rio. Ela criou um chaveiro, o Moeda Carioca, em aço e com imagens-símbolo da cidade, como o Pão de Açúcar e os ciclistas que passeiam pela orla. A peça, no entanto, não foi lançada com o objetivo apenas comercial: 20% de sua venda vai para o Instituto da Criança, uma das 100 ONGs mais relevantes do mundo, segundo a entidade Global Geneva.

Conhecida por misturar, no seu trabalho, pedras preciosas a materiais pouco convencionais, como pó de madeira, cimento, papel e sumo de vegetais, Silvia acaba de lançar a coleção Naturalmente Carioca: desta vez, ela usou grãos da areia das praias cariocas para enfeitar anéis, colares, brincos e braceletes em ouro, prata e pedras preciosas.

Enviado por: Redação
26/02/2015 - 16:53

Tarde de beleza e almocinho na Barra

Foto de:

Delphine Di Menza, diretora-geral da Dior no Brasil, recebeu amigas, nesta quinta-feira (26/02) para festejar a abertura da primeira Dior Perfume & Beauty Boutique da América Latina, no Village Mall, na Barra. O espaço reúne todos os perfumes da marca, produtos de maquiagem e tratamento facial e ainda há uma equipe de especialistas para oferecer serviços de maquiagem e tratamento de pele. Veja fotos na Galeria.

Enviado por: Redação