29/03/2015 - 15:29

Mostra 2015 da Artefacto: artistas e arquitetos numa grande festa

Foto de:

Com uma grande festa no CasaShopping, nesse sábado (28/03), na Barra, a Artefacto abriu sua Mostra 2015 nos três andares da loja. O CEO internacional da empresa, Paulo Bacchi, veio de Miami para inaugurar a exposição que conta, este ano, com 30 ambientes projetados em homenagem a vários artistas plásticos, em parceria com algumas galerias de arte.

Entre os artistas que serviram de inspiração para os projetos estão Gonçalo Ivo, Ascânio MMM, Antonio Bokel e Ana Durães. Raimundo Rodrigues, que foi diretor de arte de “Meu pedacinho de chão”, da Globo, tem o universo lúdico da novela citado no ambiente de Roseli Müller. Veja fotos na Galeria.

Enviado por: Redação
29/03/2015 - 13:09

Três perguntas para: Nelson Goldenstein

O psiquiatra Nelson Goldenstein em participação no programa "Na Moral", de Pedro Bial/ Reprodução da internet

O psiquiatra Nelson Goldenstein em participação no programa “Na Moral”, de Pedro Bial/ Reprodução da internet

Nelson Goldenstein é psiquiatra clínico do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPUB/UFRJ) e se dedica ao estudo de formas de diagnosticar precocemente transtornos mentais graves, particularmente os psicóticos. Perguntado sobre o caso do copiloto alemão Andreas Lubitz, que teria jogado o Air 320 contra os Alpes franceses na terça-feira (24/03), ele é enfático: “Aparentemente estamos falando de um assassino em massa e suicida. Depressão não é causa, nem direta e nem indireta, desse tipo de comportamento, podendo ser apenas um fator concorrente. O termo depressão está sendo usado para justificar todo tipo de bizarrice humana”.

1
Acreditando-se que o copiloto Andreas Lubitz tenha sido o responsável pela queda do avião da Germanwings nos Alpes, em que estágio de depressão ele poderia estar? Qual é a sua atitude, como psicanalista, quando vê tendências suicidas num paciente deprimido?

“Sua pergunta já contém uma afirmativa: a de que o copiloto sofria de depressão. Entretanto, pelo que até agora foi divulgado, não há evidências de que ele sofresse de depressão. Aliás, esta é uma oportunidade para esclarecer o frequente erro em se acreditar que um diagnóstico psiquiátrico pode explicar os casos de violência individual contra multidões, tão frequentes nas últimas décadas. Vamos deixar claro que violência e doença mental são expressões semi independentes do comportamento humano. Não há nexo causal entre elas. Há doentes que não são capazes de fazer mal sequer a um inseto. Além disso, deprimidos não saem por aí matando dezenas ou centenas de pessoas. Nunca atendi um paciente deprimido que fosse perigoso para outrem. Muitas vezes perigosos para si, mas nunca para os outros. Pessoas violentas e perigosas podem ser doentes também. Talvez tenha sido o caso desse piloto.

Bem, dito isso, devo responder que frente a uma pessoa demasiadamente deprimida, com tendências suicidas, devemos procurar todo tipo de suporte social, além do tratamento especializado. Qualquer suporte social serve como fator de proteção. Família, outros parentes, amigos, conhecidos, ou até mesmo profissionais especializados no acompanhamento destas condições. Estar do lado da pessoa, solidário e sem cobranças, é a melhor maneira de se ajudar aquele que está deprimido. Lembrando sempre que a depressão tem tratamento e a pessoa volta a ficar bem, pois as pessoas que estão passando por uma depressão grave, com ideias de suicídio, tendem a achar que aquilo não é doença, que elas de fato se transformaram irreversivelmente para aquele estado, e não acreditam que possam voltar a ser o que eram antes”.

2
O suicida tem sempre uma intenção de vingança no seu gesto?

“O suicídio é um comportamento complexo. Quando nos referimos a complexo, dizemos que ele aflora, emerge, como resultado de muitos fatores concomitantes. Há inúmeros tipos de suicídio. Individuais e grupais. Seria uma extensão enorme neste espaço, se fossemos abordar a questão do suicídio, tamanha a complexidade. Mas devemos lembrar que há suicídios que são considerados honrosos entre seu próprio grupo cultural, como os homens bomba, ou kamikases. Por outro lado, há outros que são cometidos individualmente, como resultado de insuportável sofrimento e até mesmo sob a crença de que sua morte vai aliviar a “carga” que impõe aos demais, portanto, sem qualquer expressão de vingança”.

3
Esse episódio pode contribuir ainda mais para o preconceito em relação à depressão?

“Sem dúvida. Extremamente útil ter perguntado. É importante reconhecer que esse indivíduo cometeu um assassinato em massa, seguido de suicídio. Depressão não é causa, nem direta, nem indireta, desse tipo de comportamento. Portanto, não pode ser apresentado à mídia como justificativa causal para este ato de total bestialidade”.

Enviado por: Redação
29/03/2015 - 12:22

Nova edição do livro ‘Móvel Moderno’: disputa por autógrafos

A tarde de autógrafos era da professora titular da FAU-USP Maria Cecília Loschiavo dos Santos, mas designers citados no livro “Móvel Moderno no Brasil” se animaram e também autografaram nas páginas onde os móveis de sua autoria foram citados, nesse sábado (28/03), na loja Mercado Moderno, na rua do Lavradio, no centro do Rio. O livro, obra de referência que está fazendo 20 anos e estava esgotado, foi reeditado pela Editora Olhares, revisto e atualizado pela autora e ganhou novo projeto gráfico.

Na obra estão desde peças pioneiras do mobiliário nacional das décadas de 20 e 30, com móveis criados pelo escritor Mário de Andrade e Lasar Segall, passando pelos mestres Joaquim Tenreiro, José Zanine Caldas, Jorge ZalszupinSergio Rodrigues até a geração que marcou os anos 1980 a 2000 e mais os talentos contemporâneos.

A edição é bilíngue e a pesquisa que gerou o livro foi financiada pela Fapesp e CNPq. Veja fotos na Galeria.

Enviado por: Redação
29/03/2015 - 11:09

Frejat: voz e violão com espaço pro público dançar

DSC_1048    Frejat   -  Show FREJAT - Março 2015 - Foto CRISTIN

Frejat em dois momentos: no palco, no alto, e nos bastidores com sua mulher, a empresária Alice Pellegatti, e Léo Jaime/ Fotos: Cristina Granato

Frejat em dois momentos: no palco, no alto, e nos bastidores com sua mulher, a empresária Alice Pellegatti, e Léo Jaime/ Fotos: Cristina Granato

Frejat deu folga para sua banda e fez um show em formato só de voz e violão para festejar, nessa sexta-feira e sábado (27 e 28/03), o terceiro aniversário da Miranda, casa de shows à beira da Lagoa. O show foi intimista, mas como o artista tem alma roqueira, a casa abriu uma pista na parte de trás da plateia para dar espaço para quem não consegue ficar parado.

Enviado por: Redação
28/03/2015 - 17:46

Wynton Marsalis no Rio: improviso e caipirinha sem álcool

Captura de Tela 2015-03-28 às 16.56.11.png

Captura de Tela 2015-03-28 às 16.56.51

No alto, Antônio Alberto Gouvêa Vieira e Wynton Marsalis; no centro, o jazzista com Vanda Klabin e Juju Muller; acima, Marcos Valle ao piano, observado por Marsalis/ Fotos: divulgação

No alto, Antônio Alberto Gouvêa Vieira e Wynton Marsalis; no centro, o jazzista com Vanda Klabin e Juju Muller; acima, Marcos Valle ao piano, observado por Marsalis/ Fotos: divulgação

Se quem foi ao show, nessa sexta-feira (27/03), na Cidade das Artes, de Wynton Marsalis e da Jazz at Lincoln Center Orchestra no Brasiljazzfest já saiu se sentindo um privilegiado – Wynton, um dos nomes mais influentes do jazz, não se apresentava há 10 anos na América do Sul – imagine quem esteve na quinta-feira na casa de Ângela e Antônio Alberto Gouvêa Vieira, no Humaitá.

Eles deram um jantar para a banda toda, a pedido do irmão de Ângela, Lywall Salles, que pertence à diretoria do Lincoln Jazz Center. Wynton adorou a casa, que fica logo abaixo do Cristo Redentor, e filmou com seu celular o interior e os jardins. O músico americano tomou caipirinha, mas pediu sem álcool (?), e quando avistou o piano, chamou Marcos Valle e seus músicos para tocarem. O improviso durou até as duas da madrugada de sexta.

Foi tão incrível a noite que Marsalis dedicou um post na sua página do Facebook com o texto: “Ontem à noite no Rio, improvisando com o grande Marcos Valle no “Summer Samba” (Samba de Verão), com Jessé Sadoc, Greg Gisbert e Marcus Printup”. Além de Valle e Jessé, também tocaram com Marsalis os brasileiros Mario Adnet, Hamilton de Hollanda e Zé Nogueira.

Enviado por: Redação
28/03/2015 - 16:28

Família Paglia: desfalque no jornalismo

No alto, a modelo Lili Paglia; acima, os pais Sandra Aneemberg e Ernesto Paglia/ Fotos: Raphael Castello/AGNews

No alto, a modelo Lili Paglia; acima, os pais Sandra Annenberg e Ernesto Paglia/ Fotos: Raphael Castello/AGNews

Os jornalistas Sandra Annenberg e Ernesto Paglia estavam, nessa sexta-feira (27/03), na primeira fila da 20ª edição do Fashion Weekend Kids, no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo. O casal tinha uma razão fortíssima para não perder o desfile da Spezzato Teen sob nenhuma hipótese: a filha linda Lili Paglia (com suas covinhas inacreditáveis) estava na passarela – e se saiu muito bem ao lado de atrizes mirins. Pelo jeito, o jornalismo perdeu um talento para a moda, mesmo tendo em casa dois craques na área, dia e noite, noite e dia.

Enviado por: Redação
28/03/2015 - 15:43

‘Invertida’, com Ronaldo Fraga

Ronaldo Fraga

O mineiro Ronaldo Fraga tem um lugar especial na moda brasileira: além de ser muito bem-humorado, é o estilista que mais aborda assuntos políticos, dentro e fora da passarela. Como gosta de contar, tornou-se estilista no susto: não teve mãe costureira nem irmãs provando vestidos em casa e nunca brincou de boneca. Mas investiu fundo na profissão: estudou na Parson’s School of Design (NY) e na Saint Martin’s School, em Londres. Seus desfiles sempre têm uma grande referência às raízes brasileiras e seus personagens: já homenageou Carlos Drummond de Andrade, Guimarães Rosa, Athos Bulcão, Zuzu Angel e o futebol brasileiro. Também já criou uma exposição sobre o Rio São Francisco. Com a mesma intensidade, se desiludiu do mercado da moda e deixou de desfilar na São Paulo Fashion Week, mas voltou atrás na decisão. Casado há 16 anos com Ivana Mendes, é pai de Ludovico e Graciliano.

Ronaldo anda entusiasmado com o projeto Design na Pele, dele e da artista plástica Heloísa Crocco, com apoio do Centro das Indústrias e Curtumes do Brasil e da Apex. Ele e Heloísa estão trabalhando com curtumes de todo o país para que o Brasil vá além de ser o maior exportador de couro in natura do mundo e conquiste valor agregado pelo design – hoje, não passamos do 40º lugar no ranking mundial. Os dois selecionam couros que se transformam em móveis, revestimentos de parede, calçados e vestidos. O projeto já passou por Hong Kong e Bolonha e vai ser apresentado em abril, na Feira de Design de Milão, e em junho na Couro Moda.

Embora nunca tenha desfilado no Fashion Rio, acha a paralisação do evento um fato tristíssimo: “Se estivéssemos falando só de um evento no cenário carioca já seria preocupante, mas estamos falando de uma questão de falta de patrocinadores, de apoio do governo ao segundo setor que mais emprega e que padece de sobretaxas, de uma falta de visão da importância cultural da moda na história do país – foi a primeira indústria que o rei de Portugal permitiu que fosse implantada, para vestir os escravos. Hoje acaba o Fashion Rio, amanhã acaba a indústria da moda no país!”.

UMA LOUCURA: “O quanto o tempo voa”.

UMA ROUBADA:  “Insistir em ser empresário no Brasil”.

UMA IDEIA FIXA: “Ser otimista, só de raiva, em relação ao governo brasileiro”.

UM PORRE: “A nuvem moralista que envolveu o Brasil”.

UMA FRUSTRAÇÃO: “O descaso do governo brasileiro com os rios”.

UM APAGÃO: “A memória do povo brasileiro na hora de votar nos seus representantes”.

UMA SÍNDROME: “Nunca tive síndrome do pânico, mas sempre penso, em determinadas situações, que se tivesse, que se eu sofresse, aquilo ia ser fatal pra mim”.

UM MEDO: “Do crescimento da Frente Evangélica na política”.

UM DEFEITO: “Falar o que penso, sem pensar”.

UM DESPRAZER: “A situação da indústria têxtil brasileira. Em 2010 havia uma previsão de que a indústria têxtil nacional ia durar só até 2030; pois acabou antes, em cinco anos – restaram umas cinco indústrias grandes de produtos têxteis no Brasil”.

UM INSUCESSO: “Minha participação no conselho do Ministério da Cultura, representando a moda. Foi na gestão do ministro Gilberto Gil, continuando na do ministro Juca Ferreira. A questão é que não se consegue enxergar a moda com um peso cultural, só como um caso tributário. E o conselho não foi legitimado ainda, gastávamos três dias em Brasília em discussões para não dar em nada. Fiquei lá por dois anos e acho que cumpri meu papel. Depois me distanciei…”

UM IMPULSO: “Fritei nas mídias sociais o fato de a Giselle Bündchen ter usado Louis Vuitton na final da Copa do Mundo, em vez de uma marca brasileira. Mas foi uma coisa de que não me arrependi”

UMA PARANOIA: “Brigar sempre pela cultura popular”.

Enviado por: Redação
28/03/2015 - 14:28

Bolsa de Diamantes do Panamá: gaúcha está no comando

A gaúcha Ali Pastorini, de 32 anos, é a única brasileira com cargo executivo na Bolsa de Diamantes do Panamá/ Foto: divulgação

A gaúcha Ali Pastorini, de 32 anos, é a única brasileira com cargo executivo na Bolsa de Diamantes do Panamá/ Foto: divulgação

Uma brasileira está à frente da diretoria do comitê de marketing da Bolsa de Diamantes do Panamá, única da América Latina. A gaúcha Ali Pastorini tem como principal responsabilidade divulgar, para empresas latino-americanas, as vantagens de integrar a bolsa (Panama Diamond Exchange). Ali, com a sócia Dione Lima, é também dona de uma linha de joias, a Del Lima, que já tem representantes em Dubai, Doha, Nova York, Scottsdale e Miami.

Os profissionais do mercado de joias brasileiros vêm se destacando no setor, contratados para impulsionar os negócios de pedras preciosas e ouro em todo o mundo. Segundo o relatório de 2015 do McKinsey Global Institute, as vendas internacionais na área vão registrar crescimento de até 6% nos próximos cinco anos, com vendas anuais de cerca de US$ 250 bilhões.

Enviado por: Redação
28/03/2015 - 13:00

Morte de produtor: muita gente anda ‘recaída’

Sandro Buffi: o consultor de moda em frente à casa de Tufão, da novela Avenida Brasil / Foto: arquivo pessoal

Sandro Buffi: o consultor de moda em frente à casa de Tufão, da novela Avenida Brasil / Foto: arquivo pessoal

O povo não para de falar na morte trágica do consultor e produtor de moda Sandro Buffi (nessa sexta-feira, 27/03), cujo principal trabalho era colocar roupas e acessórios das marcas que representava nas novelas e programas da TV Globo, depois de apresentá-las aos figurinistas.

Sandro, muito querido no meio, entrou para a moda ainda bem jovem, aos 18 anos, quando conheceu produtores e fez muitos amigos.

A família, que vive no Sul, já está no Rio para liberar o corpo no IML.

Uma coisa vem chamando atenção na cidade carioca: ouve-se muito sobre pessoas usuárias de drogas que voltaram à ativa, depois de tempos limpas. Frase bastante falada: “Fulaninho está recaído; fulaninha está recaída”. Fiquem atentos se não querem correr determinados riscos.

Enviado por: Lu Lacerda
28/03/2015 - 11:52

Mais de 10 mil refugiados querem viver no Brasil

As solicitações para refúgio político no Brasil saltaram de 8.302 em outubro do ano passado para cerca de 10 mil em dezembro do mesmo ano/ Foto: reprodução da internet

As solicitações para refúgio no Brasil saltaram de 8.302 em outubro do ano passado para cerca de 10 mil em dezembro do mesmo ano/ Foto: reprodução da internet

Enquanto o sonho de muitos brasileiros é deixar o país nesse momento de crise, existem atualmente cerca de 10 mil (número de dezembro do ano passado) pedidos de refúgio no Conare, Comitê Nacional para os Refugiados, órgão do Ministério da Justiça. Para que uma solicitação dessa natureza seja aceita pelo governo brasileiro é necessário que, no país de origem, esteja acontecendo uma violação generalizada dos direitos humanos, condição estabelecida na Declaração de Cartagena de 1984.

O país já acolhe 7.289 refugiados, de 81 nacionalidades diferentes, com predomínio de cidadãos da Síria, Colômbia, Angola e República do Congo, dos quais 25% são mulheres. A maioria é de sírios, cerca de 1.800. O número total de pedidos de refúgio aumentou mais de 930% entre 2010 e 2013 (de 556 para 5.882). Esses dados não incluem os haitianos, que vêm chegando ao Brasil desde o terremoto de 2010 naquele país. Nesse caso, eles tiveram visto de residência permanente por razões humanitárias. De acordo com dados da Polícia Federal, mais de 39 mil haitianos entraram no país até setembro de 2014.

O Brasil é o maior doador, entre os países emergentes, do ACNUR, Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados. Em 2010 o governo brasileiro apoiou financeiramente as operações humanitárias do ACNUR no mundo com US$ 3,5 milhões; em 2011, com US$ 3,7 milhões; em 2012, com US$ 3,6 milhões e US$ 1 milhão em 2013.

Enviado por: Redação
27/03/2015 - 18:17

Carlos Falchi: designer premiado morre em Nova York

O designer brasileiro Carlos Falchi, radicado nos EUA, ganhou duas vezes o Oscar da moda/ Foto: divulgação

O designer brasileiro Carlos Falchi, radicado nos EUA, ganhou duas vezes o Oscar da moda/ Foto: divulgação

Carlos Falchi, designer brasileiro, que morava em Nova York há anos, morreu nesta sexta-feira (27/03), depois de um mês internado, de infecção em decorrência de uma cirurgia no cérebro. Falchi ganhou duas vezes o Lifetime Achievement Award, o Oscar da moda, e era membro do CFDC – Conselho de Designers de Moda da América. Seus acessórios e bolsas são vendidos no mundo inteiro. Em NYC, por exemplo, estão na Saks, Bergdorf Goodman etc, com estande próprio. Carlos, que era mineiro, deixa duas filhas americanas. 

Enviado por: Redação
27/03/2015 - 17:29

Irmão de vítima do voo AF 447 fala da tragédia aérea nos Alpes

O copiloto Andreas Lubitz, apontado como culpado do acidente nos Alpes franceses/ Foto: reprodução da internet

O copiloto Andreas Lubitz, apontado como único culpado do acidente nos Alpes/ Foto: reprodução da internet

Para Maarten van Sluys, vice-presidente da Associação dos Familiares das Vítimas do Voo AF 447, o fato de Andreas Lubitz, copiloto do Airbus 320  que caiu, terça-feira (24/03), nos Alpes franceses, estar sendo apontado como único culpado inspira desconfiança. “Houve muita pressa para se conseguir uma versão crível para o acidente, de dar uma satisfação para a opinião pública. Não duvido até que o copiloto poderia estar com depressão, mas outras hipóteses não foram ainda sequer investigadas”, conta Maarten, que perdeu a irmã, a jornalista Adriana Francisca, no voo da Air France 447 Rio-Paris, em 2009.

Maarten chama atenção para a transcrição rápida dos dados de voz da caixa preta: segundo ele, uma leitura do tipo costuma levar dias, o que não foi o caso desta vez. Também não foi achada a outra caixa preta que registra os dados do avião e que poderia indicar uma falha técnica.“Essa mesma hipótese de ato suicida do piloto chegou a ser insinuada no caso do avião da Malásia, acidente que até hoje não foi explicado”, continua.

Ele  cobra uma explicação mais detalhada para a afirmação de que era o copiloto que estava no comando do acidente na hora da queda. “Não poderia ser um passageiro? Um terrorista? Essa versão pode ser comprada pelos franceses, mas certamente não será pelos alemães”, afirma. Do convívio que teve com os integrantes da versão germânica da associação dos familiares das vítimas do voo AF 447 – foram 28 os alemães mortos no acidente – ele tirou a certeza de que a população do país de Angela Merkel vai exigir explicações mais criteriosas. “É, também, o prestigio da viação alemã que está em jogo”, diz.

Sluys conta ainda que, com o aumento da malha aérea no mundo inteiro, a incidência de acidentes cresceu proporcionalmente. “A média aceita atualmente é de uma tragédia aérea de grandes proporções de três em três meses”, finaliza.

Enviado por: Redação
27/03/2015 - 17:00

Emmanuelle: receber descalça pode ser uma boa ideia?

Glória Maria com Emmanuelle

Glória Maria com Emmanuelle de Clermont Tonnerre: a francesa ficou descalça com os convidados/ Foto: Lu Lacerda

Emmanuelle de Clermont Tonnerre, a francesa-carioca, empresária, já bem querida no Rio, onde tem muitos amigos, tanto quanto em Búzios, dona do Hotel Insólito, comemorou aniversário com jantar japa na Av. Vieira Souto, nessa quinta-feira (26/03). A certa altura, a anfitriã ficou descalça com os convidados, o que foi ótimo. Quando quebraram a primeira taça, precisou providenciar uma espadrille, para não correr riscos. Glória Maria, recém-mudada para o mesmo prédio, foi comemorar a alegria de ter como vizinhos Philippe e Emmanuelle de Clermont Tonnerre.

Enviado por: Redação
27/03/2015 - 16:24

‘Se Eu Fosse Eu’ nas últimas apresentações

Em cima, à esquerda, com Delson Antunes; ao lado, Delson com Camilla Amado e a filha, Maria Luiza; e, embaixo,

Em cima, à esquerda, Tereza Hermanny e Delson Antunes; ao lado, Delson com Camilla Amado e a filha, Maria Luiza; e, embaixo, Thiago Chagas, ator e produtor da peça/ Fotos: Lu Lacerda

Está entrando nas últimas semanas (vai até 12 de abril), no Teatro do Jockey, o espetáculo “Se Eu Fosse Eu”, inspirado em 15 crônicas de Clarice Lispector. Com texto e direção de Delson Antunes, são 15 atores em cena, muitos deles surpreendentes. Andrea Couto, Iuri Saraiva, Joana Pimenta, Juliana Stuart, Kiko do Valle, Linn Jardim, Mariana Cortines, Miriam Virna, Thiago Chagas, Sara Marques e Tereza Hermanny, que faz a escritora em cena. Professoras, como Camilla Amado, já não sabem quantas vezes viram o espetáculo, para todas as idades; na foto, por exemplo, está Maria Luiza, filha do diretor e neta de Camilla.

Enviado por: Redação
27/03/2015 - 15:54

Guilherme Licurgo e os dançarinos da ‘Martha Graham’

O fotógrafo carioca Guilherme Licurgo lançou, nessa quinta-feira (26/03), na Livraria Argumento, no Leblon, o livro “Desert Flower“. O trabalho mostra dançarinos da Martha Graham Dance Company de um jeito diferente: com tecidos fluidos do acervo da companhia de dança americana, eles foram fotografados em ambientes áridos, dançando, como se transformassem em flores. Veja fotos na Galeria.

Enviado por: Redação