28/08/2016 - 17:31

Presente depois das medalhas olímpicas: viagem à Disney

Só faltou a Jade Barbosa na foto: Bruno Chateaubriand, Diego e Daniele Hypólito, Arthur Nory e André Ramos / Foto: divulgação

Só faltou a Jade Barbosa na foto: Bruno Chateaubriand, Diego e Daniele Hypólito, Arthur Nory e André Ramos / Foto: Edilson Costa (acervo site Lu Lacerda)

Bruno Chateaubriand foi o empresário dos atletas Diego e Daniele Hypólito e Arthur Nory na Olimpíada – como todo mundo sabe, os rapazes ganharam medalhas de prata e bronze, respectivamente. O sonho dos ginastas era conhecer a Disney – Diego esteve na de Tóquio, no Japão, com Bruno e André Ramos, há dois anos, mas ainda não conhecia a original, nos EUA. O empresário resolveu dar esse presente para o trio: eles embarcaram, neste domingo (28/08), para a Flórida, mais André Ramos, marido de Bruno, e Jade Barbosa, amiga de todos.

Enviado por: Marcia Bahia
28/08/2016 - 16:16

Daniel Baker (médico da Madonna) está no Rio para a Jornada Carioca

Dra Palmyra Geissler recebe Dr Daniel Baker em almoço no Giuseppe Leblon. Fotos Antonio Kämpffe. 28.08 (28)

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No alto, os cirurgiões Volney Pitombo e Daniel Baker; no centro, Antonio Paulo Pitanguy Müller e Paulo Müller; à direita, Maria Cortez e Palmyra Geissler; acima, Palmyra Geissler, Antonio Paulo Pitanguy Müller e Juliana Siqueira / Fotos: Antonio Kampffe

No alto, os cirurgiões Volney Pitombo e Daniel Baker; no centro, Antonio Paulo Pitanguy Müller e Paulo Müller; à direita, Maria Cortez e Palmyra Geissler; acima, Palmyra Geissler, Antonio Paulo Pitanguy Müller e Juliana Siqueira / Fotos: Antonio Kampffe

Chegou ao Rio nessa sexta-feira (27/08) o americano Daniel Baker, considerado o maior cirurgião plástico de face do mundo. O médico, com consultório em Nova York, que opera, por exemplo, a Madonna, veio convidado do também cirurgião Volney Pitombo, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – Regional Rio, para a Jornada Carioca, que acontece no Hotel Sofitel, em Copacabana, de 31/08 a 03/09.

O convite foi feito quando Volney participou do 35º Simpósio de Cirurgia Estética em dezembro do ano passado, na cidade americana. Baker namora há três anos uma cirurgiã brasileira, Palmyra Geissler. Pitombo ofereceu almoço ao casal neste domingo (28/08), no Giuseppe Grill, no Leblon. Falante e simpático, Baker é o principal nome a participar do evento. Uma cirurgia de rosto com ele custa, em média, US$ 50 mil (informação extraoficial). Comparando com o Brasil, onde existem muitos nomes importantes nessa área, a mesma intervenção custa mais ou menos R$ 50 mil. Consta que foi Daniel Baker o maior “herdeiro” da clientela internacional de Ivo Pitanguy (como da Arábia Saudita), desde que o professor (que morreu recentemente) parou de operar.

Enviado por: Lu Lacerda
28/08/2016 - 15:05

‘Mulheres em Cena’: CCBB vai apresentar o melhor de nove diretoras da América Latina

Cena do filme "Joven y alocada", de Marialy Rivas, que ganhou o prêmio de melhor roteiro no Festival de Sundance, em 2012 / Foto: divulgação

Cena do filme “Joven y alocada”, da cineasta chilena Marialy Rivas, que ganhou o prêmio de melhor roteiro no Festival de Sundance, em 2012 / Foto: divulgação

Nove das mais atuantes diretoras de cinema da América Latina vão ter seus filmes exibidos no CCBB-Rio, de 21 de setembro a 3 de outubro. A mostra “Mulheres em Cena” vai apresentar 18 longas a preços populares e também vai organizar cinco debates, com entrada franca. Entre as brasileiras estão Anna Muylaert, Tata Amaral, Laís Bondazky e Lúcia Murat, que se somam à argentina Lucrecia Martel, a peruana Claudia Llosa, a venezuelana Mariana Rondón, a chilena Marialy Rivas e a paraguaia Paz Encina.

As curadoras da mostra, Andrea Armentano e Sofia Torre, querem provocar um debate sobre o papel da mulher na indústria cinematográfica e o papel da América Latina no cinema mundial. Só em 2009 uma mulher, a americana Kathryn Ann Bigelow, ganhou um Oscar como diretora, pelo filme “Guerra ao Terror”. Nos 70 anos de Cannes, a diretora neozelandesa Jane Campion ainda permanece como a única premiada, com o filme “O Piano”, de 1993.

Enviado por: Marcia Bahia
28/08/2016 - 14:04

Luana Piovani: festa de 40 anos teve a cara da atriz, bem autêntica

Luana Piovani e Carol Sampaio, à esquerda; ao lado, a atriz, o filho Dom e a modelo Carol Marra / Fotos: reprodução do Instagram

Luana Piovani e Carol Sampaio, à esquerda; ao lado, a atriz, o filho Dom e a modelo Carol Marra / Fotos: reprodução do Instagram

Luana Piovani usou o mesmo modelo do estilista Henrique Filho na sua festa de 40 anos, nesse sábado (27/08), no Copacabana Palace, mesmo vestido com que foi ao lançamento da edição da Playboy em que saiu na capa, em abril. Segundo uma amiga, a atriz disse que era um figurino muito especial para ser usado uma só vez. Esse é só um exemplo de como foi autêntica e descontraída a noite, que, em tudo, teve a marca da loura, conhecida por ser muito franca nas redes sociais e falar o que pensa.

Pedro Scooby, o pai dos seus filhos Dom, Bem e Liz, foi à festa – os comentários são de que o casal passa por uma crise. A própria Luana postou um vídeo no Snapchat em que admitiu isso, indiretamente. Na gravação, ela diz: “Casamento é para os fortes, não dá para querer ficar a vida toda com uma pessoa e achar que vai se manter do jeito que era no namoro. É por isso que, de tempos em tempos, senta-se e se organiza”.

E Luana estava radiante com a presença dos muitos amigos da vida inteira, dos quais pouquíssimo eram conhecidos, como Cléo Pires, Paulo Gustavo, Sergio Loroza, Carol Marra e Ellen Jabour. Ellen, aliás, escreveu no seu Instagram: Que festa linda, quanto bom gosto, que alto-astral! Ela só convidou quem ela quis, não convidou ninguém por conveniência (comemorações tem que ser assim mesmo!!) Ela se vestiu como quis e estava simplesmente deslumbrante!! No Copacabana Palace? Claro! Ela sabe que merece um festão! E a generosidade de pedir doações em vez de presentes, gente? Sim, ela já tem todos os presentes que a vida pode dar”.

Na noite, que teve como DJ Rodrigo Penna, ainda foi exibido um vídeo sobre a carreira da atriz. Ela está rodando em São Paulo, no momento, a comédia “O Homem Perfeito”, de Marcus Baldini. E a volta ao trabalho é mais um dos motivos para Luana estar se sentindo bem.

Enviado por: Marcia Bahia
27/08/2016 - 17:52

Serfaty sai pela 1ª vez desde esfaqueamento

Fabiano Serfaty:  "Ainda me sinto como se tivessem tirado um pedaço de mim" / Foto: Eny Miranda

Fabiano Serfaty: “Ainda me sinto como se tivessem tirado um pedaço de mim” / Foto: Eny Miranda

Vocês se lembram do endocrinologista Fabiano Serfaty, que foi esfaqueado no Leblon, em abril deste ano? O médico só saiu pela primeira vez desde a agressão, nessa sexta-feira (26/08), para a festa da amiga Liège Monteiro, na Av. Vieira Souto. Perguntado como se sente atualmente, respondeu: “Ainda me sinto como se tivessem tirado um pedaço de mim”. À época, entrevistamos seu pai, Alberto Serfaty.

Enviado por: Lu Lacerda
27/08/2016 - 14:00

Liège Monteiro: noite feliz num bordel

Foto de:

A empresária e promotora de eventos Liège Monteiro comemorou seu aniversário, nessa sexta-feira (26/08), com festa na casa do amigo Ricardo Rique, na Vieira Souto. Logo à chegada, no andar térreo, um painel com imagens da aniversariante, tipo do Andy Warhol. Na festa em si, flores, luz e tapetes vermelhos como num bordel, ideia do decorador Edgard Octávio – bem criativo! E nada daquela decoração que cheira-a-dinheiro, de jeito nenhum, tudo bacana e com cara de normal, se é que vocês me entendem!

A homenageada, que se relaciona com meio Rio, de centenários à pós-adolescentes, estava num dia muito feliz – era esse o clima. Recebeu à porta até alta madrugada, tanto o primeiro quanto o segundo rodízio, a gente sabe que carioca não está nem aí pra horário. Mais uma razão para o jantar ficar servido (da chef Cecília Borges, menu bem variado) por um longo tempo.

E a noite deu liga. A Liège convida sempre quem ela ama: desde a manicure predileta ao intelectual admirado. De início, aqueles cumprimentos, aquela conversinha (que entremeia a vida social), num vaivém de assuntos óbvios – você sabe, mais ou menos do tipo se-acha-não-fala, se-fala-disfarça; se-pensa-é-oculto, exatamente o oposto de alguns corpinhos quase à mostra, em modelos sensuais, curtos, justos, decotados – e precisa ser tudo junto, querida? Mas qualquer perfil é melhor do que o daquelas pessoas que sempre citam  ricos e poderosos, tentando atrair a atenção pra si – Hummm! Em festa com mais de 300 não dá mesmo para controlar – nada!

Vamos voltar ao bordel? Se fosse de verdade, certamente não faltaria a quem pegar, só de gataria, era visto por exemplo, Marcello Antony (chupões com a namorada Carolinie Holinger de vez em quando, cenas de matar quem via), Marcio Garcia, Malvino Salvador - ficando só nos artistas – e muitos outros.

Tudo na noite pode ser efêmero, mas o som do sax do Rodrigo Sha não parecia – a festa da Liège foi assim, algumas cenas vão ficar na cabeça, pelos menos dos mais animados. Veja fotos na Galeria!

Enviado por: Lu Lacerda
27/08/2016 - 13:25

Matheus Nachtergaele estreia como cantor em show sobre Antropofagia

Matheus Nactergaele e Beatriz Azevedo: o ator fez uma participação no lançamento do livro da atriz e escritora, em Congonhas, no mês passado / Foto: Daniel Laia

Matheus Nactergaele e Beatriz Azevedo: o ator fez uma participação no lançamento do livro da atriz e escritora, em Congonhas, no mês passado / Foto: Daniel Laia

Matheus Nachtergaele, todos sabem, é um ator incrível e premiado – é seu o título de Melhor Ator no festival de Gramado do ano passado, pelo filme “Big Jato” – que tem apresentado, no teatro, o monólogo “Processo de Conscerto do Desejo”, sobre poemas escritos por sua mãe. Ele também já dirigiu um filme, também premiado, “A Festa da Menina Morta”. Agora, o ator paulista vai estrear como cantor: nesta terça-feira (30/08), Matheus participa do show do CD “antroPOPhagia” de Beatriz Azevedo, no Oi Futuro Ipanema.

Beatriz é uma poeta, compositora e performer envolvida em um grande projeto sobre a antropofagia, que inclui um livro, um documentário e um CD sobre esse tema. Matheus vai cantar com ela duas músicas, uma das quais “Réveiller”, que joga com a palavra do título, que significa “despertar”, e “rêver” (sonhar) e “révéler” (revelar). Natchergaele  também vai ler um trecho do livro da artista, “Antropofagia-Palimpsesto Selvagem”, um dos últimos lançamentos da editora Cosac Naif, com capa e ilustrações de Tunga e prefácio do antropólogo Eduardo Viveiros de Castro.

Enviado por: Marcia Bahia
26/08/2016 - 19:00

Teatro, por Claudia Chaves: ‘Race’

05_cena_race_Gustavo Falcão_e_Heloisa Jorge

Dependendo da profissão que escolhemos, às vezes somos movidos a fazer coisas que escapam às nossas crenças; ou, mais grave, coisas que nos tiram o sono, de tão pesadas. E esse é o tema de “Race”, a segunda peça da Trilogia Mamet, idealizada pela Cia.Teatro Epigenia. Como um advogado negro poderá defender um homem branco de estuprar uma jovem negra.

Com direção de Gustavo Paso, no elenco estão Gustavo Falcão, Heloisa Jorge, Nill Marcondes e Yashar Zambuzzique, que realizam um pas-de-quatre para ver quem tem razão, ou não tem, quem é mais justo, quem é a vítima, quem é o algoz. O público se transforma num corpo de jurados para julgar a partir do que ouve, da versão do que lhe é contado, qual o destino dos personagens.

Yashar Zambuzzi e Nill Marcondes_foto de Gustavo Paso
“Um dos mais respeitados dramaturgos norte-americanos, David Mamet, que também é roteirista e diretor, tornou-se um ícone com seus textos densos, ágeis e precisos, chegando a ganhar o Pulitzer em 1984. Mamet costuma abordar, em seus trabalhos, questões atuais e pontos de vista controversos. Com reconhecida capacidade de lidar com as palavras e construir enredos, a linguagem tem centralidade em sua obra. Os filmes e peças de Mamet se dirigem a questões extremamente cáusticas da sociedade”, fala o diretor Gustavo Paso .

falcao e heloisa_foto de Gustavo Paso
“Race” se aproveita da questão racial apenas como uma metáfora da intolerância, sentimento baseado em que é mais poderoso, em que pode mais ultrapassar os limites. Ao mesmo tempo, leva a que se pense a máxima de “toda história tem dois lados” – ainda que um seja pior do que o outro.

SERVIÇO:
Teatro Glaucio Gill
De sexta a segunda às 20h

tarja.claudiachaves

Enviado por: Redação
26/08/2016 - 17:33

Casa Cor: pela primeira vez, o evento vai ter um espaço para cães

As arquitetas Mariana e Cristina Mascarenhas, com Gucci e Bê no colo: espaço na Casa Cor vai ser em homenagem aos cãezinhos / Foto: divulgação

As arquitetas Mariana e Cristina Mascarenhas, com Gucci e Bê no colo: espaço na Casa Cor vai ser em homenagem aos cãezinhos / Foto: divulgação

Um dos maiores eventos de decoração do país, a Casa Cor Rio, que este ano começa dia 11 de outubro, na Gávea, na mansão que pertenceu à família Rocha Miranda, vai contar, pela primeira vez, com um ambiente para bichos. Mais exatamente, um lounge canino: convidadas a assinar  um lavabo, as irmãs e arquitetas Cristina e Mariana Mascarenhas tiveram a ideia de transformar o espaço num lugar arejado e com todas as conveniências e mimos para o cãozinho descansar depois do passeio diário.

“Como hoje em dia o cachorro é parte da família, ele precisa ter um espaço que seu dono também possa curtir!”, diz Cristiana. A dupla está prestando uma homenagem a seus próprios animais de estimação, Gucci e Bê, que são mimadíssimos. A organização da Casa Cor planeja outras ações que tenham a ver, como um desfile dos arquitetos e seus cães.

Enviado por: Marcia Bahia
26/08/2016 - 16:03

Dente encapado cria saia justa em almoço

As facetas de porcelana, os dentes encapados, no popular, viraram mania entre os cariocas / Foto: reprodução

As facetas de porcelana, os dentes encapados, no popular, viraram mania entre os cariocas / Foto: reprodução

Dente encapado (como falamos), no Rio, é quase uma lei; cada dia aumenta o número de adeptos. Em recente almoço, no Country Club, em Ipanema, ao ser perguntada se é dolorido o procedimento, uma carioca não gostou – interpretou a pergunta como sendo uma invasão. Por que quem encapa os dentes não quer deixar pistas?

Num tom abaixo, outra convidada comentou: “A qualquer momento vamos precisar botar óculos escuros para cumprimentar algumas pessoas – pra não queimar a retina”, por brincadeira, claro, até porque é assunto de cada um. A pessoa aqui citada mudou o sorriso com Renê Gerdes, dentista bem conhecido no Rio, com consultório também em Ipanema. Perguntado, ele responde: “Algumas pessoas fazem só por estética; outras, pra levantar a mordida, deixando a oclusão perfeita. Melhora tudo: a função e a aparência”, diz Renê, ele próprio adepto.

A interessados, a perfeição dos dentes dura de 10 a 15 anos, aí sendo necessário a primeira troca. Recentemente, a escritora Fernanda Young publicou uma foto no Instagram, onde dizia: “Os dentes são meus”. Cada vez menos essa frase pode ser falada, com tantos dentes perfeitos, retos, brancos (como as nuvens). Por exemplo, o ator Otaviano Costa – o sorriso dele é incrível! É preciso deixar claro que às vezes é realmente necessário. Se incomoda, por que não fazer? Faz lembrar Ivo Pitanguy, que dizia: “A cirurgia plástica é, quase sempre, uma reparação, pelo menos para o interessado”. Deve ser o mesmo caso!

Enviado por: Lu Lacerda
26/08/2016 - 14:47

Pintando e meditando: artista plástica e filósofa abre seu ateliê no Horto

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No alto, Ione Manzali; acima, uma de suas telas de pintura meditativa zen budista  / Foto: divulgação

No alto, Ione Manzali; acima, uma de suas telas de pintura meditativa zen budista / Foto: divulgação

Mestre em filosofia contemporânea pela PUC e artista plástica, com ateliês no Jardim Botânico e em Nova York, Ione Manzali usa esse conhecimento na exposição “Enso, a perfeição da incompletude”. Com trabalhos retratando “ensos”, círculos em japonês, ela mostra em aquarelas, pinturas e desenhos o resultado de sua pesquisa sobre a pintura meditativa zen budista. Em julho, Ione deu uma palestra sobre o assunto, no II Simpósio Internacional da Associação Brasileira de História das Religiões, em Florianópolis.

A mostra fica só neste sábado e domingo (28 e 29/08), a partir das 11h, na Pacheco Leão, 704, casa 201 – o evento faz parte do 20º Circuito das Artes do Jardim Botânico.

Enviado por: Marcia Bahia
26/08/2016 - 14:02

‘BOA’: Bienal quer revitalizar a ópera brasileira

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No alto, Homero Velho, Gabriela Gelusa, Flávio Leite e Lara Cavalcanti, cantores da Ópera do Mambembe Encantado: acima, o maestro Carlos Prazeres e o diretor de cena Marcelo Cardoso Gama / Fotos: divulgação

No alto, Homero Velho, Gabriela Gelusa, Flávio Leite e Lara Cavalcanti, cantores da Ópera do Mambembe Encantado: acima, o maestro Carlos Prazeres e o diretor de cena Marcelo Cardoso Gama / Fotos: divulgação

Até a ópera nacional vai receber um incentivo como parte da herança da Olimpíada e da Paralimpíada no Rio. Como parte dos eventos de música erudita organizados pela Funarte para o período dos Jogos, a Escola de Música da UFRJ vai ter a I Bienal de Ópera Atual (BOA). Duas óperas inéditas, de compositores brasileiros contemporâneos, vão ser apresentadas: a “Ópera do Mambembe Encantado”, de Eli-Eri Moura, com libreto de Tarcísio Pereira; e “Medeia”, do pianista e compositor Mário Ferraro, que é também diretor artístico do projeto.

O maestro Carlos Prazeres é o regente, o diretor de cena é Marcelo Cardoso Gama, a coreografia é de Rubem Gabira e os cenários e figurinos são do artista plástico Ricardo Cosendey. Os solistas vão ser acompanhados da orquestra Abstrai Ensemble, grupo carioca de música de câmara contemporânea.

A entrada é franca e cada ópera vai ter três apresentações, sempre às 19h30, no salão Leopoldo Miguez da Escola de Música da UFRJ (Rua do Passeio, 98). “A Ópera do Mambembe Encantado” tem récitas dias 1º, 2 e 3 de setembro; “Medeia”, dias 15, 16 e 17.

Enviado por: Marcia Bahia
26/08/2016 - 12:29

Ajudinha para Layana Thomaz na loja da Roberta Damasceno

Em sentido horário, Layana Thomaz; Giselle Camargo e Claudia Savelli; Anna Thereza Cabral e Alice Tapajós; Lucinha Karabtchevsky, Liliana Leirner, André Lasmar, Patrícia Xavier e Roberta Damasceno / Fotos: Bruno Ryfer

Em sentido horário, Layana Thomaz; Giselle Camargo e Claudia Savelli; Anna Thereza Cabral e Alice Tapajós; Lucinha Karabtchevsky, Liliana Leirner, André Lasmar, Patrícia Xavier e Roberta Damasceno / Fotos: Bruno Ryfer

Roberta Damasceno, dona da multimarcas Dona Coisa, no Jardim Botânico, deu a chance a Layana Thomaz de vender rifas que vão custear seu tratamento do coração (assunto já falado aqui) durante lançamento das coleções de verão da sua loja, nessa quinta-feira (25/08). Algumas pessoas ignoraram completamente a ajuda tão singela, mas outras foram gentis e humanas. Quanto à loja, voltou com a marca Glória Coelho; as outras tantas, tão conhecidas, continuam.

Enviado por: Lu Lacerda
26/08/2016 - 11:41

241 lugares ‘secretos’ do Rio: livro mostra a cidade longe dos clichês  

Foto de:

Marcio Roiter, Manoel de Almeida e Silva e Thomas Jonglez, da editora Jonglez, se uniram para retratar a cidade carioca fora dos estereótipos de carnaval, samba e praias. O trio queria mostrar que o Rio não tem só atrações naturais – a intenção era desfazer a imagem de que é uma “cidade geográfica”, enquanto Salvador é uma “cidade histórica”.

Para isso, eles indicam no livro “Rio Secreto” 241 lugares pouco conhecidos e detalhes de lugares que frequentamos “sem notar”. Entre eles, a cela de Tiradentes no Hospital Militar da Ilha das Cobras, o Museu da Bíblia, o edifício neoegípcio de 1910, a fachada do Espaço Franklin, com 13 vitrais franceses em forma de cauda de pavão e o Cemitério dos Pássaros, único no mundo. Muitos estrangeiros, ainda na cidade depois da Olimpíada, foram ao lançamento, nessa quinta-feira (25/08), na Livraria da Travessa, em Ipanema. Veja fotos na Galeria.

Enviado por: Marcia Bahia
25/08/2016 - 20:09

Stella Luterbach organiza primeiro curso da Oneness University no Brasil

Stella Lutterbach é a organizadora do curso "O Fenômeno e a Dádiva", dias 3 e 4 de setembro, na Barra / Foto:  Paulo Jabur

Stella Lutterbach é a organizadora do curso “O Fenômeno e a Dádiva”, dias 3 e 4 de setembro, na Barra / Foto: Paulo Jabur

Stella Lutterbach se descreve como uma pessoa buscadora, que está sempre querendo melhorar e que, quando encontra algo, quer logo compartilhar com outros. Foi com esse espírito aberto que conheceu, por acaso, um casal de Brasília num voo Paris-Rio, em 2006, que voltava da Índia, onde também tinha ido para fazer um curso de ioga. Foi através deles que ouviu falar, pela primeira vez, da Oneness University, um templo no sul da Índia que existe para divulgar a transformação espiritual, sem ligação com qualquer religião. Os palestrantes têm milhares de alunos em 160 países, incluindo grandes empresários chineses e americanos.

De lá para cá, Stella viajou algumas vezes até a universidade e, agora, foi escolhida para organizar o curso “O Fenômeno e a Dádiva”, que tem como objetivo promover um grande salto de consciência nos participantes.

A arquiteta, que já trabalhava pela inclusão – sua filha com João de Orleans e Bragança, Maria Cristina, tem síndrome de Down – acredita que essa também era uma maneira de buscar a unidade, o que, para ela, só vem confirmar o acerto dessa sua ligação com a universidade indiana. “Quem tem contato com esses ensinamentos tem uma melhora em todos os níveis da vida, nos relacionamentos e em termos de abundância”, diz Stella. O curso vai ser no Windsor Barra Hotel, dias 3 e 4 de setembro.Mais informações e inscrições em: https://www.sympla.com.br/o-fenomeno-e-a-dadiva—the-phenomenon–the-gift—pg-brasil__78038

Enviado por: Marcia Bahia