18/12/2017 - 14:00

Deborah Secco doa mais de 300 peças para hospital em Curitiba

Deborah Secco: atriz doa 300 peças de roupa para bazar em Curitiba /Foto: Divulgação

Deborah Secco: atriz doa 300 peças de roupa para bazar em Curitiba /Foto: Divulgação

Em pleno domingão de sol no Rio, Deborah Secco pegou um avião e foi até Curitiba para fazer o bem: doou mais de 300 peças de roupas, inclusive do guarda-roupa da filha, Maria Flor, para a primeira edição do “Bazar Nobre é Contribuir”, do Hospital Pequeno Príncipe, nesse domingo (17/12). A atriz foi escolhida a madrinha do evento. “Fiquei muito feliz com o convite e impressionada com o trabalho do Pequeno Príncipe desde que visitei pela primeira vez, em julho. Principalmente depois de ser mãe. Para mim, é só o início de uma longa parceria”, diz Deborah, que está se preparando para voltar às telinhas na próxima novela de João Emanuel Carneiro, “Segundo Sol”. E você, já fez alguma coisa boa neste fim de ano?

Enviado por: Redação
18/12/2017 - 12:55

Culpa de Neymar! Horário de apuração do Carnaval 2018 será adiantado

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Neymar, o astro do Paris Saint Germain, vai jogar no dia da apuração das escolas de samba no Rio /Foto: EPA/Yoan Valat

Geralmente, a apuração do resultado dos desfiles das escolas de samba do carnaval carioca começava a partir das 16h45, no Sambódromo, mas, desta vez, vai ser antecipada para as 15h30. Segundo o “Carnavalesco”, tudo por causa de Neymar: a TV Globo, parceira da Liesa e dona dos direitos da transmissão dos desfiles, pediu que o horário fosse antecipado no dia 14 de fevereiro, uma Quarta-feira de Cinzas, por causa do primeiro duelo entre Real Madrid x PSG (Paris Saint Germain) pelas oitavas de final da Liga dos Campeões da Europa, ou seja, Neymar vai estar em campo. Que tal?

Enviado por: Redação
18/12/2017 - 12:00

Cachorra mais chique do Rio ganha marca com seu nome

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Na primeira foto, Charlotte Elizabeth na caminha feita por Leonardo Araújo ; na segunda, Gloria Portella, seguida de Eva Monteiro de Carvalho com Nina; na terceira, Letícia Protásio e Sueli Stambowsky com Charlotte Elizabeth / Fotos: Vera Donato

Se você é daquelas mulheres que correm para as lojas nos lançamentos de coleção, vai morrer de inveja de Charlotte Elizabeth, a chihuahua de Sueli e Ricardo Stambowsky, que pode ser considerada a cadelinha mais insuportavelmente elegante do Rio – ela seria uma Cate Blanchet do mundo humano, sempre na lista anuais das mais bem vestidas. De tanto sucesso com seus modelos únicos pelas ruas cariocas, Sueli se uniu à Letícia Protásio para lançar uma coleção inspirada em sua modelo, a “Charlotte Pet Fashion”, com exposição das roupinhas em manequins na “Gatão Shopping”, no Shopping da Gávea. O projeto de fim de ano das sócias criou, ainda, uma camiseta para os amigos humanos com a seguinte frase: “Charlotte, for your best friend”.

Enviado por: Redação
17/12/2017 - 14:30

Oito perguntas para Carolina Monte

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Carolina Monte faz parte de uma turma crescente que largou a profissão e agarrou, com tudo, uma nova atividade: a de costureira autodidata. Há 22 anos, ela se formou como engenheira de áudio pela Universidade de Nova York, e sempre trabalhou com música – foi integrante da banda de rock Irreversíveis, lá nos anos 2000. Investiu pesado em equipamentos para montar o Top 5 Estúdio, que funcionava desde 2002 – até pouquíssimo tempo -, numa casa no Cosme Velho. Foi lá, também, que organizou a digitalização (ao lado de Sidney Costa) de 235 fitas cassetes da irmã, Marisa Monte (por parte de pai, Carlos Monte, ex-diretor cultural da Portela), que estavam sendo destruídas pelas traças.

Do estúdio, não sobrou nada. Ela vendeu a parafernália tecnológica para montar seu ateliê na sala de 70 metros quadrados e nunca esteve tão feliz. “Sinto-me um pássaro livre da gaiola”, diz. Agora, acaba de lançar sua marca Carolina Monte e um site para vender suas roupas, como os já famosos quimonos com mangas japonesas de 90 cm, de estampas exclusivas. Durante os fins de semana de janeiro, ela vai participar de um bazar coletivo na K’Samba, na Fábrica Bhering, e prepara o lançamento da sua primeira coleção.

1
Quando e como perdeu o tesão pela profissão?

A profissão está dominada por uma minoria que é foda, uma panelinha. Meu estúdio tinha os melhores equipamentos, e as pessoas não queriam pagar R$ 50 a hora. Mas, no estúdio de (Alexandre) Kassin, no Monaural, eles pagam R$ 200, e as gravadoras chamam essas pessoas. Eu sou mulher, e o meio é muito machista. Existem somente três engenheiras de som no Brasil, que eu conheço de nome. Não é só pelo machismo, mas as pessoas não dão valor. E com a tecnologia, o estúdio também virou um espaço em extinção. Ficar 22 anos trancada também me cansou. E o lado artesão da música acabou; hoje em dia, tudo é resolvido pelo Pro Tools (sistema usado na pós-produção e dublagem de filmes e programas de TV). Estudei para tirar som, para fazer uma parada maneira e não ficar afinando voz. O padrão hoje é irreal: você ouve Pabblo Vittar e acha que ele canta bem, mas vai assistir a um show ao vivo… Aqui no Brasil tudo é muito ruim.

2
Então não existe artista bom?

Para as gravadoras e produtores, existe o que vende e o que não vende. Anavitória, por exemplo, é chato pra cacete – nunca sei se é uma ou são duas pessoas. Anitta canta com autotune (programa que corrige as performances vocal e instrumental) e domina a parada de sucesso, troca o tom, desafina, e ninguém fala nada porque ela é intocável.

3
Como aconteceu a costura?

Não quero fazer outra coisa da vida a não ser costurar. Minha mãe, Isabel, tinha uma fábrica de roupa de criança e vendia para a Mesbla. Eu ficava desenhando na mesa de controle de qualidade, e a via escolher cartela de tecido, ficava na loja vendendo roupa; mas isso foi apagado da minha vida. Há uns dois anos, peguei as camisas sociais do meu namorado e comecei a costurar. Nunca fiz aula. Fui para o YouTube, mas achei que ficaria uma merda minha primeira saia de pregas. Quando vesti, chorei. Dali, eu decidi que nunca mais compraria uma peça; tudo por aí é de trabalho escravo. As pessoas estão morrendo para fazer roupa. Eu quero um negócio ‘carma free’.

4
Não teve medo da mudança?

Menina, para quem já ficou dez horas e meia com o coração fora do peito (ela operou em 2010, para curar o CIV, defeito congênito do coração, conhecido como sopro), mudar de profissão é pinto. Quando você vive com um problema, acaba se tornando vítima. Quando fiquei curada, não tinha mais desculpa.

5
Você trabalha sozinha e por que quimonos?

Faço tudo: molde, costura e corte, mas tenho a costureira Edith Nascimento, que me dá uma força por causa da demanda. Eu costuro de três a quatro quimonos por dia e ela, 10. Quimono porque é democrático. Não tem grade; não quero colocar ninguém em rótulos. Uso viscose e algodão orgânico e não quero comprar metros de um só tecido porque acho ridículo todo mundo andando igual. Meu quimono é com costura francesa – você não vai ver overlock, é tipo alta-costura.

6
E sua irmã, o que achou?

Marisa não dá a menor bola, mas dá a maior força.

7
Você já era ligada em moda?

Muito. Cheguei a ter mais de 1.300 peças no meu guarda-roupa. Em Nova York, não tem como não ser consumista. Sabia o nome das marcas: se Marc Jacobs lançava coleção, ia correndo. Há alguns anos, fiz um bazar e vendi todas as minhas roupas. Hoje tenho 30, 40 peças…

8
Você está na contramão da crise…

Tem que ter uma coragem, porque eu saí de um negócio que eu entendia pra caralho para um que podia dar errado. Meu primeiro quimono, eu refiz várias vezes. O negócio é insistir. Não tem como ficar sentada em casa, esperando a crise passar. Mas, de investimento, gastei pouco. Não tenho garantia de dar certo; os caras do governo deixaram a gente na merda e agora temos que correr atrás. Eu mesma desmontei o estúdio e o transformei no ateliê porque não tenho dinheiro para pagar mão de obra. Mas, na crise – em todos os sentidos -, é quando as pessoas mais vencem, porque ela nos obriga a criar. E o brasileiro é o povo mais criativo que existe. Temos que improvisar.

Enviado por: Redação
17/12/2017 - 13:00

Glória Maria: filhas falam a idade, ao contrário da mãe

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Na primeira foto, Glória entre as filhas Laura e Maria; na segunda, Glória, Bela Gil, João Paulo Demasi e Flor; na terceira, Cris Vianna, Laura e Glória; na quarta, Renata Capucci com a filha, Diana; na quinta, a decoração com os unicórnios /Fotos: Felipe Panfili

Glória Maria festeja o aniversário das filhas, Maria e Laura, sempre junto, já que a primeira nasceu dia 18 e a outra, 28 de dezembro. Comemoraram 9 e 10 anos; ao contrário da mãe, fazem questão de falar a idade. Nesse sábado (16/12), das 100 crianças que participaram (no Centro Goiabeira Coisa e tal, na Barrinha), 35 (escolhidas pelas aniversariantes) foram convidadas para um acampamento, ou seja, passaram a noite; a festa acabou neste domingo (17/12), às 9 da manhã. Os amiguinhos de Maria e Laura esperam ano a ano. Glória se dedica às produções – este ano o tema foi “Unicórnio”: todas adoraram. A mesa de doces, por exemplo, dava para comparar à de alguns casamentos.

Enviado por: Redação
16/12/2017 - 13:31

De André Ramos para Narcisa: não precisa de motivo

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André Ramos, festeiro muito bem credenciado na cidade – casa bonita, mesa ótima, perfil alegre, e louco por uma festa -, deu jantar para a amiga Narcisa Tamborindeguy nessa sexta-feira (15/12), na Gávea. Sem motivo; com eles não precisa. O desejo já é uma boa razão. E chega a homenageada com a amiga Nina Stevens, como num duelo de caftans. Não precisava perguntar pra saber: figurino escolhido de propósito. Entre os não habituais, Aurivânia Constantino, da família acionista majoritária da Gol – o que levou a algumas brincadeiras com possíveis passagens de brindes; Rebeca Rique, adolescente filha de Ricardo Rique, com a beleza elogiada à exaustão, e Luiza Brunet, sempre presente, mas ultimamente ausente. Luiza chegou com um mulherão que ninguém conhecia: quem é, quem não é? Era a brasileira Grace Hajfler, trans que vive na Suíça, muito bem-casada com um local. No mais, todos eram personagens assíduos ali, queridos tanto do anfitrião quanto da homenageada. Veja fotos na Galeria.

Enviado por: Lu Lacerda
16/12/2017 - 12:00

Mitzi: pode ser uma ideia pra você no Ano Novo

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Você aí, de 30, 50, 70 anos, tem dúvidas quanto a começar alguma coisa? Um sonho, uma vontade, um projeto – talvez achando tarde ou que o momento tenha passado? Tem aqui um exemplo, num momento bem adequado ao fim de ano, ou seja, começo de outro: Mitzi de Almeida Magalhães, ex-primeira dama do Estado da Guanabara, está estreando como escritora aos 86 anos. A viúva de Raphael de Almeida Magalhães acaba de lançar o livro de contos “Estamos vivos – Eles também“. Pelo menos três gerações passaram pela Argumento, festejando a autora. Muito da inteligência carioca também. Uma convidada dizia: “Imagina uma conversa informal entre Cacá Diegues (genro de Mitzi) e Marcos Azambuja, por exemplo?”

Enviado por: Lu Lacerda
15/12/2017 - 18:30

Programe-se: agenda para o fim de semana

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Se você ficou de cabeça quente com a carta do ex-governador Anthony Garotinho à direção do presídio Bangu 8, anunciando que está em greve de fome, pode fazer uma trilha ou dar um mergulho em água-doce – há muitas cachoeiras maravilhosas. Só não me venha falar “cachu”: é mais ou menos parecido com chamar bicicleta de “magrela” ou mulher, de “esposa”, hein! 

Ou um praião? A meteorologia diz que é de sol o fim de semana todo. Pensando que podemos confiar nisso, vai separando um biquíni incrível pra desfilar seu talento físico; depois pode até dar uma pinta nas piscinas do Fasano, do Copa, do Emiliano (levando em conta seus relacionamentos, tá?). Fica com esse corpinho torrado, mas a vitamina D pulsando. 

Para os muito ansiosos (lê-se 95% dos cariocas), que tal antecipar o clima carnavalesco com muito samba? O Clube dos Macacos, no Jardim Botânico, recebe Diogo Nogueira, Jorge Aragão e Arlindinho para uma grande roda de samba, nesta sexta-feira (15/12). Convites pelo site ingressocerto.com. 

Dia ensolarado, vista linda e cultura: o Museu do Amanhã, em comemoração aos dois anos de operação, planejou um dia inteiro de atividades, para todas as idades, neste sábado (16/12), a partir das 11h. O evento tem como tema os 120 anos do Morro da Providência, a primeira favela do Brasil e vizinha do Museu. 

Algumas pessoas estão fazendo um movimento bem bacana na antiga fábrica da Bhering, em Santo Cristo. Paula Kossatz, da K’Samba – espaço que cria arte funcional com madeiras e objetos jogados nas caçambas do Rio -, vai reunir uma turma do mercado alternativo para o “Coletivo de Natal”, neste sábado (16/12), com ateliês e lojas, música, gastronomia e oficinas recreativas para crianças. 

Última chance de ir à exposição “Henri Matisse – Jazz“, na Caixa Cultural, no Centro. Na mostra do artista francês, morto em 1954, estão 20 trabalhos do álbum “Jazz”, feitos na segunda parte da carreira do pintor, desenhista e escultor. Este é o último fim de semana da mostra. 

Parque Lage comemora, neste domingo (17/12), 50 anos do filme “Terra em Transe”, de Glauber Rocha, onde o Lage é uma das locações. O evento é gratuito e, dentre oficinas para as crianças e shows acústicos, professores da Escola de Arte do Parque Lage vão abrir uma exposição com trabalhos autorais. 

Já tinha esquecido como era a gritaria em casa com as crianças de férias? Aproveita um ótimo programinha pra elas gastarem bastante energia e, o principal, fora de casa: a Cidade das Artes, na Barra, programou uma tarde de diversão e muitas brincadeiras, com o tema “conscientização ambiental”. Dentre as atrações, a exposição fotográfica “Projeto Ilhas do Rio” e oficinas de reciclagem. Para participar, cada criança precisa levar uma embalagem vazia e limpa, mas é preciso se cadastrar no site do projeto. As atividades são a partir das 16h. Clique aqui para saber mais.  

Que tal as muitas exposições que entram em cartaz neste fim de semana? Anota: a galeria Paço Imperial abriu quatro novas mostras, com nove artistas; o Instituto Moreira Salles inaugura o “#RioUtópico”, com imagens da cidade que vão além dos cartões-postais; Daniel Feingold expõe 24 pinturas na Cassia Bomeny Galeria; coletiva de 33 trabalhos de 15 artistas na Mercedes Viegas Arte Contemporânea. 

Pode passar o fim de semana lembrando em jamais seguir o caminho do Sérgio Cabral: usar seu talento para o mal, sim, talento para gestor ele tem – quando era governador, a cidade estava muito melhor (não tem como negar!). Não tivesse degringolado para a corrupção….. O ex-governador segue admitindo, no máximo, o caixa 2. Se isso fosse verdade, ah!, estaríamos mais felizes – nem que de vez em quando. 

Para refletir: para você, que só pensa em comprar, comprar e comprar, ainda mais neste inferno consumista pré-Natal, fica a dica: agora o negócio é o consumo “livre de carma”. Nada de pagar uma fortuna por aquela peça fabricada por mão de obra escrava. Agora a moda é consciente. 

Esta agendinha é só até domingo, mas, neste caso, vale: na segunda-feira (17/12), Ana Botafogo e Carlinhos de Jesus vão dançar “Fascinação” na escadaria do Municipal, na manifestação pelos salários atrasados – a partir das 5 da tarde. 

Ilustração: Edgar Moura

Enviado por: Lu Lacerda
15/12/2017 - 17:30

Cineasta francês Raymond Depardon estará no Brasil em janeiro

Autoportrait of French photographer and film maker Raymond DEPARDON.

O fotógrafo e cineasta Raymond Depardon vem ao Brasil em janeiro para festival de filme e exposição /Foto: Divulgação

O fotógrafo e cineasta francês Raymond Depardon estará no Brasil, entre os dias 16 a 22 de janeiro, para participar de debates e encontros com o público durante a “Mostra Depardon Cinema”, que acontece no Centro Cultural do Banco do Brasil do Rio e de São Paulo, entre 3 e 28 de janeiro. Produzida entre 1969 e 2017, a seleção tem 28 filmes documentais e de ficção, incluindo “12 Dias”, seu último filme exibido no Festival de Cannes deste ano. Ele também vai ganhar a exposição “Un moment si doux” (“Um momento tão doce”), com 170 imagens. O francês, de 75 anos, é integrante da agência francesa de fotografia Magnum desde o fim dos anos 50.

Enviado por: Redação
15/12/2017 - 17:00

Manifestação no Municipal: Chico Buarque liberou canção

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Ana Botafogo e Carlinhos de Jesus: casal vai dançar “Fascinação” na escadaria do Theatro Municipal na manifestação pela falta se salários / Foto: Eny Miranda

Na próxima segunda-feira (18/12), acontece a 3ª manifestação do ano na porta do Theatro Municipal, tentando chamar atenção para o atraso dos salários dos artistas. As anteriores foram em maio e outubro. Ana Botafogo (primeira bailarina) e Carlinhos de Jesus vão dançar “Fascinação” na escadaria do teatro, entre outras apresentações. Chico Buarque liberou o uso da canção “Apesar de você”. Pedro Ismael Olivero, presidente do SINTAC (Sindicato dos Servidores da Ação Cultural do Estado do Rio) e da Associação do Coro do Theatro Municipal, comenta: “Já tivemos bailarinos dirigindo Uber, fazendo doces pra vender e até se virando como faxineiro, pela sobrevivência.”

Enviado por: Lu Lacerda
15/12/2017 - 16:00

Zé Renato comemora 40 anos de carreira com novo álbum em 2018

Zé Renato: cantor e compositor prepara um novo álbum solo para janeiro de 2018 /Foto: Divulgação.

Zé Renato: cantor e compositor prepara um novo álbum solo para janeiro de 2018 /Foto: Divulgação.

O cantor e compositor Zé Renato, capixaba radicado no Rio, ainda comemora os 40 anos de carreira envolvido em vários projetos. Paralelamente à retomada dos shows com o grupo Boca Livre e Banda Zil, ele prepara um novo álbum solo para janeiro de 2018, “Bebedouro”. Seu último CD 100% autoral e inédito foi “Breves Minutos”, de 2011. Para a música de trabalho, Zé escolheu “Náufrago”, em parceria com Nei Lopes, a música nasceu de uma ideia que veio de longe: “Foi inspirada na cantora Cesaria Évora e nos sons do Cabo Verde. Nei escreveu uma poesia de amor ambientada nas paisagens de lá, depois que eu mandei a melodia e conversei com ele sobre a inspiração”, conta Zé. O novo CD terá ainda participações de Dori Caymmi, Moraes Moreira, Dadi, Celso Fonseca, Vinícius Cantuária, João Cavalcanti e Pedro Miranda, além dos jovens do Grupo Subversos e João Moschkovich, guitarrista e filho de Renato.

Enviado por: Redação
15/12/2017 - 15:00

Rick Amaral e Ricardo Salim: festa de Natal com outro clima

Rick Amaral e Ricardo Salim: empresários fazem pós-ceia de Natal na boate Hippo /Foto: Arquivo site Lu Lacerda

Rick Amaral e Ricardo Salim: empresários fazem pós-ceia de Natal na boate Hippo /Foto: Arquivo site Lu Lacerda

Se sua ceia de Natal acaba logo depois de esvaziarem os pratos, com a sua avó louca pra cair na cama ou aquela tia bêbada que só toma espumante nesta época do ano, o seu lugar é na festa “pós-ceia” HippoNoel, no dia 24/12, no Hippo, em Ipanema. Os empresários Rick Amaral e Ricardo Salim vão trazer à cena músicas dos anos 1970 e 1980 para os 300 convidados que vão dançar ao som de músicas daquela época, além dos DJs de música eletrônica Newton Noronha, Marcelo Vre e Rodrigo Morgado, da produtora Underdogs, de Salim. “Desde que o Hippo reabriu, eu conversava com o Rick sobre a volta das festas de Natal que fizeram história no clube”, diz Salim.

Enviado por: Redação
15/12/2017 - 13:30

Marcos Bocayuva cria o conceito “Surf Food”, a cara do Rio

Marcos Bocayuva: comentarista do SporTV cria conceito 'surf food' no Rio /Foto: reprodução do Instagram

Marcos Bocayuva: comentarista do SporTV cria conceito ‘surf food’ no Rio /Foto: reprodução do Instagram

Quer saber tudo sobre surfe? Pergunte a Marcos Bocayuva, 47 anos, sendo 35 de praia e prancha. Esse carioca da gema, comentarista do Circuito Mundial de Surf da WSL (World Surf League) no SportTV, além de redator, DJ nas horas vagas, agora amplia o currículo: é chef. Sem nunca esquecer o esporte, ele criou o conceito “Surf Food”, comida costeira do Pacífico, principalmente da Califórnia (onde morou de 2014 a 2016), México, Peru e Havaí, com influências europeias e asiáticas. “Sou ‘piscetariano’, e há 26 anos não como carne vermelha, só peixe, frutos do mar e um pouquinho de frango”, diz ele.

A primeira experiência no Rio foi em julho, na House of Food, na Void, mix de bar, itens de conveniência e multimarcas que leva cozinheiros convidados. Foi um sucesso. Agora ele vai repetir a dose na “Prosa na Cozinha“, restaurante-laboratório, no Jardim Botânico, durante todos os domingos de janeiro com harmonização de cerveja, música e bom papo”, diz o hiperativo Bocayuva, que está apaixonado pelas panelas e ainda pretende fazer um programa de TV, ou ter um canal no YouTube sobre o estilo culinário e fazer colaborações em restaurantes e eventos como convidado. “Não quero abrir restaurante porque me impediria de fazer outras coisas.”

Enviado por: Redação
15/12/2017 - 12:23

Festa dos arquitetos: noite de autógrafos no Leblon

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Os arquitetos cariocas André Piva, Vanessa Borges, Cadas Abranches e Gisele Taranto já tinham lançado seus respectivos livros separadamente, no Rio e São Paulo. Mas como vocês sabem, a classe é muito unida e resolveu fazer um novo encontro nessa quinta-feira (14/12), na Livraria Argumento do Leblon. Obviamente o lugar ficou lotado de amigos – os que já compraram as publicações, outros que foram só para não perder o costume, e os que saíram com a bolsa mais pesada. Veja fotos de quem passou por lá.

Enviado por: Redação
15/12/2017 - 12:00

Brennand: artista faz vídeo fofo para crianças de creche carioca

Contemporâneo de Amílcar de Castro e Frans Krajcberg, o artista plástico pernambucano Francisco Brennand, de 90 anos, ficou surpreso com os alunos da Creche Escola Interativa, no bairro do Recreio, no Rio. As crianças, com mais ou menos 4 anos, assistiram a alguns vídeos sobre o artista, observaram seus trabalhos e criaram desenhos inspirados nos famosos “ovos” do escultor, feitos em cerâmica e pintados à mão.

“Usando uma expressão de vocês, os desenhos ficaram ‘massa’ (Brennand, hoje em dia é ‘irado’- rs). Não existe nenhuma possibilidade de uma criança não saber desenhar, e temos que incentivar isso. São obras de arte que eu assinaria embaixo”, disse Brennand num vídeo, em agradecimento aos pequenos artistas.

Os ovos de Brennad, feitos em cerâmica e pintados à mão /Foto: Reprodução

Os ovos de Brennad, feitos em cerâmica e pintados à mão /Foto: Reprodução

Enviado por: Redação