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No alto, Alexandre Murucci, Myriam Glatt e Úrsula Tautz; em seguida, Salomão e Riva Crosman com Tufic Nigri; depois, Kleber Cruz, Beth Katona e Monica Barki; acima, Benjamin Rothstein, Jozias Benedicto e Eduardo Garcia/ Fotos: Marco Rodrigues

No alto, Alexandre Murucci, Myriam Glatt e Úrsula Tautz; em seguida, Salomão e Riva Crosman com Tufic Nigri; depois, Kleber Cruz, Beth Katona e Monica Barki; acima, Benjamin Rothstein, Jozias Benedicto e Eduardo Garcia/ Fotos: Marco Rodrigues

Myriam Glatt já havia se inspirado em pedras, nuvens, sementes e flores em sua exposição anterior, em 2015. Em “Tempo, da contenção à expansão”, a artista plástica voltou às sementes de girassol, desta vez usadas numa instalação. As flores, por sua vez, retornam em referências a Van Gogh e Frida Kahlo, pintores que têm elementos de seus trabalhos usados em desenhos, pinturas e fotos dessa mostra que ocupa duas galerias do Centro Cultural Justiça Federal. A alegria de Myriam, que tem formação de arquiteta e cenógrafa, era bem evidente em abrir sua quarta individual.

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Enviado por: Marcia Bahia

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