06/09/2018 - 14:30

Rita Magalhães Pinto e Roberto Jatahy: o amor está na moda

“Ateen”: Maria Rita Magalhães Pinto e Roberto Jatahy /Foto: Miguel Sá

“Ateen”: Carolina Dieckmann e Maria Rita Magalhães Pinto /Foto: Miguel Sá

“Ateen”: Joana Nolasco e Didi Maia – Carol Xavier e Vivi Penalva /Fotos: Miguel Sá

“Ateen”: Rosi Paranhos, Simone Cavalieri e Daniela Oliveira /Foto: Miguel Sá

“Ateen”: Dani Rabello e Claudio Zoar – Valentina Rezende e Carol Emmerick /Fotos: Miguel Sá

“Ateen”: Gisele Senna, Paula Bezerra de Mello e Cris Senna /Foto: Miguel Sá

Existe concorrência no comércio? Sim, claro. Mas, pelo menos entre duas marcas cariocas, isso certamente passou a não significar absolutamente nada: a Ateen e a Animale. Os donos, Maria Rita Magalhães Pinto e Roberto Jatahy começaram um romance tipo “como-eu-estava-vivendo-até- hoje-sem-você?” – o que ficou bem à vista para os observadores da vida alheia, levando algumas criaturas, praticamente, a sonhar. Quem não quer amar e ser amado? Quem? Maria Rita acaba de se separar depois de um casamento de 10 anos com o empresário Arturo Isola

Tirando esse item, a A-teen comemorava 20 anos da loja de Ipanema, com festa na Nossa Senhora da Paz, que ganhou a rua. Lá estava também a linda Carolina Dieckmann, a quem ninguém resiste; a atriz é modelo da marca. Enquanto isso, show do Zé Ricardo, ingênuo, nem imaginava que algumas daquelas letras cantadas por ele estavam tocando em cheio a alguns da plateia – se é que vocês me entendem. Nesse clima inspirado, Rita deve criar peças incríveis para a estação. 


Enviado por: Lu Lacerda
04/02/2018 - 12:20

Bloco da Preta: mais de 400 mil pessoas

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Mal amanheceu e já tinha gente nas ruas do Centro do Rio para esperar a 9ª edição do Bloco da Preta, nesse domingo (04/02). A cantora madrugou, fez exercícios de fonoaudiologia para aquecer a voz e aguentar o tranco e recebeu jornalistas para a coletiva de imprensa no terraço do hotel Prodidy, com uma vista surreal da Baía de Guanabara, mesmo sem sol – ele deu uma folguinha. “Todas as Cores do Rio” foi o tema do carnaval de Preta para comemorar a diversidade do carioca – cor é o que realmente não faltou. Os convidados chegaram cedo para acompanhar a amiga, que escolheu um figurino com cristais e inspiração em Baby do Brasil para colorir os cabelos e tons de rosa e roxo.

Carolina Dieckmann, madrinha do trio, escolheu a fantasia de cigana; Pabllo Vittar, convidada especial que levou os milhões de foliões à loucura, como sempre, surgiu fantasiada de Britney Spears com mesmo figurino usado pela cantora americana no VMA 2001, até com uma cobra píton albina (de brincadeirinha, é claro); Giovanna Lancellotti, vestida de arco-íris; David Brazil, Leticia Lima, o rei Momo Gominho, entre tantos. “Assim como meu último disco, que também tem esse nome, o bloco vai às ruas para celebrar o povo, sem distinções – índio, branco, negro, gay, pobre e rico, homem e mulher… O carnaval é a celebração da diversidade que é o próprio Brasil, e que neste período invade as ruas e toma posse delas. O carnaval é uma ‘geleia geral’, assim como a minha vida, meu público e meu trabalho”, disse Preta. Um forte cordão de isolamento humano foi armado para a área VIP, em frente ao trio elétrico. Quando Vittar e outros artistas desceram, os fãs enlouqueceram e foi difícil segurar, mas, até o momento, todos estão sãos e salvos – rsrsrs. Fato que as fotos de fãs vão bombar nas redes sociais durante o dia inteiro. É surra de Bloco da Preta, que deve terminar às 14h.

De todos os ângulos! . #blocodapreta #carnaval #carnavaldorio #carnaval2018

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Enviado por: Redação
27/10/2017 - 11:00

Carolina Dieckmann sobre personagem em série: “Foi um trabalho mental”

Carolina Dieckmann: atriz vive médica em nova série /Foto: Isabella Pinheiro/GShow

Carolina Dieckmann: a bela atriz vive médica em nova série, que estreia na TV em janeiro /Foto: Isabella Pinheiro/GShow

Carolina Dieckmann é a alegria da festa, aquela pessoa que todos esperam para animar o ambiente. Foi assim durante o lançamento da série “Treze Dias Longe do Sol”, escrita por Elena Soárez e Luciano Moura, nessa quinta-feira (26/10), na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Ela protagoniza a minissérie de 10 capítulos ao lado de Selton Mello, que estreia no Globo Play no dia 2 de novembro (e na TV em janeiro). A atriz, atualmente morando em Miami, com o marido, Tiago Worcman, e o filho caçula José, veio ao Brasil só para o evento e volta à cidade americana neste domingo (29/10).

Era perceptível sua alegria ao contar sobre a personagem, que fica soterrada quando um prédio construído pelo engenheiro Saulo, personagem de Selton Mello, desaba. “Marion é um médica que sabe como fazer um curativo e quanto tempo uma grávida contrai antes de parir (na trama, a atriz Camila Márdilla está grávida e também soterrada). Fizemos uma preparação e, como passamos muito tempo numa situação limite, tivemos que colorir o momento, porque não podia ser dor o tempo todo, fome, sede… Foi um trabalho mental”, diz ela.

Perguntada se existe algo que a deixa claustrofóbica, não pensou duas vezes. “Tenho aflição de elevador com muita gente. Tenho vontade de sair, mas tenho vergonha, mas nessas horas vem o autocontrole”. Na história, sua personagem terá uma forte ligação com o engenheiro vivido por Selton, de quem foi par romântico em “Tropicaliente” (1994), como Açucena e Vitor. “Acho que retomar essa parceria depois de tantos anos sem trabalharmos juntos é uma forma de rever a minha própria história, ver onde comecei e onde conseguir chegar. Relembrei muitas memórias e emoções daquela época”, reflete.

Outro detalhe que a deixou feliz foi a falta de maquiagem, já que Marion fica debaixo dos escombros, sempre suja de lama e poeira, que ela levava 40 minutos para limpar. “Odeio maquiagem. O que fiz foi caracterização (praticamente soletrando, aos risos). Eu até gosto, a gente se sente bonita, mas não gosto da sensação. Aquele negócio na pele… Me sinto bem quando estou no banheiro passando uma buchinha, limpando tudo.”

Carol também tentou explicar sua espontaneidade: “Sou uma pessoa que sempre tentou acertar usando a verdade. Sempre fui assim e trago isso desde sempre. Eu tinha uns 10 anos quando minha casa pegou fogo. Cheguei da escola e não tinha nada. Minha mãe disse que a gente não tinha perdido nada porque estávamos vivos. O que é nosso é o que a gente sente, o que a gente ama. Desde nova, por uma tragédia, vi que não controlamos o futuro.”

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Enviado por: Redação