Seis perguntas para Juliana Brittes (CEO da plataforma Sound Club): ela criou um app para ajudar os artistas que não têm onde se apresentar na nova era de shows virtuais

Com centenas de lives piscando para todos assistirem sem pagar um real nas redes sociais, como ficam os artistas, digamos, menos conhecidos, sem trabalhar, com a pandemia? Muitas ONGs e associações têm feito campanhas de arrecadação e financiamentos coletivos, mas a empresária carioca Juliana Brittes, fundadora do aplicativo Sound Club, que existe desde 2016, criou uma outra plataforma…

Pelo olhar do psi, por Arnaldo Chuster: “Os jovens não são ‘inocentes do Leblon’, nem de Bangu, nem de qualquer lugar”

Angelus Silesius, médico-pensador do século XVII, escreveu uma poesia com o título “Sem porquê”: “A flor é sem porquê, floresce por florescer, não olha para si mesma, nem pergunta se alguém a vê”. A poesia me parece falar do mistério da vida ou da realidade, ambas sempre muito mais complexas do que podemos supor. Com…

Opinião, por Manuela Noronha (estilista): “Como mexeram comigo as cenas de reabertura dos bares no Leblon — pessoas sem máscara, sem respeito, sem noção”

Moro na Gávea a vida inteira, mas o Leblon é o bairro que mais frequento: a praia, os restaurantes, academia, supermercado… Até que abri minha loja (Maria Manuela) há 15 anos, na Rua Dias Ferreira; desde então, minha frequência no bairro ficou ainda mais assídua.  Nessa época, o Leblon estava em fase de transformação — alguns…

Opinião, por Thereza Miranda: “Aos 92 anos, não podia imaginar esta pandemia, incrementada por uma gestão de um presidente que não escuta médicos e cientistas”

Estou ligada à Educação e Cultura desde os meus 30 anos e acredito ser, através delas, a única forma de um país crescer. Sempre olhei para os três vértices: aprender, ensinar, ler sem parar. Assim, estudei no Atelier de Gravura do MAM-RJ, dirigido por Edith Behring, sendo meu professor Walter Marques, de 1963 a 1969.…

Oito perguntas para Raphael Pazos (triatleta): “A bicicleta salvou muito restaurante e empregou muita gente na pandemia”

Uma das únicas coisas ininterruptas na pandemia foi a bike. Ainda em março, a Organização Mundial de Saúde (OMS) indicou a prática como uma maneira de manter o distanciamento social, além de totalmente sustentável e alternativo às aglomerações em metrôs, ônibus e trens, com o plus do exercício físico. Também, segundo a Associação Brasileira do…