“E a tal da ansiedade? Saber distinguir a fome física da fome emocional ajuda nos impulsos de atacar a geladeira a qualquer momento. Na primeira, queremos matar a fome com qualquer coisa, na segundo é aquele famoso “quero comer uma coisa gostosa, mas não sei o quê”. Atente-se a isso pra não sair da quarentena cabendo apenas nos pijamas, rss…”.

Da psicóloga e nutricionista Thaís Araújo, que trabalha com ênfase em nutrição comportamental, modulação intestinal e nutrigenética, sobre como lidar…

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“Houve momentos de muito medo, de angústia, e jamais vou me esquecer do barulho de ambulância contínuo por horas — uma coisa apavorante. Era impossível não perceber o movimento de guerra, com médicos aposentados e estudantes de medicina e enfermagem sendo convocados para o ‘front’. Ainda choro todos os dias quando vamos para a varanda bater palmas”.

Da artista plástica Ana Luiza Rego, que está presa em Nova York, com a filha, Filippa, desde o início da pandemia.

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