“Houve momentos de muito medo, de angústia, e jamais vou me esquecer do barulho de ambulância contínuo por horas — uma coisa apavorante. Era impossível não perceber o movimento de guerra, com médicos aposentados e estudantes de medicina e enfermagem sendo convocados para o ‘front’. Ainda choro todos os dias quando vamos para a varanda bater palmas”.

Da artista plástica Ana Luiza Rego, que está presa em Nova York, com a filha, Filippa, desde o início da pandemia.

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