“Algo de bom acontece no Brasil: nos últimos três meses, renovei minha carteira de motorista, meu passaporte e meu visto americano sem precisar recorrer a um despachante! Vai na Internet, coloca uma digital aqui, outra ali, e tudo se resolve no prazo previsto, sem estresse. Ainda dá para acreditar na humanidade… sem despachante”. Do empresário…

“Não publica isso, não. Não publica isso, não!”. Do governador Sérgio Cabral, nesta sexta-feira (15/07), ao ser flagrado por uma jornalista, saindo do consultório de sua psicanalista, na Gávea.

“O que fazer quando os turistas que vierem para a Copa e Olimpíadas precisarem de tratamento num hospital público? Receitaremos que eles comam brioches?” De Pedro Jesus, presidente do Conselho Regional de Enfermagem – Coren RJ, sobre a perda do prédio da única escola técnica de enfermagem do Estado para o Cordon Bleu

“Amo este Rio de Janeiro apesar de saber que o perigo aqui vem do mar, do ar e do chão, pela água poluída, pela bala perdida e pelo bueiro em explosão”. Do ator Maurício Branco, esta semana, falando sobre o Rio, onde mora desde 87.

“Até a Dilma encosta em mim pra sair nas colunas”. Da socialite carioca Renata Fraga, nesse fim de semana, comentando sobre seu encontro com a Presidente Dilma Rousseff por ocasião do aniversário do jornal O Dia (no último dia 27) e sobre sua segurança de que será publicada.

“Meu Deus, eu não sabia o quanto uma água era bom”. De Marcos Paulo, nessa quarta-feira (29/06), na Clínica São Vicente, depois de dias sem beber líquidos.

“Se você quer um relacionamento estável, seja homossexual”. Do cantor Toni Garrido, mestre de cerimônias da primeira edição do prêmio “Rio sem preconceito”, nessa terça-feira (28/06), no Teatro Oi Casa Grande –  Leblon.

“República das Ricas do Brasil”. Frase estampada na nota personalizada de R$ 1.000 dada por uma fã a Narciza Tamborindeguy, no último fim de semana, quando ela tocou no Estúdio Emme, em São Paulo.

“Imaginamos que o Rio é lindo e, por isso, tudo o mais não importa: com a sujeira, já estamos acostumados; a pobreza virou ponto turístico; o nível de educação e respeito entre as pessoas é sofrível”. De Ary Alonso, coach cabalista, esta semana, falando sobre o Rio de Janeiro.