“Compro com minha graninha suada”. De Glória Maria, nesta segunda-feira (02/05), em Ipanema, ao ser perguntada se estaria ganhando os sapatos de presente.

“Ela tinha ciúme de sua garrafa de uísque. Lembro que pedi um gole e ela não deixou”. De Jorge Salomão, nesta quinta-feira (28/04), falando da amiga Luciana de Moraes, ao saber de sua morte.

“Sugiro que você vá fazer sexo com seus livros e esquentar o pé nos seus discos”. Da terapeuta Anna Sharp, esta semana, para uma aluna que pretende se separar do marido porque ele lhe tira o tempo para ler e ouvir música.

“Foi ele quem me fez ficar sozinha comigo e ficar bem. O Sai Baba mudou a minha vida”. De Vera Fischer, sobre o líder espiritual Sai Baba, com quem ela esteve em 1996, na Índia, ao saber da morte do indiano, nesse domingo (25/04).

“Sou contra a exploração que a mídia está dando ao caso Realengo, o que excita outros loucos a querer fazer o mesmo que esse fez”. De Ivo Pitanguy, esta semana, comentando o caso da Escola Tasso da Silveira.

“Existe uma questão que me persegue há anos e que, mais uma vez, hoje, se colocou no almoço: para que servem os talheres de peixe?” Do empresário de energia, David Zylbersztajn, nessa segunda-feira, refletindo, na hora do almoço.

“Nos Estados Unidos, quando acontece uma tragédia dessas, a primeira coisa que se discute é o porte de arma. No Brasil, vão procurar o perfil psicológico de alguém que já morreu.” Da médica Leandra Metsavaht, esta semana, comentando a matança de Realengo, no Rio.

“Não é um psicopata. O psicopata tira vantagem, não se mata; o melancólico se mata”. Do psicanalista Alberto Goldin, nesta quinta-feira, comentado sobre a tragédia de Realengo, quando muitas crianças foras assassinadas pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira.