“Eu é que não vou encarar isso aí.” De Paulo Rocco, ex-presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, ao ser barrado na porta do auditório da Bienal, bloqueada por manifestantes, na tarde desta quinta-feira (1º/09).

“Não existe a menor relação da paróquia com a praia nem da religião com a Banda”. Ignez Barreto, Coordenadora do Projeto de Segurança de Ipanema, sobre o desfile da Banda de Ipanema, no próximo dia 07, para comemorar os 90 anos da Paróquia Nossa Srª. da Paz.

“Saio do inferno do Atacama para o céu de Jerusalém”. De Gloria Maria, esta semana, ao deixar o deserto do Atacama, e tendo como próximo roteiro a cidade de Jerusalém.

“Meu medo é zero – pra mim, é como se fosse uma verruguinha no dedo do pé”. De Boni de Oliveira, esta semana, falando sobre o câncer de próstata descoberto recentemente, do qual está tratando.

“Em Paris sei onde tem até a melhor folha de bananeira.” Do pai de santo baiano Augusto César, em temporada francesa, dando uma ideia do número de clientes que tem em Paris.

“Mentir pra mim mesmo. Por exemplo, eu sempre me digo, diante do espelho, que sou sexy, gostosão e lindo”. De Aguinaldo Silva, esta semana, ao ser perguntado sobre seu maior defeito – principalmente num momento de início de novela (“Fina Estampa”, que estreia no próximo dia 22, na Rede Globo).

“Quem tem hora pra tudo como eu, é prisioneiro, não tem liberdade. Meu principal companheiro é o relogio, sou refém dele”. De Alexandre Accioly, esta semana, em Ipanema, falando da correria que é a sua vida.

“A única diferença de agora para quando ele era Presidente da República é o número de seguranças; a loucura do povo, de todo nível, continua a mesma.” Do fotógrafo Paulo Jabur, falando sobre presidente Lula, na abertura da exposição “Betinho e o Ibase”, essa semana, na Caixa Cultural.

“Viu como estou falando bem o português?” Do ex-presidente Lula, depois de pronunciar as palavras “concomitantemente” e “poder-se-ia”, nessa terça-feira (09/08), na abertura da exposição “Betinho e o Ibase”, na Caixa Cultural.