“Em Paris sei onde tem até a melhor folha de bananeira.” Do pai de santo baiano Augusto César, em temporada francesa, dando uma ideia do número de clientes que tem em Paris.

“Mentir pra mim mesmo. Por exemplo, eu sempre me digo, diante do espelho, que sou sexy, gostosão e lindo”. De Aguinaldo Silva, esta semana, ao ser perguntado sobre seu maior defeito – principalmente num momento de início de novela (“Fina Estampa”, que estreia no próximo dia 22, na Rede Globo).

“Quem tem hora pra tudo como eu, é prisioneiro, não tem liberdade. Meu principal companheiro é o relogio, sou refém dele”. De Alexandre Accioly, esta semana, em Ipanema, falando da correria que é a sua vida.

“A única diferença de agora para quando ele era Presidente da República é o número de seguranças; a loucura do povo, de todo nível, continua a mesma.” Do fotógrafo Paulo Jabur, falando sobre presidente Lula, na abertura da exposição “Betinho e o Ibase”, essa semana, na Caixa Cultural.

“Viu como estou falando bem o português?” Do ex-presidente Lula, depois de pronunciar as palavras “concomitantemente” e “poder-se-ia”, nessa terça-feira (09/08), na abertura da exposição “Betinho e o Ibase”, na Caixa Cultural.

“O Copa era a laje básica da nossa família (Guinle)”. De Georgiana Guinle, nesse fim de semana, comentando a reunião de sua família no Copacabana Palace, no domingo (07/08).

“Com a morte da Amy Winehouse, fiquei muito deprimida. Me lembrou muito meu pai: poderia ter sido ele”. Da estudante de Jornalismo Isabella Lemos de Moraes, esta semana, sobre o livro que está escrevendo, “Love Me Tender”, onde conta a vida de seu pai, o empresário João Flávio Lemos de Moraes (herdeiro da Supergasbrás), e…

“A calça usada pelos garis é o que há de mais fashion no Rio”. Diz Carlos Tufvesson, nesse fim de semana, comentando um pedido feito a Ângela Fonti, presidente da Comlurb.

“Me mudo praticamente nua para o novo endereço”. De Maitê Proença, nesta sexta-feira (29/07), explicando que não leva nada do imóvel de onde está saindo: pôs tudo à venda. A atriz se transfere do Chopin (apto lateral) para o Chopin (apto de frente), na Avenida Atlântica.

“Queria ser do tempo em que quem não tivesse um salão de festas de, pelo menos, 400 metros, não era considerada nem nova-rica.” De Carmem Mayrink Veiga, esta semana, em conversa no Rio.