“Não tem novidade ruim, o que em Copacabana, já é bom”. Do PM Cleyton Chaddar, nesse fim de semana, ao ser perguntado se teria alguma novidade em Copacabana, onde ele trabalha.

“Alguém tem que trabalhar, né?”. De Flávia Sampaio, namorada de Eike Batista, quando perguntada sobre seu atraso no desfile da Daslu, nessa quarta-feira (26/10), no Palácio da Cidade.

“A Dedé acordou comigo, mas deixei ela na cama. Desgruda de mim, criatura!” Do estilista Napoleão Lacerda, nesta terça-feira (25/10), referindo-se à depressão (a famosa Dedé) que vem tentando colar no seu pé.

“Tem sempre uns três minutos de despedida, como se ninguém tivesse vendo nada, só pra ficar bem na foto.” De Paulo Araújo, garçom do Braseiro, na Gávea, nesta terça-feira (18/10), ao ver a demora da despedida dos artistas à saída do restaurante, como que posando disfarçadamente.

“O Chopin, sob muitos aspectos, é o samba do crioulo doido.” De Regina Marcondes Ferraz, esta semana, sobre as mudanças do Edifício Chopin, na Avenida Atlântica, desde a posse do novo síndico Antonio Cereto.

“O sucesso de Steve Jobs é, em grande parte, o resultado da vingança narcísica dele dirigida aos pais biológicos, claro”.   Da psicanalista Bia Kuhn, esta semana, comentando sobre Steve Jobs, aliás, como muita gente fez no mundo inteiro.

“Esse magnata foi alguém que inventou. Quem dera tivesse uma pessoa bacana para me apaixonar, ainda que fosse um antimagnata”. De Luiza Brunet, esta semana, sobre o que saiu na imprensa exaustivamente afirmando que ela estaria de romance com um magnata paulista.

“Vou para a área mais Vip do Rock in Rio: meu quarto com minha televisão maravilhosa” De Mariana Amaral, 7 anos, que poderia estar em qualquer camarote do Rock in Rio com o tio Rick Amaral ou com os avós, Gisella e Ricardo Amaral, mas preferiu o conforto de seu quarto.

“Elas apenas devem ter visto o tamanho do meu biquíni”. De Glória Maria, nesta sexta-feira (30/09), ao ser perguntada como suas filhas Laura e Maria, de 2 e 3 anos, sabiam cantar a música “Biquíni de Bolinha Amarelinha”.

“Ficamos abraçados numa comunhão de amor entre pessoas exercendo o perdão real do qual tantas religiões falam e ficam no abstrato” De Yvonne Bezerra de Mello, esta semana, descrevendo o encontro com um bandido que levou o filho ao projeto Uerê.