“O preconceito racial, os embates do feminismo, a obsessão pelas aparências, a superficialidade das relações e a desigualdade social caracterizam a contemporaneidade, para além da pandemia. Essas questões, contudo, já eram assuntos palpitantes há um século”. 

Da historiadora Marissa Gorberg, que acaba de lançar o livro “Belmonte: caricatura dos anos 1920” (Editora Fundação Getúlio Vargas), finalista do Prêmio Jabuti 2020, na categoria de Ciências Humanas.

“Precisamos buscar forças para renovarmos os nossos propósitos e encontrarmos as nossas missões no palco da vida. A palavra sacrifício pode ser vista como privação, mas também ser transmutada pelo seu significado essencial — o do ato de fazer ou manifestar o sagrado”.

Da bailarina Andrea Raw, fundadora, diretora artística e coreógrafa da Companhia Dança 3, desde 2012, no Rio. Com a pandemia, teve que se refazer e fundou uma escola virtual cujo foco é a Dança Moderna na América do Sul.   

“Depois da crise social trazida pela Covid-19, na qual as pessoas que mais sofrem são os pobres, muitos sem a mínima infraestrutura sanitária, entendo cada vez mais a frase do meu bisavô Oscar Niemeyer: ‘Meu  querido, fudido não tem vez'”.

Do arquiteto Paulo Sérgio Niemeyer, presidente do Instituto Niemeyer, conselheiro estadual da Cau (Conselho de Arquitetura e Urbanismo), presidente e fundador do Instituto Niemeyer e prestes a lançar o “Espaço Niemeyer”, dedicado à obra e vida de seu bisavô Oscar Niemeyer.