“Assistir ao show da Madonna é compromisso espiritual!” Da atriz Christiane Torloni, nessa quarta-feira (28/11), perguntada sobre se iria ao show da Madonna no Rio, no próximo dia 2.

“A Atlântica é praticamente um carnaval baiano, ao ar livre, até de manhã, durante o ano inteiro”. Do empresário Marcos Carvalho, morador da Avenida Atlântica, sobre o caos da área, com brigas entre prostitutas, som alto em plena madrugada e venda de drogas, por exemplo.

“Ser magro é genético, mas manter-se magro é ter o controle, que é só seu”. Do cantor Ney Matogrosso, nesse fim de semana, em entrevista para o site

“Por que ela não escolheu logo uma bilionária, pra se dar muito melhor?” De Narciza Tamborindeguy, nesta quinta-feira (08/11), comentando sobre o golpe que uma universitária tentou lhe dar, usando documentos falsos.

“Eu não preciso ser negro para lutar contra o racismo, não preciso ser judeu para lutar contra o anti-semitismo, e você não precisa ser gay para lutar contra a homofobia”. De Carlos Tufvesson, coordenador especial da Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio

“Pegando um busun, suado e calorento. Eu sou normal”. Do ator Luiz Fernando Guimarães, fazendo trocadilho com a série “Os Normais”, ao andar num ônibus na Bahia.

“Na sociedade, se você é magra e sexy, está tudo bem; pois eu digo: sou gorda e inteligente, e sou diva”. Da ativista liberiana Leymah Gbowee, prêmio Nobel da Paz em 2011, no 1º Seminário Mulheres Reais que Transformam, nessa terça-feira (30/10).

“A expressão ‘uso recreativo’ é a coisa mais careta e paliativa que já ouvi. Quando muitos pensam em ‘uso recreativo’, quase sempre o recreio já acabou, o sino já tocou e você continua no pátio.” De João Estrella, ex-traficante de drogas, cuja vida foi contada no filme “Meu nome não é Johnny”, em entrevista ao…