“Achar que o Rio era uma cidade democrática e aberta. Quando eu me mudei pra cá, fim dos anos 60, no Colégio Aplicação, eu achava que todo mundo era igual, e não é, tem os mais iguais.” De Edney Silvestre, citando uma roubada, em entrevista ao “saite” neste sábado (19/01)

“Uma loucura seria viver para presenciar a cura da AIDS”. De Lucinha Araújo, presidente da Sociedade Viva Cazuza, que cuida de crianças portadoras do vírus HIV, em entrevista ao “saite” nesse fim de semana.

“Creio que nem o aeroporto de Pyongyang, capital da Coréia do Norte, seja desligado para manutenção”. De empresário David Zylbersztajn, nesta quinta-feira (10/01), sobre a desculpa da Infraero para o segundo apagão do aeroporto do Galeão.

“Vai faltar afro-descendente no samba. Em compensação, Carlinhos de Jesus e Jaime Arouxa (professores de dança) vão abrir mais franquias do que farmácias em Ipanema” (muito mais do que uma em cada esquina). Do cineasta e jornalista Olívio Petit, nesta segunda-feira (07/01), defendendo maior presença de negros no carnaval.

“Vou passar a meia-noite lá embaixo”. Do prefeito Eduardo Paes, no réveillon do Copacabana Palace, dizendo que, na hora da virada, estaria no meio da multidão. E assim fez!

“Tenho que fechar meu corpo de qualquer maneira”. De Glória Maria, nesta segunda-feira (31/12), explicando a razão de se vestir de preto na noite de réveillon.

Ninguém deveria se preocupar se o parceiro transa ou não com outra pessoa. Homens e mulheres só deveriam se preocupar em responder a duas perguntas: 1. Sinto-me amado (a)?; 2. Sinto-me desejado (a)? Se a resposta for Sim para as duas, o que o outro faz quando não está comigo não me diz respeito. Da…

“Pretendo levar as crianças à praia depois da virada do ano. Tenho que organizar tudo direito com seguranças e salva-vidas, pra ninguém dizer: ‘Narcisa afoga o orfanato inteiro’”. De Narcisa Tamborindeguy, sobre programação de virada do ano com as crianças de seu orfanato Lar de Narcisa, em Duque de Caxias.

“A que ponto vai a maldade humana!” De Carlos Tufvesson, coordenador especial da Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio, sobre o caso da transexual Roberta Nunes, que recebeu o seu crachá na empresa Claro em branco, por não poder usar o “nome social”.

“Tenho medo da malandragem, que vira folga, que vira máfia e que nos transforma em otários.” Da apresentadora Fernanda Lima, falando sobre um medo seu, em entrevista ao “saite”, nesse fim de semana.