“Sempre falei por aí como a minha letra (caligrafia) era maravilhosa, atualmente escrevo como um médico; sempre comentei que eu andava como uma pantera negra, hoje vivo numa cadeira de rodas”. De Carmem Mayrink Veiga, esta semana, sobre o olho grande, em entrevista ao site.

“O Rio Grande do Sul tem um alto nível de cirurgia reparadora, entre os melhores que existem. Não vou me colocar diante dos outros, como se não estivessem capacitados”. Do cirurgião plástico Ivo Pitanguy, em entrevista ao site, esta semana, sobre a tragédia de Santa Maria, no último domingo (27/01).

“As clínicas não curam ninguém! Fui internado inúmeras vezes e não foi por isso que me livrei das drogas”. Do empresário João Flávio Lemos de Moraes, em entrevista ao site nesse fim de semana.

“Alguém já me viu fazendo propaganda de mim? Quero processar”. De Andrea Dellal, nesta terça-feira (22/01), sobre seu novo e falso perfil que apareceu no Facebook.

“A beleza é como a felicidade, cada um tem a sua; por isso trate de se conformar com a que Deus lhe deu, mas não abra mão da plástica, do silicone, do implante capilar, dos produtos todos da Sisley e da maromba.” Do novelista Aguinaldo Silva, em entrevista ao “saite”, nesse fim de semana.

“Achar que o Rio era uma cidade democrática e aberta. Quando eu me mudei pra cá, fim dos anos 60, no Colégio Aplicação, eu achava que todo mundo era igual, e não é, tem os mais iguais.” De Edney Silvestre, citando uma roubada, em entrevista ao “saite” neste sábado (19/01)

“Uma loucura seria viver para presenciar a cura da AIDS”. De Lucinha Araújo, presidente da Sociedade Viva Cazuza, que cuida de crianças portadoras do vírus HIV, em entrevista ao “saite” nesse fim de semana.

“Creio que nem o aeroporto de Pyongyang, capital da Coréia do Norte, seja desligado para manutenção”. De empresário David Zylbersztajn, nesta quinta-feira (10/01), sobre a desculpa da Infraero para o segundo apagão do aeroporto do Galeão.

“Vai faltar afro-descendente no samba. Em compensação, Carlinhos de Jesus e Jaime Arouxa (professores de dança) vão abrir mais franquias do que farmácias em Ipanema” (muito mais do que uma em cada esquina). Do cineasta e jornalista Olívio Petit, nesta segunda-feira (07/01), defendendo maior presença de negros no carnaval.

“Vou passar a meia-noite lá embaixo”. Do prefeito Eduardo Paes, no réveillon do Copacabana Palace, dizendo que, na hora da virada, estaria no meio da multidão. E assim fez!