“Vamos mandar uma flechada para a Dilma, pra ver se a Presidente acorda”. De Wilson Czaia, padre de Curitiba, assessor litúrgico da Pastoral dos Surdos no Brasil, neste sábado (27/07).

“Se o bebê real George Alexander Louis virar drag,  já pode ensaiar ‘Meu nome é GAL’”. Do jornalista carioca Rinaldo Zirrah, do tipo que não perde uma, sobre as iniciais do filho recém-nascido de William e Kate.

“Não concordo com vandalismo, mas tenho certeza de que é um reflexo dessa necessidade absurda de um mundo que está dando errado”. De Eriberto Leão, na “Invertida” desta semana, sobre os protestos nas ruas do Rio.

“Era pra ser em julho, mas eu bati o pé: durante a Copa? Nem morta e de pés juntos!” De Aguinaldo Silva, esta semana, contando que negociou a mudança da estreia de sua próxima novela, de julho para agosto de 2014.

“Sou fã das cariocas: são bonitas, gostosas, sensuais.” Da estilista e empresária Jacqueline de Biasi, dona da marca Salinas, na entrevista para a coluna #Ficaadica.

“O mundo pertence a ela também.” De Stella Leão, sobre a filha Maria Cristina de Orleans e Bragança, que tem Síndrome de Down, e acaba de lançar seu segundo livro.

“Se eu fosse eleito ditador, revogaria as concessões das comunicações, e, seria deposto no dia seguinte – pelos evangélicos”. Do cineasta Eduardo Coutinho, nesse último fim de semana, na Flip, em Paraty.

“Frustração é saber que nada vai mudar de verdade, mesmo com tanto empenho e revolta do povo. O brasileiro não lembra de nada. A gente acaba esquecendo e eles voltam para o poder, que é afrodisíaco!” De Narcisa Tamborindeguy, para o Invertida, nesse fim de semana (29/06), sobre a onda de protestos no Brasil.

“A maioria dos que estão aí são os ‘políticos palacianos’, aqueles que vivem dentro dos palácios e de lá não saem, não sentem nada, sem ver, sem conversar, sem olhar pro povo; no máximo, aparecem na televisão.” Da ex-primeira-dama, Maria Thereza Goulart, para o Invertida, nesse fim de semana (22/06), sobre a onda de protestos…

“Dinheiro para custear ´faraonices’ continua jorrando dos cofres da Viúva, mas, para as necessidades mais sentidas do povo, não há.” Do presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ, Marcelo Chalreo, nessa manhã (17/06), sobre as manifestações contra o aumento da passagem.