“Insucesso foi ter que passar correndo pela infância e adolescência em busca da sobrevivência”. Da atriz Bárbara Paz, em entrevista ao site, nesse fim de semana.

“O Brasil teve o JK (faltou o F do meio). O JFK mandou o homem à Lua. JK mandou o homem pra Brasília”. Do diretor de teatro Gerald Thomas, refletindo sobre os 50 anos da morte de Kennedy.

“Não tenho nada contra a opção sexual de ninguém, gays ou lésbicas, mas os filhos adotados não vão ter pai nem mãe no futuro. Casais gays, não adotando filhos, acho perfeito” De Carmem Mayrink Veiga, esta semana, no Flamengo, sobre as inúmeras adoções de crianças por casais gays.

“Desde a notícia sobre o meu casamento com a Ana, só tenho ouvido palavras boas pela minha atitude. Quero manter esse bom astral”. De Maria Zilda Bethlem, em entrevista ao ‘saite’, sobre ter assumido o relacionamento de seis anos com a arquiteta e cenógrafa Ana Kalil.

“Imagina, de manhã, eu olho pra aquilo e depois olho pra isso” Da atriz Heloisa Perissé em recente encontro na Gávea, sobre a beleza da foto da promoção da peça “E foram quase felizes para sempre” em comparação à cara de quem acabou de acordar.

“A solidão masculina é um varal sem calcinhas”. Do jornalista Joaquim Ferreira dos Santos, depois de palestra sobre mulheres, nessa terça-feira (22/10), no Leblon.

“Detesto a atual nomenclatura que reduz as angústias da alma a uma ‘síndrome do pânico’”. Da atriz Sylvia Bandeira, em entrevista aqui ao ‘saite’, na seção ‘Invertida’.

“Cabral não descobriu o Brasil; quem descobriu o Brasil foi a Paula Lavigne”. Do diretor teatral Gerald Thomas, sobre posicionamento de Paula Lavigne à frente do grupo que defende autorização prévia para a publicação de biografias.

“Sinto que poderia ser o garoto-propaganda das minhas próprias academias (Bodytech e Fórmula!)“. Do empresário Alexandre Accioly, depois de perder 25 quilos em 5 meses, graças a reeducação alimentar e exercícios físicos.