“Para mim, a atração intelectual é fundamental! Adoro sexo, adoro o belo, mas de que adiantam horas de academia e muito Botox se, na hora do raciocínio, o cérebro não funciona?”.   Do artista plástico Marzio Fiorini sobre a dificuldade das (os) amigas (0s) em conseguir um relacionamento.

“Infelizmente existem, sim, muitas Odetes na vida real”.    De Gilberto Braga, sobre a vilã de “Vale Tudo” (1988), interpretada por Beatriz Segall, que morreu nessa quarta-feira (05/09). 

“Curiosamente, percebi que até os fãs mais ferrenhos de certos candidatos estão gostando das sátiras, e até as usando como forma de disseminação. Talvez esse seja um reflexo da surrealidade da política mundial nestes tempos atuais”.   Do artista gráfico Butcher Billy sobre as ilustrações satíricas dos principais candidatos à presidência.    

“Ninguém quer ter a cara do Sérgio Cabral em casa; em termos mercadológicos, o retorno é pífio. Mas em termos históricos, pode ser um investimento pela representação do nosso tempo”.   Do artista plástico Gabriel Giucci sobre o valor de venda da série de quadros “Farra dos Guardanapos”, episódio político recente do país.

 “Sem nome, porque a dor de perder um filho é tão avassaladora que a história da humanidade não conseguiu nomear esse sofrimento. Temos a palavra ‘viúva’, a palavra ‘órfã’, mas não existe para a mãe que perde um filho. Esta é inominável”.   De Marcia Noleto sobre a criação do “Mães sem nome” depois que…

 “Quase morri de pânico, nem sabia pra onde olhar. Sei fazer jornalismo – uma coisa é você estar através de uma câmera, outra é olhando no olho. É tenso”.   De Glória Maria sobre desfilar oficialmente pela primeira vez, no atelier de Sandro Barros, em SP. 

“Foi mais um ‘relacionamento aberto’, porque ele tinha a vida dele e eu, a minha. Muito melhor assim, pois quem queria estar numa relação certinha em Nova York, no começo dos anos 80? Queríamos ser pássaros, voar, voar…”.   Da artista plástica Sylvia Martins sobre a relação de seis anos com o ator Richard Gere. 

“Não é preciso abandonar o mundo para desfrutar do êxtase interior; é só manter a consciência de que nada neste Planeta é mais importante do que entrar em contato com o amor que habita nossos corações”.   De Antonio Tigre sobre a prática da ioga.

“O Brasil não acreditou em mim como modelo. Quando entrei na TV, também sofri preconceito por ser modelo, ao acharem que uma mulher bonita não seria capaz de atuar. Batalhei e batalho todos os dias pra conseguir sobreviver nessa carreira, que não é fácil”.   De Letícia Birkheuer, em cartaz com a peça “Mercado Amoroso”,…

“O Bob Dylan ganhou o prêmio Nobel de Literatura porque escreveu ‘Blowing the Wind’. Se o Bob pode, o Rorion pode. O dia em que eu mostrar a eficácia de cura da dieta Gracie, vou ganhar o Nobel. Vou chegar lá”.   De Rorion Gracie sobre o livro “A Dieta Gracie”, escrito em 2012.