“Contrariamente ao que se passa nos anúncios de Ferrero-Rocher, os diplomatas não vivem de comer bombons com champanhe, mas trabalham duro, sob condições que, às vezes, são mais Indiana Jones do que Elizabeth Arden”. 

De Patricia Barbeyron, psicóloga, tradutora, consultora e piloto de teco-teco, sobre o maior volume de trabalho de diplomatas em tempos de pandemia de coronavírus e a importância do Ministério das Relações Exteriores nesses casos.