“Mais um de nós foi assassinadx!” (com x mesmo, por ser de gênero neutro).   Do estilista e ativista Carlos Tufvesson, sobre o assassinato de Matheusa Passareli.

“Quero melhorar o planejamento do carnaval sem o atropelo do passado”.   De Marcelo Alves, presidente da Riotur, sobre a antecipação das inscrições dos blocos de carnaval de rua. 

“Confesso que tive a crise dos 30, 40, 50 e 60; depois cansei – chega. Pra que tanta crise?”.   De Zezé Motta, aos 73 anos, sobre a crise com a chegada da idade. 

“E se você aparecer em outro, daqui a mais cinco, vai ouvir a mesma frase. Faz muito tempo que parei nos 25”.   De Neandro Ferreira, em recente palestra, quando questionado por um dos participantes sobre dizer há pelo menos cinco anos que está completando 25 anos de carreira.

“Tô aqui agarrado, animado, apesar da tragédia que está aí”    De Ciro Gomes, nessa terça-feira (17/04), em encontro no Rio, ao ser perguntado se estaria em plena campanha 

“Perder nossos direitos é como perder massa magra depois de certa idade”.   Da atriz Zezé Polessa, sobre a votação do STF do dia 26 de abril, que pode acabar com a existência do registro profissional de artista (DRT).

“Devia estar esperando o Brasil mostrar a sua cara; até hoje, só estamos levando na cara.”   De Lucinha Araújo, mãe de Cazuza, sobre os trechos da música “O Tempo não Para” – “piscina cheia de ratos e o museu de velhas novidades” – e o que o filho pensaria sobre o momento político atual. 

“Estamos num desmonte muito grande e temos que estar mais unidos do que nunca”.   De Paula Lavigne, sobre ajudar na arrecadação de verba para trazer a peça “O Rei da Vela”, de Zé Celso, ao Rio.