“Quase morri de pânico, nem sabia pra onde olhar. Sei fazer jornalismo – uma coisa é você estar através de uma câmera, outra é olhando no olho. É tenso”.   De Glória Maria sobre desfilar oficialmente pela primeira vez, no atelier de Sandro Barros, em SP. 

“Foi mais um ‘relacionamento aberto’, porque ele tinha a vida dele e eu, a minha. Muito melhor assim, pois quem queria estar numa relação certinha em Nova York, no começo dos anos 80? Queríamos ser pássaros, voar, voar…”.   Da artista plástica Sylvia Martins sobre a relação de seis anos com o ator Richard Gere. 

“Não é preciso abandonar o mundo para desfrutar do êxtase interior; é só manter a consciência de que nada neste Planeta é mais importante do que entrar em contato com o amor que habita nossos corações”.   De Antonio Tigre sobre a prática da ioga.

“O Brasil não acreditou em mim como modelo. Quando entrei na TV, também sofri preconceito por ser modelo, ao acharem que uma mulher bonita não seria capaz de atuar. Batalhei e batalho todos os dias pra conseguir sobreviver nessa carreira, que não é fácil”.   De Letícia Birkheuer, em cartaz com a peça “Mercado Amoroso”,…

“O Bob Dylan ganhou o prêmio Nobel de Literatura porque escreveu ‘Blowing the Wind’. Se o Bob pode, o Rorion pode. O dia em que eu mostrar a eficácia de cura da dieta Gracie, vou ganhar o Nobel. Vou chegar lá”.   De Rorion Gracie sobre o livro “A Dieta Gracie”, escrito em 2012. 

“Não vou ser atropelado pelas marcas oportunistas. Somos protagonistas no desenvolvimento de produtos orgânicos e sustentáveis. As outras marcas podem ter acesso a isso agora e o doc serve para deixar história”.   De Oskar Metsavaht sobre o documentário “A.S.A.P. | as sustainable as possible, as soon as possible |”, que acompanha os 20 anos da…

“As flores não só falam como também escutam. Além de trazer uma energia maravilhosa que muda totalmente o ambiente, podem até ficar tristes”.   Da paisagista Nicole Tamborindeguy.

“A minha vida não importa. Eu sou um mero canal, mero instrumento para o Brasil ter uma cara diferente, ter uma chance de sair dessa”.   De Hans Donner sobre seus designs inovadores e do novo relógio Onne.

“Eu usava cocaína, heroína, álcool, maconha, ecstasy; já usei tudo. Meu nariz chegava a escorrer sangue, quase morri, vivia sempre com lenços na bolsa”.   De Iolanda Figueiredo sobre o uso de drogas nas décadas de 70 e 80.