“O Crivella foi eleito contra o meu candidato, contra o meu governo, contra o que eu fazia na cidade do Rio, e se eu for eleito governador, o meu papel é me relacionar bem com o prefeito da cidade e ajudá-lo a governar. Não sou comentarista de governo de ninguém, sou candidato e pretendo me…

“Minha mãe me ensinou a correr atrás do que me faz feliz e não desistir, a nunca baixar a cabeça. Quando passo no local onde aconteceu o crime, levanto minha cabeça, rezo uma Ave Maria e sigo em frente”.   De Domingas Mascarenhas sobre ter vivido na pele a violência com a morte da sua mãe, Maria…

“A visão da arte brasileira lá fora é maravilhosa, é muito bem vista, sofisticada no sentido de ser conectada com o mundo. Não temos mais Portinari pintando as mulatas, a pobreza; tem uma linguagem internacional e se encaixa perfeitamente na arte mundial”.   De Brenda Valansi, uma das criadoras da ArtRio, sobre o mercado da…

“Ela é uma pessoa muito simples. Agora entendo. Angelina não é deste mundo, gente! Um amor de pessoa! Generosa com toda a equipe”.   Da atriz manauara Fernanda Diniz, que está no elenco de “Malévola 2”, sobre Angelina Jolie. 

“Minha revolta vai além da tragédia do museu. O fogo é o efeito; a causa são as estruturas políticas depravadas que mais parecem facções criminosas”.   De João de Orleans e Bragança, bisneto da Princesa Isabel e trineto do Imperador Dom Pedro II, sobre as consequências do incêndio no Museu Nacional. 

“Para mim, a atração intelectual é fundamental! Adoro sexo, adoro o belo, mas de que adiantam horas de academia e muito Botox se, na hora do raciocínio, o cérebro não funciona?”.   Do artista plástico Marzio Fiorini sobre a dificuldade das (os) amigas (0s) em conseguir um relacionamento.

“Infelizmente existem, sim, muitas Odetes na vida real”.    De Gilberto Braga, sobre a vilã de “Vale Tudo” (1988), interpretada por Beatriz Segall, que morreu nessa quarta-feira (05/09). 

“Curiosamente, percebi que até os fãs mais ferrenhos de certos candidatos estão gostando das sátiras, e até as usando como forma de disseminação. Talvez esse seja um reflexo da surrealidade da política mundial nestes tempos atuais”.   Do artista gráfico Butcher Billy sobre as ilustrações satíricas dos principais candidatos à presidência.    

“Ninguém quer ter a cara do Sérgio Cabral em casa; em termos mercadológicos, o retorno é pífio. Mas em termos históricos, pode ser um investimento pela representação do nosso tempo”.   Do artista plástico Gabriel Giucci sobre o valor de venda da série de quadros “Farra dos Guardanapos”, episódio político recente do país.

 “Sem nome, porque a dor de perder um filho é tão avassaladora que a história da humanidade não conseguiu nomear esse sofrimento. Temos a palavra ‘viúva’, a palavra ‘órfã’, mas não existe para a mãe que perde um filho. Esta é inominável”.   De Marcia Noleto sobre a criação do “Mães sem nome” depois que…