“Podemos dizer que o uso social ou recreativo da canabis (maconha) também é um uso medicinal. Da mesma forma que algumas pessoas tomam uma taça de vinho para relaxar, usam a canabis para dormir melhor ou aumentar a libido”.    Do neurologista Eduardo Faveret, sobre tratamentos  à base de canabidiol.

“Em Ipanema, tenho o que chamo de inútil paisagem, não posso viver direito: na rua tem assalto; na praia, tem arrastão; no restaurante, tem bala perdida. Tudo lindo, mas inutilizável. Na Gávea, tem mais opções para as crianças”   Da jornalista Glória Maria sobre sua mudança para a Gávea, depois de três anos morando na…

Muito mais interessantes! Volta e meia, alguém me procura dizendo que a vida daria uma novela, mas a verdade é que a vida de ninguém daria novela.     De João Emanuel Carneiro quando perguntado se as vidas da ficção são mais interessantes que as dele.  

“A vida da próxima geração pode ser melhor; até lá, seguimos na chibata”   Do artista plástico Cosme Martins, sobre a esperança do racismo chegar ao fim.

“Cozinhar é o maior tesão, mas também é precisão, consistência, disciplina… esse equilíbrio é fundamental. Talvez tipo ‘sexo com amor’”.   De Felipe Bronze, sobre gastronomia.

“Mais um de nós foi assassinadx!” (com x mesmo, por ser de gênero neutro).   Do estilista e ativista Carlos Tufvesson, sobre o assassinato de Matheusa Passareli.

“Quero melhorar o planejamento do carnaval sem o atropelo do passado”.   De Marcelo Alves, presidente da Riotur, sobre a antecipação das inscrições dos blocos de carnaval de rua. 

“Confesso que tive a crise dos 30, 40, 50 e 60; depois cansei – chega. Pra que tanta crise?”.   De Zezé Motta, aos 73 anos, sobre a crise com a chegada da idade.