“Assisti a “2012” no DVD e não entendi nada. Por que aquelas pessoas ficam falando do fim do mundo como se fosse má notícia?”. Do escritor e cronista João Ximenes Braga, sobre o filme apocalíptico, nesta terça-feira.

“Quando vou a eventos de moda, fico igual ao Mickey na Disney”. De Costanza Pascolato, para um assessor de imprensa, que interveio no “ataque” das pessoas para tirar foto com a consultora de moda, na inauguração da loja CCM, em Niterói, esta semana.

“Dor narcísica é pior do que pedra nos rins — e só a vingança cura”. Da psicanalista Beatriz Kuhn, na festa de Ricardo Rique, nessa terça-feira, ao assistir a uma pequena cena de uma socialite.

“Obviamente, manifestação no Rio não poderia acontecer sem os deliciosos bofinhos sem camisa.” Do estilista Carlos Tufvesson, twittando direto da passeata contra a emenda Ibsen, na Av. Rio Branco, nesta quarta-feira.

“Sonhei que a Ana Carolina puxava meu pé de noite. Prometo, Senhor, nunca mais falar de sapatão”. Do jornalista Hermés Galvão, nesta sexta-feira, afiadíssimo nas tiradas.

“Deve haver um outro trabalho, além de escrever, que eu seja capaz de executar. Ia até dizer digno, mas não sou de luxos”. Do escritor e cronista João Ximenes Braga, nesta quinta-feira, sobre sua profissão.

“Em Aécio votam desde as gostosas do Rio e São Paulo, que são muitas, até as beatas do Nordeste, que não são poucas”. Do ex-diretor do Museu de Arte Moderna da Bahia, conselheiro do MAM do Rio e empresário das artes, Heitor Reis, em recente almoço, em Salvador, falando sobre política.

“Até quando vamos ser tratados como Terceiro Mundo, se pagamos a passagem em dólares, euros… Por que um tratamento tão diferenciado?”. Do novelista Walcyr Carrasco, nesta sexta-feira, revoltado com o tratamento que recebeu da companhia AirFrance, no voo de Paris para Osaka, no Japão, com demora de quatro dias e atrasos sem explicação.