“Sonhei que a Ana Carolina puxava meu pé de noite. Prometo, Senhor, nunca mais falar de sapatão”. Do jornalista Hermés Galvão, nesta sexta-feira, afiadíssimo nas tiradas.

“Deve haver um outro trabalho, além de escrever, que eu seja capaz de executar. Ia até dizer digno, mas não sou de luxos”. Do escritor e cronista João Ximenes Braga, nesta quinta-feira, sobre sua profissão.

“Em Aécio votam desde as gostosas do Rio e São Paulo, que são muitas, até as beatas do Nordeste, que não são poucas”. Do ex-diretor do Museu de Arte Moderna da Bahia, conselheiro do MAM do Rio e empresário das artes, Heitor Reis, em recente almoço, em Salvador, falando sobre política.

“Até quando vamos ser tratados como Terceiro Mundo, se pagamos a passagem em dólares, euros… Por que um tratamento tão diferenciado?”. Do novelista Walcyr Carrasco, nesta sexta-feira, revoltado com o tratamento que recebeu da companhia AirFrance, no voo de Paris para Osaka, no Japão, com demora de quatro dias e atrasos sem explicação.

“Em crise com seus 445 anos, cidade do Rio de Janeiro quer fazer lipo no Pão de Açúcar e botar silicone nos peitos do Redentor”. Do humorista Hélio de la Peña, nesta segunda-feira, tirando um sarro no dia da fundação da cidade.

“Por que toda vez que eu vivo um dilema alguém me chama de bipolar?” Da jornalista Cora Rónai, nesta sexta-feira, sugerindo uma nova alternativa para o jogador de golfe, depois de perder vários patrocinadores com o escândalo de seus casos extraconjugais e de sua compulsão por sexo.

“Além de proibir o xixi no Rio não seria importante proibir as cagadas em Brasília?” Do executivo do mercado financeiro, Zeca Castello Branco, esta semana, comentando sobre os tão falados mijões cariocas.