“E sábia! Saiu da sarjeta para a fama! Quantas outras não têm a mesma esperança?”. Do novelista Walcyr Carrasco, sobre a cadelinha de rua que foi adotada por Miguel Falabella, nesta segunda-feira, em Ipanema, e já ganhou o nome de Lakmé.

“Estou morta. Queria saber quem foi a energúmena que inventou que mulher tinha que trabalhar. Eu tenho jornada quádrupla! E ainda tenho que estar bonita, magra, bem vestida, penteada, maquiada, atenta, bem informada e inteligente! Cansa!!!”. Da jornalista Renata Capucci, nesta quinta-feira, sobre como conseguir tempo pra ela, se o trabalho e a filha a…

“Meu pai parou de fumar e aprovou a lei que ferrou todo mundo.” De João Pedro Cabral, o Cabralzinho, comentando sobre a Lei Antifumo aprovada por seu pai, o Governador Sérgio Cabral, depois de ser flagrado fumando no banheiro do Copacabana Palace, nesse fim de semana.

”Nunca fui gay, mas estou quase virando”. De Luiza Brunet, nesse fim de semana, em conversa sobre a “crise” no mercado masculino. Todo mundo acha a declaração não passa de charme da modelo, que está solteira porque quer.

“Coisas que a gente não pode fazer em novela, senão vocês xingam: “irmãos separados na infância se reencontram em sala de aula!’”. Da novelista Gloria Perez, nesta terça-feira, ao comentar sobre artigo num site sobre a vida real de irmãos que se encontraram, por acaso, depois de 17 anos.

“Dilma batia ou dedava o braço esquerdo de Datena que deve ter saído com um pequeno hematoma”. Do ex-prefeito carioca Cesar Maia, nesta quinta-feira, comentando em seu ex-blog, sobre a performance de Dilma Rousseff no programa de Luiz Datena, na Band.

“Prefiro programa de índio a programa de gringo”. De Lou de Oliveira, em jantar nesse fim de semana, na casa de Luciana Rique, sobre os turistas que teve de ciceronear no Rio.