“Rafael deixou uma imensa onda de amor entre nós. Vamos cuidar. Muito amor para todos!”. De Cissa Guimarães, nessa segunda-feira, para a sua rede de amigos do Facebook, falando do filho, morto recentemente na tragédia do Túnel Acústico, no Rio.

“Quero esclarecer que Onassis nunca morou no meu apartamento. Sou supersticioso: ele teve dinheiro, mas não teve teve alegria”. De Nizan Guanaes, nesse fim de semana, deixando bem claro que o armador grego jamais morou na cobertura de 500 m² que ele acaba de comprar, na 5ª Avenida, em Nova York. Onassis era dono do…

“Depois de uma certa idade, a gente descobre que tudo na vida é melhor fazer com homem.” Da empresária Bete Floris, em recente encontro na Estação do Corpo, explicando que adora trabalhar com homens, não que, em sua editora, a Ediouro, não tenham mulheres competentes. Há muitas, mas é uma questão de preferência pessoal.

A “Playboy” de 35 anos vai sair com a seguinte chamada na capa: “1152 morenas, 743 loiras (a revista é paulista), 94 atrizes. Nossa história em números”. Resultado da conta: a “Playboy” é racista pra caralho”. Do escritor, roteirista e jornalista João Ximenes Braga, nesta quarta-feira, sobre a nítida ausência de mulheres negras na história…

“Caro Júnior, se você quer ser rockstar e não sabe tocar, cantar e compor, faça como eu: finja. Arranje músicos bons e visual ‘cheguei’”. De Rita Lee, nesta segunda-feira, atacando de consultora para assuntos aleatórios em seu Twitter, dando uma dica para um seguidor aspirante a músico.

“Ver um cara de shortinho, perna raspada, camisa aberta e cheio de penduricalhos e mil brincos, tenha certeza de que ele é heterossexual. Viva a diversidade!”. Do estilista Carlos Tufvesson, nesta sexta-feira, ensinando a identificar a preferência sexual através da roupa, e que os tabus, pelo menos no vestiário, foram vencidos.

“Ai, não posso ver esse papel alumínio que me dá uma vontade de ficar loira!”. De Carolina Dieckmann, nesta quarta-feira, para o amigo e cabeleireiro Thiago Fortes, durante uma sessão de fotos, com saudades da época em que estava louríssima.

“Meu telefone está igual a pai-de-santo: só recebendo”. Do saxofonista Raul Mascarenhas, nesta segunda-feira, comentando que, quase sempre, ao chegar ao País, esse tipo de situação acontece, por morar fora. Desta vez, não deu atenção a esse fato, pela razão conhecida: a morte trágica de seu filho, Rafael.