“Não sou o bendito fruto entre as mulheres, mas a bendita fruta!”. Do colunista Bruno Astuto, nesta segunda-feira, em almoço só para mulheres, no aniversário de Renata Fraga, no Esch Café, no Leblon.

“A vida sem qualquer muleta é muito melhor”. De Cauã Reymond, nesta quinta-feira, no Nirvana, na Gávea, onde esteve fazendo massagem. O ator estava usando muletas por conta de uma cirurgia recente no quadril.

“Vou aproveitar que nesse momento estou rico”. Do prefeito Eduardo Paes, nessa terça-feira, no MAM, em tom de brincadeira, ao dizer ao artista Luis Felipe Noé que vai sugerir à Curadoria da Prefeitura visitar a exposição para a possível compra de algumas obras suas.

“Sugiro trocar o nome de Aeroporto Galeão – Tom Jobim para Galeão – Tiririca! É mais justo com a memória do maestro”. Do arquiteto Miguel Pinto Guimarães, nesta terça-feira, criticando a falta de livrarias no aeroporto carioca.

“Sei das dificuldades de convencê-los a ser cidadãos, mas temos que insistir”. De Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, esta semana, sobre os “meninos do tráfico” que, com as instalações das UPPs se viram “desempregados”.

“Nunca pensei em estar viva, em mais de 30 anos de jornalismo, para ver o que estou vendo. Apesar disso, estou fazendo tudo igual; quem tem que mudar a rotina é o governo, não sou eu”. De Glória Maria, nesta quinta-feira, sobre a violência no Rio.

“Não dá pra dormir em dólar, né? Simbora rua…”. De Preta Gil, nesta quarta-feira, em Miami, para a gravação do programa “Estrelas”, louca pra ficar mais um tempo na cama do hotel (eram 10 da manhã nos EUA).

“Quem não é currado por alguém da familia acaba sendo vítima de estupro vindo do Estado, ou seja, do paraíso (Rio). Que inferno!” De Gerald Thomas, nesta terça-feira (23/11), sobre a onda de violência que tomou conta do Rio de Janeiro, com arrastões e carros incendiados desde o fim de semana.

“A inveja é uma merda: enquanto alguns ficam por aí vendo pintos fora da cueca, o Gianechinni é quem fatura. Vão se catar!”. Do novelista Aguinaldo Silva, nesta quinta-feira, que não conseguiu ver razão no barulho que a mídia fez sobre a história de Reyanldo Gianecchini ser garoto-propaganda do “Pinto’s Shopping”, em Teresina, Piauí, e…

“Toda vez que o tio revê fotos ou gravações do início da carreira, sente uma esquizofrênica vergonha-alheia-de-si-próprio. É grave, doutor?”. De William Bonner, apresentador do Jornal Nacional (Rede Globo), nesta quarta-feira, tentando decifrar um diagnóstico com seus seguidores do Twitter.