“Diversidade: vem cá, não vai ter nenhum ministro gay no governo Dilma, não? Já tá bom de mulher, né?”. De Tutty Vasques, sempre irreverente, nesta quarta-feira.

“Acredito muito em amor à primeira vista – só entre homens”.     De Nizan Guanaes, nesta segunda-feira, se dizendo encantado com a cultura do professor Milton Teixeira, dando uam força na restauração do Convento Santo Antonio, no Rio.

“Posso dar uma lambida nas suas costas? Que nega gostosa…”. De Angela Ro Ro, nessa terça-feira, pedindo permissão para passar a língua nas costas de Elza Soares, convidada de Ro Ro em show no Espaço Acústica, na Praça Tirandentes. Elza, óbvio, deixou.

“Depois de oito meses em SP, estou achando as pessoas peladas no Rio!”. Do jornalista de economia Gilberto Scofield, nesta terça-feira, em curta temporada na cidade, sobre a diferença de figurino das duas capitais.

“Não sou o bendito fruto entre as mulheres, mas a bendita fruta!”. Do colunista Bruno Astuto, nesta segunda-feira, em almoço só para mulheres, no aniversário de Renata Fraga, no Esch Café, no Leblon.

“A vida sem qualquer muleta é muito melhor”. De Cauã Reymond, nesta quinta-feira, no Nirvana, na Gávea, onde esteve fazendo massagem. O ator estava usando muletas por conta de uma cirurgia recente no quadril.

“Vou aproveitar que nesse momento estou rico”. Do prefeito Eduardo Paes, nessa terça-feira, no MAM, em tom de brincadeira, ao dizer ao artista Luis Felipe Noé que vai sugerir à Curadoria da Prefeitura visitar a exposição para a possível compra de algumas obras suas.

“Sugiro trocar o nome de Aeroporto Galeão – Tom Jobim para Galeão – Tiririca! É mais justo com a memória do maestro”. Do arquiteto Miguel Pinto Guimarães, nesta terça-feira, criticando a falta de livrarias no aeroporto carioca.

“Sei das dificuldades de convencê-los a ser cidadãos, mas temos que insistir”. De Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, esta semana, sobre os “meninos do tráfico” que, com as instalações das UPPs se viram “desempregados”.

“Nunca pensei em estar viva, em mais de 30 anos de jornalismo, para ver o que estou vendo. Apesar disso, estou fazendo tudo igual; quem tem que mudar a rotina é o governo, não sou eu”. De Glória Maria, nesta quinta-feira, sobre a violência no Rio.