Opinião, por Paulo Betti (ator): “Descobri que os câmeras eram como se fossem os médicos, enfermeiros, que estão na linha de frente nos hospitais” 

Neste momento gravíssimo da Covid-19, foi  emocionante  fazer a peça “Autobiografia Autorizada”,  virtualmente, com a  bilheteria para os profissionais da cultura, que estão sem renda durante a pandemia. O espetáculo é um monólogo, e os cenários com projeções rendem bem. Chorei diversas vezes, atrapalhando a interpretação. E, quando terminou a sessão, ao vivo do teatro —…

Joyce Moreno: música e poesia durante a pandemia

A cantora e compositora Joyce Moreno, 72 anos, aproveitou a pandemia para escrever seu segundo livro. Chega às livrarias, em novembro, “Aquelas coisas todas” (Numa editora), em que narra histórias dos 50 anos de carreira. O livro também inclui textos reunidos em “Fotografei você na minha Rolleiflex”, primeira publicação da artista, lançado em 1997. Joyce…

O alcance do tuíte de Bruna Surfistinha para Jair Bolsonaro

Até a manhã desta segunda (05/10), a mensagem “Ei @jairbolsonaro, pode me tirar uma dúvida? Por que você repassou R$ 7,5 milhões destinados a testes de COVID para um projeto da primeira dama?”, da empresária e ex-garota de programa Raquel Pacheco, a Bruna Surfistinha, no Twitter, para Jair Bolsonaro teve mais de 5 mil compartilhamentos…

Opinião, por Eduardo Affonso: o conserto do mundo 

Num dos livros mais gostosos do Monteiro Lobato, Emília decide fazer “a reforma da natureza”, e consertar o mundo. Quem nunca pensou em dar uma fotoxopada no planeta, fazer um lifting nas injustiças e uma lipo nas incongruências da Criação é porque não teve infância — ou não leu as aventuras do Sítio do Pica-Pau Amarelo,…

De Próprio Punho, por Paulo Sérgio Niemeyer (arquiteto): “Entendo cada vez mais a frase do meu bisavô Oscar: fudido não tem vez” 

Depois da crise social trazida pela Covid-19, na qual as pessoas que mais sofrem são os pobres, muitos sem a mínima infraestrutura sanitária, sem água encanada para se desinfetar e se proteger do vírus, entendo cada vez mais a frase do meu bisavô Oscar Niemeyer: “Meu  querido, fudido não tem vez”. E olha que é exatamente o contrário…