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12/08/2018 - 13:31

Chateaubriand, o atleta sem idade, campeão depois de 20 anos

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Bruno Chateaubriand recebe a medalha das mãos de Daniele Hypólito: “Alguns atletas tinham a idade do meu uniforme”, diz o campeão da ginástica de trampolim / Foto: AGnews

Quando Bruno Chateaubriand quer, não tem limites. Vinte anos depois de ter largado a ginástica de trampolim, ele voltou a ser campeão estadual neste domingo (12/08), na categoria adulto, no Parque Olímpico: “Vou carregar este momento pro resto da minha vida”, disse, depois de receber a medalha das mãos da atleta Daniele Hypolito e da subsecretária do Legado Olímpico, Patrícia Amorim. Chateaubriand, que parou de declarar a idade, concorreu com garotos bem mais jovens: “Alguns atletas tinham a idade do meu uniforme”, diz, completando: “Depois dos 40, não se fala idade. Faço-a-Gloria-Maria: me dão 34 – é o que importa!”


Enviado por: Lu Lacerda
12/08/2018 - 12:00

Doze perguntas para Rorion Gracie (“Patrimônio Cultural do Rio”)

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Ao ouvir falar em jiu-jítsu, você se lembra de quem? Dos Gracie, certamente. Rorion Gracie, o primeiro dos nove filhos de Hélio (1913-2009) – criador da arte marcial brasileira e praticamente uma entidade para os amantes desse esporte -, é uma das poucas pessoas no mundo a ter conquistado o grau 9, a faixa vermelha no jiu-jítsu, em cerimônia de entrega feita pelo próprio pai, em 2003; esse título é conferido, geralmente, por federações. Rorion soube da novidade pela Internet: sua gigante família (mais de 300 integrantes, já na terceira geração de lutadores) foi declarada Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial da Cidade do Rio, em projeto de lei do vereador Felipe Michel. O decreto reconhece a família como introdutora do jiu-jítsu no Brasil, através dos irmãos Carlos e Hélio, com seu auge na cidade, com a precursora Academia Gracie da Avenida Rio Branco. Também consta no documento o reconhecimento pela criação do UFC – Ultimate Fight Championship, maior evento de lutas da história, criado por Rorion, uma revolução no mundo da luta.

Atualmente aos 66 anos, Rorion é dono de uma energia inesgotável e, sem perder o fôlego, conta empolgado sobre novos projetos e diz que está só começando – a meta de vida é ganhar o prêmio Nobel da Medicina. Hein? Isso mesmo. “Tive uma epifania: não vim para a América do Norte para ensinar as pessoas a lutar, mas a viver”, diz ele sobre a ideia de escrever, em 2012, o livro “A Dieta Gracie”. Desde então, roda o mundo dando palestras motivacionais sobre alimentação. “Quero o Nobel porque a dieta cura sem medicamentos”. Sua vida vai virar um filme. E ele também prepara uma biografia.

1
Como é ser um patrimônio imaterial?  

Eu soube disso há pouco tempo, pela Internet. Achei maravilhoso e postei no meu site – acho que é uma honra muito grande, e é incrível uma família ser patrimônio cultural. Fiquei feliz e orgulhoso, afinal de contas uma das coisas que mencionam ali é o fato de meu tio Carlos ter aberto a primeira academia no Rio, em 1920 e poucos, e o papai ter se tornado esse ícone mundial do jiu-jítsu, aperfeiçoando a arte mais eficiente que existe e, depois, o fato de a família ter criado o UFC. Acho que é um feito especial pra gente.  

2
Para o mundo das artes marciais, o que significa ser filho de Hélio Gracie?  

Pouca gente tem a faixa vermelha, e eu sou a única pessoa que a recebeu do meu pai. Melhor que ser filho dele não há. 

3
Como tudo começou?  

Aos 17 anos, fui para os Estados Unidos a fim de passar um mês. Fiquei num hostel e deixei meu dinheiro e passaporte com o recepcionista, que me roubou e, para tranquilizar papai, disse que ficaria por mais um tempo. Comecei a me virar, fazendo serviços domésticos e cheguei a pedir esmola numa viagem ao Havaí e dormi em cima de jornais na rua. Aprendi muito cedo que toda coisa ruim vem para o nosso bem. Voltei ao Brasil depois de um ano, mas com a cabeça na Califórnia. Juntei dinheiro por dois anos, voltei e fiquei na casa de um amigo cuja mãe trabalhava com produção de cinema em Hollywood. Ela indicou meus serviços domésticos para as amigas artistas. Um dia, caí na casa de uma senhora cujo marido era assistente de direção daquela série Starsky & Hutch (“Justiça em Dobro”), e ela falava que eu era boa pinta e tinha que estar no cinema. Pendurei minha vassoura de faxineiro e comecei a fazer ponta como figurante: na ‘Ilha da Fantasia’, ‘Casal 20’, ‘As Panteras’, todos os shows que passavam na TV americana. Deu pra juntar um dinheiro e aluguei uma casinha em Redondo Beach. Coloquei um tatame na garagem e comecei a dar aula. Eu era um professor de jiu-jítsu excepcional: dava a primeira aula de graça; se você trouxesse um amigo, ganhava a outra de graça, e o marketing foi funcionando. Larguei a figuração e cheguei a ter mais de 600 alunos. A culpa não foi minha – alguém tinha que ser o melhor, e era eu. 

4
Chegou a ficar amigo dos atores de Hollywood?  

O Chuck Norris fez aulas comigo. Hoje em dia, não sou seu amigo, mas ele me manda cartão de Natal todos os anos. Trabalhei com Mel Gibson, coreografando as cenas do ‘Máquina Mortífera 1’ e, no terceiro da franquia, tinha a Rene Russo – eu tomei porrada dela numa cena com Danny Glover.  

5
E a criação do UFC?

Ainda na minha garagem, vi que esse negócio de luta não ia acabar nunca; daí tive a ideia de criar o UFC em 1993. Montei o evento, juntei meus alunos e coloquei o Royce, meu irmão, para competir. Ele, magrinho, ganhou de todo mundo, mostrando que o jiu-jítsu era o melhor esporte. Depois disso, o Exército americano me ligou e criei um currículo especial para eles, que estão usando a arte marcial há 25 anos. Hoje em dia todos a usam: o FBI, a Marinha, o pessoal que protege o presidente…  

6
Acredita que seria diferente se o Brasil acatasse a ideia?  

A polícia seria outra, lógico. Tá brincando? Mas santo de casa não faz milagre: tem que fazer sucesso no mundo inteiro pra alguém acreditar. Isso é uma vergonha. De qualquer maneira, cada país tem o Exército que merece. O jiu-jítsu está presente em 196 países.  

7
E a “Dieta Gracie”?  

Há uns anos, tive uma epifania: não vim para a América do Norte para ensinar as pessoas a lutar, vim para ensinar as pessoas a viver. Daí surgiu a ideia do livro. Meu tio Carlos, irmão mais velho do meu pai, que não era médico, passou 65 anos estudando a combinação dos alimentos e chegou a conclusões impressionantes de como você pode comer bem, misturando os alimentos certos em cada refeição. Nasci tomando mamadeira de melancia batida com banana e não sei comer de outro jeito. Se você tiver a síndrome do cólon irritado, a dieta Gracie cura.  

8
Você largou os tatames?  

Ainda treino, dou aula, mas meu foco é nos seminários motivacionais para o pessoal comer direito. Vou ao Brasil umas cinco, seis vezes por ano, para fazer palestra, mas minha meta é ensinar as pessoas a ter um estilo de vida saudável através da alimentação. Os primeiros 40 anos de aula de jiu-jítsu serviram para criar uma plataforma de credibilidade do nome Gracie. Graças a Deus, eu consegui, para ensinar as pessoas a viver melhor.  

9
Projetos futuros?  

Acabei de assinar um contrato com uma produtora americana, para fazer um filme sobre a minha vida; a ideia é lançar em 2020. Estive com o roteirista, e ele disse que minha vida daria um seriado no Netflix, mas, antes do filme, vou lançar uma biografia. Meu plano é ganhar o prêmio Nobel de Medicina. Como? Acontece o seguinte: o Bob Dylan ganhou o prêmio Nobel de Literatura porque escreveu ‘Blowing the Wind’. Se o Bob pode, o Rorion pode. O dia em que eu mostrar a eficácia de cura da dieta Gracie, vou ganhar o Nobel. Vou chegar lá.  

10
A longevidade tem segredo?  

A dieta Gracie. Se você comer bem, você está bem; se comer mal, está mal. Eu estou bem o tempo todo – nunca tive uma cárie na minha vida e estou felicíssimo. As pessoas que seguem a dieta mudam de vida e começam a dar testemunhos maravilhosos. Não quero vender livro, quero salvar vidas.

11
Mudando de assunto, muito está se falando em feminicídio. Você acredita que jiu-jítsu é uma arma para a mulher?  

O primeiro curso especializado só pra mulher fui eu quem inventei, o ‘Women in power’, há 25 anos – acho fundamental para a mulher aprender a se defender da maneira correta. O grande problema é que a maioria não sabe ensinar o jiu-jítsu apropriado para a mulher. Eles colocam a mulher para lutar, mas tem mulher que não gosta, não quer ser lutadora, ficar com a orelha amassada, coisa mais horrível; então, ela tem que aprender a defesa pessoal para determinadas situações e conseguir afastar o atacante e fugir do cara. Não é dar porrada em homem, é fugir do perigo.  

12
Pretende voltar ao Brasil? E como vê a situação do Rio?

A graça é poder ir e voltar; não quero morar num só num lugar. Viajo, faço meus seminários, palestras e ando pra lá e pra cá. Mas, como carioca da gema, a situação da cidade parte meu coração. A pessoa não pode pegar uma praia e, em qualquer lugar que você vá de carro, pode nunca mais voltar – uma pena… O Rio está decadente. Fico pensando o que pode ser feito, esperando entrar um político novo que queira consertar isso. O Brasil tem o potencial para fazer melhor; pode demorar um pouco porque tem que reeducar a mentalidade do povo, mas o Brasil tem o potencial de ser o melhor do mundo, disparado. Às vezes, vou a São Paulo e nem tenho vontade de ir ao Rio, por causa do perigo. Mas tenho saudades, e todo dia espero que alguém dê um jeito nisso. 


Enviado por: Redação
11/08/2018 - 13:31

Verônica e Sérgio Côrtes: tudo acabou em pizza – na Lagoa

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Sérgio Côrtes e Verônica Vianna: o casal recebeu 20 amigos da filha de 12 anos, da British School, na cobertura da família, na Lagoa /Foto: arquivo Site Lu Lacerda

O ex-secretário de Saúde do Rio Sérgio Côrtes e sua mulher, Verônica Vianna, receberam 20 amigos da filha de 12 anos, da British School (onde a garota estuda), na cobertura da família, na Lagoa, para uma noite de pizza. Foi também, esta semana (na última terça-feira, 07/08), que o juiz Marcelo Bretas aceitou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o casal. A acusação é que Verônica foi uma das beneficiadas pelo esquema do ex-governador Sérgio Cabral, com despesas vinculadas a cartões de crédito em seu nome, no valor de US$ 1,4 milhão.


Enviado por: Lu Lacerda
11/08/2018 - 12:00

De Próprio Punho, por Letícia Birkheuer: “Vivi o preconceito”

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“Vivi preconceito na minha vida pelo fato de que, quando comecei minha carreira como modelo, as pessoas me viam como uma jogadora de vôlei, e não como uma grande modelo. Eu tive que batalhar muito pra chegar aonde cheguei e provar que era capaz. Tive que ir pra fora do Brasil; na verdade, eu estourei lá fora. Depois voltei ao meu país, pra fazer desfiles e trabalhar aqui. Mas, inicialmente, o Brasil não acreditou em mim como modelo. Depois disso, quando entrei na televisão, também sofri preconceito por ser modelo, e as pessoas acharem que uma mulher bonita, uma modelo, não seria capaz de atuar. Eu tive que estudar muito, me dedicar muito, fazer várias oficinas com professores diferentes; também fiz um curso em Nova York, trabalhei com a Fátima Toledo (preparadora de elenco). Me dediquei. E tudo isso pra dizer “olha, eu vim do mundo da moda, mas eu também posso ser uma boa atriz, posso trabalhar bem, posso conseguir fazer a mesma coisa que pessoas que não vieram do meu meio fazem.

Eu não nasci na televisão, mas eu, hoje, consigo ter 13 anos já de carreira como atriz – sempre tendo vontade de produzir uma peça que falasse do universo feminino, das minhas experiências pessoais e de amigas próximas, passando pela maternidade, os medos, as angústias, os desamores, a vida de solteira, de mulher batalhadora, vivendo preconceitos da sociedade, o machismo e a intolerância; mas tudo forma divertida, em tom de comédia. Chamei minha amiga Megg Santos, escritora, e colocamos no papel. Megg chamou outro roteirista, o Felipe Petrucelli, e começaram a escrever o texto que se transformaria no “Mercado Amoroso”. Em 2016, o texto ficou pronto e fui batalhar patrocínio, pois, nas experiências que vivi no teatro como atriz, viajando, deixando meu filho só, ou levando ele junto, sabia que a bilheteria não pagaria minhas despesas.

Fazer teatro no Brasil é muito difícil! Finalmente, consegui: o BB Seguros amou o projeto! Chamei meu amigo e parceiro Edson e começamos a produzir. Depois, com o elenco já formado e o diretor Ernesto Picollo, que sempre quis trabalhar desde 2013, iniciamos os ensaios. Foram meses pra conciliar a agenda de todos, mas, hoje, estou muito feliz de ter a oportunidade de ver o meu primeiro projeto como atriz e produtora estreando lindamente. Eu não preciso provar nada pra ninguém, somente pra mim mesma, de que sou capaz de realizar meus sonhos. Depois de tanto tempo atuando, estou descobrindo novas possibilidades, escrevendo um roteiro pro cinema, baseado em fatos reais. Hoje vejo que a maturidade me faz alcançar voos mais altos e com mais persistência. Aprendo muito todos os dias, e devagar vou em busca do que me faz feliz.  E batalhei e batalho todos os dias pra conseguir sobreviver nessa carreira, que não é fácil.”

Letícia Birkheuer acaba de estrear a peça “Mercado Amoroso”, no Teatro Fashion Mall, em São Conrado.

Enviado por: Lu Lacerda
10/08/2018 - 20:00

Programe-se: agenda para o fim de semana

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O brasileiro perde a noção, mas jamais a piada: um dos assuntos mais comentados do Twitter nesta sexta-feira (10/08) é o aniversário de 47 anos do ator Fábio Assunção. Como sabido, Fabio já teve alguns problemas com drogas e álcool (quem nunca?) e a rede não perdoa – o novo termo para a “jogação” no fim de semana é “entrar no modo Fábio Assunção”. Entre os comentários, “lembrando a todos que hoje é feriado nacional e a parada é obrigatória em qualquer bar para entrar em modo Fabio Assunção”.

Gosta do Porta dos Fundos? Esse programa é pra você: Rafael Portugal apresenta seu novo espetáculo “Eu comigo mesmo”, no Teatro das Artes, na Gávea, de sexta-feira a domingo (10 a 12/08). Os ingressos para o stand up comedy podem ser comprados pelo site da Divertix ou na porta.

Sexo, esporte, carinho, gente alegre para tentar manter a saúde mental… Se a crise vem atingindo até esses itens, melhor se enturmar com um bom livro.

Pensa aí no nosso inverninho sob os seus lençóis de mil fios e descansa, amor, desse Mercúrio retrógrado que só sai de cena dia 19. Se quiser botar a cara pra jogo, tem Molière no Teatro Adolpho Bloch, na Glória. Quem é louco de resistir ao Matheus Nachtergaele?

Recebeu um toco? Tá no recalque? Então a festa “Recalcada” é seu número, na boate Fosfobox, em Copa, neste sábado (11/08). Uma noite 100% funk no subterrâneo e pop no andar superior. “Vem com fogo na raba e sarra com respeito”, diz o convite.

Frio, né? Vamos beber e comer – aproveita que o seu restaurante predileto ainda não fechou!

De um ilustre desconhecido a motivo de piada nas redes sociais. Assim foi o candidato à presidência Cabo Daciolo (Patriota) depois do debate na Band. Com oito candidatos, numa discussão enfadonha (palavra maravilhosa neste caso!), que deve ter colocado muita gente pra dormir, eis que Cabo vem com a ideia de criar a fictícia União das Repúblicas Socialistas da América Latina (Ursal). O termo “Ursal” ficou entre os assuntos mais comentados da sexta-feira (10/08) e houve quem lembrasse o fato de que, com os países combinados, a nova nação seria eneacampeã mundial de futebol, com uma seleção imbatível, com craques como Neymar, Messi e Suárez. Teorias mirabolantes sobre a Ursal circulam na internet.

A fim de um “Choque”? A festa rola neste sábado (11/08), no Espaço Gamboa, no Centro, “com objetivo de chocar a sociedade na loucura de ser aquilo que simplesmente é”, diz o texto. No som, DJs de várias festinhas da cidade: Faïq Nills (Jamboo), Vinicius Alves (Finalmente), Gustavo Tata (Manga Rosa) e Ber Back (FLSH), além de batalha de “voguing” – lembra das poses de Madonna no clipe “Vogue”? então, é isso.

O que fazer quando não se tem uma afinidade cívica e política com nenhum candidato? Rolando na rede: “Deveria ser proibido um candidato chato perguntar a outro candidato chato – exemplo: ‘Quero perguntar para fulano’, mediador: ‘Infelizmente não pode, pois ambos são chatos. Selecione um candidato no rol de doidos’.

Edwin Luisi comemora 45 anos de carreira com a comédia inédita “Nossas mulheres”, do francês Éric Assous, no Teatro Ipanema, de sábado a segunda-feira (11 a 13/08), às 20h.

O “Fala com a Márcia” pode ter um preço para Marcelo Crivella. O prefeito não vai passar impune daquela reuniãozinha com os colegas pastores e, segundo Ancelmo Gois, deve ter que pagar multa de R$ 50 mil, estipulada pela Câmara Cível do TJ por “ato que caracteriza o uso de bens públicos municipais em prol do seu grupo religioso”. Entre nós: o que significa R$ 50 mil para o Crivella?

Ilustração: Edgar Moura


Enviado por: Lu Lacerda
10/08/2018 - 19:30

Rio: gatas ao ar livre – o luto de Mariana Goldfarb

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Mariana Goldfarb (à direita): com as amigas fazendo treino funcional na Lagoa /Foto: AG.News

Chame de treino funcional, aeróbico, corrida, conjugado e o que mais estiver na moda, mas em que outra cidade a pessoa pode se deparar com tal cena? Mariana Goldfarb aproveitou a solteirice para liberar endorfina com as amigas, igualmente secas, saradas e de pouca roupa, na Lagoa, com um personal pra lá de exigente. Ela e Cauã Reymond estão na fase do tudo-acabado-entre-nós depois de pouco mais de dois anos juntos e um momento de hiato em janeiro passado. Vai ver, esse é o novo luto!


Enviado por: Lu Lacerda
10/08/2018 - 18:30

Dois anos do Gastromotiva: Comida para quem precisa

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Dois anos do Refettorio Gastromotiva: na primeira foto, Janaína Rueda; na segunda, Thiago Castanho, Rosa Moraes e David Hertz /Fotos: Divulgação

Se depender de gente como a do Refettorio Gastromotiva, na Lapa, o mundo só vai melhorar: são dois anos dedicados ao combate à fome e ao desperdício de alimentos. É ou não é o máximo? Teve comemoração nessa quinta-feira (09/08), com a chef Janaína Rueda ali, com tudo, ao lado de Thiago Castanho. Depois, todos pararam para ouvir David Hertz, chef-fundador do Refettorio Gastromotiva, que fez um balanço dos 2 anos: foram 80 toneladas de comida não desperdiçada e 153 mil pratos servidos para a população em vulnerabilidade social.


Enviado por: Lu Lacerda
10/08/2018 - 17:50

Caminhão com figurinos de espetáculo é roubado no Rio

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“MPB – Musical Popular Brasileiro”: Negra Li entre Érico Brás e Reiner Tenente e parte do figurino que estava no caminhão /Foto: Divulgação

A temporada carioca do espetáculo “MPB – Musical Popular Brasileiro”, dirigido por Jarbas Homem de Mello e com Negra Li no elenco, cuja estreia seria nesta sexta-feira (10/08), no Teatro Sesc Ginástico, foi adiada para a próxima semana, depois do roubo de caminhão com figurinos e equipamentos quando chegava ao Rio. Não é pouca coisa: são 27 artistas em cena, entre atores e músicos, que trocam várias vezes de figurinos, criados por Fábio Namatame, além de outras peças do cenário. O texto conta a história de uma filial brasileira de uma empresa multinacional que recebe a visita de investidores estrangeiros. Para impressionar os gringos, a empresa prepara um grande espetáculo com canções da MPB, dirigido por um antigo diretor de musicais. A produção não deu mais detalhes sobre o caso, mas a peça está confirmada para dia 18.


Enviado por: Redação
10/08/2018 - 17:00

Bob Burnquist: skatista já tem um plano B

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Oficina Reserva: na primeira foto, Bob Burnquist; na segunda, Nando Rodrigues, Rony Meisler e Marcos Pitombo; na terceira, Bruno Van Enck e Felipe Siqueira; na quarta, Isabela Goldfarb e Ricardo Bräutigam; na quinta, Beto Gatti; na sexta, Felpe Siqueira, Bianca Lavalle, Rebeca Sellitti e Andre Coelho /Fotos: Renato Wrobel

Bob Burnquist, o skatista mais famoso do mundo, poderia até se arriscar num plano B: malabarismo. O presidente da CBSK (Confederação Brasileira de Skate), uma das cinco novas integrantes do programa de competições na Olimpíada de Tóquio, em 2020, fez bonito com três “limões”, como os meninos nos sinais de trânsito – ou seja, parafraseando o “fazer dos limões uma limonada”, novo lema da campanha da marca Oficina Reserva, braço da Reserva, de Rony Meisler, que inaugurou nessa quinta-feira (09/08), no Shopping Leblon. Bob é embaixador da grife, o que chamou a rapaziada carioca para uma noite atípica masculina: em vez da pelada, os homens compravam loucamente – teve até fila no provador de roupas, coisa inimaginável para tanta testosterona junta; dava até para se enturmar com laços mais profundos, se é que vocês me entendem…


Enviado por: Redação
10/08/2018 - 15:00

Oskar Metsavaht: lançamento de doc sobre sustentabilidade

Oskar Metsavaht lançou, nessa quinta-feira (09/08), o documentário “A.S.A.P. | as sustainable as possible, as soon as possible |” no Instituto Moreira Salles, na Gávea, sobre a história, visão e inspiração da Osklen, além dos trabalhos em conjunto com o Instituo-e. Desde 1988, a grife carioca é conhecida pelo compromisso com a preservação de recursos naturais e uso de materiais alternativos. Em 20 minutos de filme, com direção de Victoria Visco Mendonça e Marcelo Lince e narração do ator Juliano Cazarré, acompanha todo o funcionamento da produção da marca. Para Oskar, o mais surpreendente e o motivo de documentar tudo foram os números de um estudo feito pela COPPEAD – UFRJ durante 10 anos, em que mostra o aumento geométrico do uso de alternativas sustentáveis pela grife.

“Os números foram surpreendentes pra eles e para nós. Somos uma empresa fora da curva. Agora vamos fazer um livro com esses dados nunca divulgados antes, e eles vão levar para o INSEAD (Instituto Europeu de Administração de Empresas), Harvard e outros lugares para divulgar o trabalho”, conta o empresário, que também fez o filme para deixar registrado o pioneirismo. “Não vou ser atropelado pelas marcas oportunistas; por isso lançamos nossa história. Tiramos do zero comunidades do meio da Amazônia, do morro do Alemão, outra de São Gonçalo muito pobre, de uma região totalmente esquecida pelo município, pelo estado. O importante é elevar a autoestima dessas trabalhadoras e depois mostrarmos o resultado: um acessório na vitrine do MoMA ou uma bolsa feita de couro de pirarucu usada pela Madonna, Carla Bruni e Gisele Bündchen.”


Enviado por: Redação

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