O quanto os “fura-isolamento” têm a ver com o aumento da Covid? 

O quanto do aumento de casos da Covid entre os cariocas pode ter a ver com os “fura-isolamento”, importantíssimo para conter o avanço do vírus? Personagem conhecido no Rio, preso em casa, no Leblon, desde 13 de março, diz-se revoltado com alguns amigos e ex-amigos que, segundo ele, jamais respeitaram distanciamento algum: “Personal, cabeleireiro, esteticista, massagista, compras, empregados, viagens…

Opinião, por Vagner Fernandes (jornalista): “É imperdoável o silêncio de um time de artistas que protagoniza lives e não é solidário com aqueles que movimentam a engrenagem do setor” 

Quando Anitta deu início a uma série de lives para discorrer sobre política, o mundo das artes virou pelo avesso. Alguns questionavam a legitimidade de uma artista sem histórico de ativismo político para debater questões que afligem o Brasil, neste período de pandemia. A maioria, no entanto, aplaudiu a ousadia da estrela do pop-funk em…

Com o uso da máscara, procedimentos estéticos devem aumentar ou diminuir? Antonio Paulo, Doris Hexsel, Fabio Cuiabano e Patricia Moraes respondem

Com o uso da máscara, procedimentos estéticos devem aumentar ou diminuir? Antonio Paulo Pitanguy Müller, Doris Hexsel, Fabio Cuiabano e Patrícia Moraes respondem. Desde a publicação, aqui, de que agora boca é mais escondida que peito — já que você sair com o maior decote do mundo, tranquilo, já sem máscara, nem pensar —, resolvemos aprofundar o assunto e falar…

“Esquenta pé, esquenta coração”: amigas criam projeto que distribui sapatilhas para pacientes do CER Leblon

A professora Tânia Frossard e a enfermeira Regiane Bronus, da Coordenação de Emergência Regional do Leblon (CER), Leblon, criaram o projeto “Esquenta pé, esquenta coração”, distribuindo sapatilhas de crochê para os pacientes, principalmente idosos, internados nas salas Amarela e Vermelha. Para diminuir o risco de infecções, o sistema de climatização dos hospitais, principalmente em UTIs,…

Pelo olhar do psi, por Arnaldo Chuster: “Não existe quem não possa enxergar seus erros e tentar abrir-se para uma reparação”

O “discurso do ódio” não tem lado, não tem partido, não tem religião nem cultura. Ele pode valer-se de tudo e de todos, vir acompanhado das mais diversas justificativas e titulações, mas é sempre destrutivo para a mente humana. Como psicanalista, penso que jamais devo silenciar sobre o cortejo de danos causados pelo ódio, os…