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31/10/2018 - 16:30

O bar do Zeca

Zeca Pagodinho, Padre Jorjão e Alcione /Foto: Murillo Tinoco (AGi9)

Nelson Sargento /Foto: Murillo Tinoco (AGi9)

Moacyr Luz beijando a mão de Monarco, da Velha Guarda da Portela /Foto: Murillo Tinoco (AGi9)

Elba Ramalho e Carlinhos de Jesus /Foto: AG.News

Flora Gil e Zeca Pagodinho /Foto: Murillo Tinoco (AGi9)

Zeca Pagodinho, Marcelo Madureira e Dudu Nobre /Foto: Murillo Tinoco (AGi9)

A bênção do padre Jorjão com galhinhos de arruda /Foto: Murillo Tinoco (AGi9)

Foi um verdadeiro beija-mão na inauguração do Bar Zeca Pagodinho, nessa terça-feira (30/10), na Barra, para onde o artista se mudou há alguns anos – mesmo tendo Xerém, na Baixada Fluminense, como seu QG particular e predileto. Por ali, circulavam nomes da Velha Guarda do carnaval carioca, como Nelson Sargento, da Mangueira – e também Alcione, verde-e-rosa fervorosa; Monarco, da Portela; além de Elba Ramalho, Jorge Aragão, Sérgio Loroza, Charles Gavin, Flora Gil etc. No meio de tanto chope, cerveja, sambinha dos bons, claro que o lugar merecia uma bênção, e eis que sobe ao palco padre Jorjão, da Paróquia Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, grande amigo de Zeca, com sua água benta em folhas de arruda. “Para onde eu vou, o carrego”, disse o precavido sambista.

O bar, com mais de 1.000 metros quadrados, foi ideia do empresário Paulo Pacheco, uma homenagem ao samba carioca, patrimônio cultural do Brasil, e a um dos nomes mais importantes do gênero, Zeca – pelas paredes, estão fotos da vida e carreira do cantor (até a primeira comunhão), esculturas de São Jorge e de São Cosme e Damião, o palco da Portela etc. As comidinhas de boteco, feitas por Toninho do Momo, chef de um dos botequins mais tradicionais do Rio, foram sucesso absoluto, com bolinhos de arroz, empadas de rabada e camarão, coxinhas de galinha e caranguejo, caldinhos de mocotó e de feijão. E, claro, roda de samba foi o que não faltou.


Enviado por: Redação
31/10/2018 - 14:50

Fernanda Montenegro: homenagem para Marília Pêra em SP

Vinícius de Oliveira, Fernanda Montenegro e Walter Salles /Foto: AG.News

Bárbara Paz – Daniel Rocha /Foto: AG.News

Depois de 20 anos do sucesso estrondoso de “Central do Brasil” (1998), de Walter Salles, o filme continua firme na missão de emocionar muita gente. Nessa terça-feira (30/10) aconteceu uma sessão especial no Espaço Itaú de Cinema, durante a 42ª Mostra Internacional de Cinema, em São Paulo, com cópia restaurada em 4k – na plateia, Fernanda Montenegro assistiu ao longa com Vinícius de Oliveira, o ator mirim (à época) protagonista. E, por fim, Fernandona pegou o microfone para falar sobre a produção e ficou emocionada ao citar o nome de Marília Pêra, que morreu em 20014, amiga da vida e colega na produção que foi indicada ao Oscar. No dia 3 de novembro, a versão chega aos cinemas cariocas. 


Enviado por: Redação
31/10/2018 - 13:31

Lenny Niemeyer: mistura boa do comercial com o pessoal

Luiza Sobral, Liza Canha, Fran Monfrinatti, Lenny Niemeyer, Mariah Bernardes e Camila Coutinho /Foto: Miguel Sá

Glenda Kozlowski e Yara Figueiredo /Foto: Miguel Sá

Nazaré e Oskar Metsavaht – Lenny Niemeyer e Lulu Lima e Silva /Foto: Miguel Sá

Daniela Falcão, Alexandre SaÌ e Lenny Niemeyer /Foto: Miguel Sá

Bel Niemeyer, Chris Pasqualette e Flavia Leal /Foto: Miguel Sá

Joana Nolasco, Lenny Niemeyer e Mariah Bernardes /Foto: Miguel Sá

Paula Bergamin, Felipe Feitosa e Michelle Pin /Foto: Miguel Sá

Raissa Bittar, Cintia Conti e Natacha Oliveira /Foto: Miguel Sá

Karina Nunes e Tatiana Bonaparte /Foto: Miguel Sá

Com Lenny Niemeyer, em assuntos de moda, é meio que aquela situação que começa dando certo. Com esse olhar de empresário atento, Alexandre Birman convidou a estilista para uma parceria: pela primeira vez, sua marca de sapatos faz collab com moda praia. A casa da estilista, na Lagoa, que já foi endereço de grandes festas, mas passa por uma fase mais tranquila, esteve no espírito de sempre, para essa carioca nascida em Santos, que sabe misturar como poucos o comercial com o pessoal. E esse vaivém foi com jantarzinho da Adriana Mattar – dando prazer aos paulistas que não conheciam seus sabores. Sim, porque os cariocas já se deleitam faz tempo. 


Enviado por: Redação
31/10/2018 - 13:00

Carta aberta ao presidente

Carta aberta ao presidente: menina de 8 anos faz pedidos ao novo todo poderoso do País /Foto: Reprodução redes sociais

A menina Lara, de 8 anos, já escreveu uma carta fazendo pedidos ao presidente eleito, Jair Bolsonaro. O textinho ganhou as redes sociais nesta quarta-feira (31/10) e, entre as sugestões, estão que celulares custem R$ 5 – “Pense bem como ia facilitar a vida das pessoas pobres?”, diz ela –, além de balas a R$ 0,5 e chicletes a R$ 0,10, mas pediu que proibisse a venda de Plutonita, um chiclete azedíssimo, moda entre criancinhas. “Sou uma criança de 8 anos querendo ajudar o mundo”, assina ela no fim.  Que lindura é essa?


Enviado por: Redação
31/10/2018 - 12:00

A “Alma Azulejada” de Cosme Martins

O artista plástico Cosme Martins, com a diretora do MNBA, Mônica Xexéo, e o poeta e curador Carlos Dimuro /Foto: Marco Rodrigues

Alice Barbosa Lima e Luiz Antonio Braga /Foto: Marco Rodrigues

Kakati de Paiva com o casal Bartolomeu Buarque de Holanda e Rosana Buarque de Holanda /Foto: Marco Rodrigues

Evandro Carneiro e BB Schmitt /Foto: Marco Rodrigues

Paula Paraíso e Ruy Schmith /Foto: Marco Rodrigues

O artista plástico Cosme Martins, maranhense de São Bento, mas carioca-como-poucos desde a década de 80, começou as comemorações de 40 anos de carreira com a abertura da exposição “Alma Azulejada”, nessa terça-feira (30/10), no Museu Nacional de Belas Artes, no Centro. São 12 quadros em acrílica sobre tela tendo como inspiração o conjunto de azulejos dos prédios centenários de São Luís do Maranhão. O poeta Carlos Dimuro, curador da mostra, define Cosme assim: “Azulejar nossos olhos com beleza e imaginação é o trabalho incansável deste maranhense do mundo”. Cosme Martins é nome forte em muitas coleções cariocas. 


Enviado por: Redação
31/10/2018 - 11:00

Paris, por Paulo Pereira

Para comemorar o aniversario de 160 anos de relações diplomáticas entre o Japão e a França, Paris vai estar colorida com as cores do Japão. Em frente ao Hotel de Ville, uma grande instalação, como se fosse um pacote de presente, chama a atenção dos turistas e parisienses. Trata-se do Pavillon Furoshiki, coberto por tecido tradicional de embalagens japonesas e, dentro, varias criações de Furoshiki, moda, design e projeção de vídeos. 
Até as estatuas de Voltaire e Boccador, ganharam pacotes coloridos.

De 1 a 6 de novembro
Hotel de Ville – Paris
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Recentemente, foi inaugurado, no quartier Montorgueil, em Paris, um bacanérrimo restaurante brasileiro: “Uma Nota“. O proprietário Nicolas Esclapez criou um boteco moderno com uma cozinha brasileira e oriental, uma mistura inusitada que deu supercerto. As coxinhas e o bolinho de mandioca são deliciosos, assim como o ceviche de frutos do mar – de comer de joelhos. Muita caipirinha e coquetéis exóticos rolando a noite toda – uma verdadeira festa pro paladar.
A frequência? Só gente linda, gatinhos e gatinhas franceses que têm uma relação de amor com o Brasil e sua culinária.
Vale muito a pena uma visita, mas tem que chegar cedo porque o restaurante está sempre lotado.

Uma nota
86 Rue Réaumur, 75002 Paris
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Você, que admira a atriz francesa Catherine Deneuve, e adora as coleções do grande Yves Saint Laurent, não pode perder esta oportunidade. No dia 24 de janeiro a atriz vai por a venda na Christie’s, toda sua coleção Saint Laurent. Looks ícones de varias épocas do estilista farão parte da venda.
Aos interessados, entrar no site da Christie’s e se inscrever.
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Uma grande exposição dedicada a família Renoir acontecerá a partir de 07 de novembro, no Musée d’Orsay em Paris. Renoir Pere et Fils, apresenta um percurso que reagrupa as grande pinturas do mestre, assim como filmes e documentários organizados em cinco seções, autorretrato, retratos de família, modelos, natureza e dança, temas de Pierre-Auguste e Jean Renoir.
Imperdível

De 07 de novembro a 28 de janeiro de 2019
Musée d’Orsay
1 Rue de la Légion d’Honneur – 75007 – Paris
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Visite também parisporpaulopereira.com
Instagram: @parisporpaulopereira
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Enviado por: Redação
30/10/2018 - 19:30

Cinco perguntas para Glória Maria (em campanha contra mudança da Escola Parque)

Se morador tiver alguma voz, não vai ser fácil a mudança da Escola Parque do alto da Gávea para a Casa Rosa, 268, na Marquês de São Vicente, na parte baixa do bairro. Está gerando uma grande revolta pela possibilidade da piora no trânsito, já tão sufocante. A direção da escola quer evitar conviver com constantes tiroteios na vizinha favela da Rocinha. O presidente do AMA Gávea, Rene Rasenclever, está tomando medidas jurídicas. Outra que se empenhou com o problema foi a moradora Glória Maria, numa espécie de campanha por conta própria. 

1
O que a levou a ser contrária à mudança da Escola Parque?  

A Gávea não suporta mais empreendimento grande, não cabe mais. O bairro só tem uma entrada e uma saída. Se acontecer essa mudança, o trânsito, já sobrecarregado, vai ficar insuportável. São mais de 400 alunos todos os dias. 

2
A razão alegada é a proximidade da Rocinha.   

Minhas filhas estudam na Escola Americana, que fica no quintal da Rocinha, bem mais próxima do que a Escola Parque, sofrendo com medo de violência, sons de tiro etc., e não tem pra onde ir. A Rocinha vai descendo, e os moradores vão descendo? Cada dia, mais nos recuamos à violência – ficamos mais sufocados.   

3
Não acha que teria de tentar resolver o problema principal, ou seja, tentar controlar a violência?  

Nós, cariocas, estamos cada vez mais acuados, intimidados. A gente vai se acovardando cada vez mais. Isso seria solução paliativa, remendos e sem resolver o problema principal. Acho que todo mundo tem de se unir para tentar uma solução. Isso é uma incivilidade, querer remediar um problema com outro.  

4
 O que fazer?   

Nós mesmos temos de tentar uma solução, se depender de autoridade, não se vai chegar a lugar algum.   

5
Qual sua história com a Gávea?  

Morei no bairro há mais de 30 anos; voltei em junho deste ano. Adoro a Gávea. 

Foto de Paulo Belote/TV Globo.


Enviado por: Lu Lacerda
30/10/2018 - 19:00

Bob: tem até elefante boêmio na “Elephant Parade Rio”

Mariana Revelles e Bob, o carioca: elefantinho boêmio vai estar no Baixo Leblon a partir desta quinta-feira (01/11) /Foto: Divulgação

A cidade estará tomada por elefantinhos a partir desta semana, em vários pontos com a “Elephant Parade Rio”, e, entre bichinhos de tromba, está o boêmio “Bob, o carioca”, com traços da mureta da Urca criada pela artista plástica Mariana Revelles, a partir desta quinta-feira (01/11), no Baixo Leblon, em frente à Pizzaria Guanabara. Acostumada a pintar paisagens da cidade em telas hiper-realistas, ela foi convidada pela marca de licor Amarula para retratar a boemia carioca. “Curtir um papo descontraído do pôr do sol até a madrugada é a cara do carioca. E a mureta da Urca é o local perfeito”, diz a artista. Para chamar atenção para os maus-tratos sofridos por elefantes em cativeiros, a Amarula vai acorrentar Bob e mais seis esculturas durante a primeira semana da mostra. No fim da exposição, os trabalhos serão leiloados no dia 6 de dezembro, no Copacabana Palace, com renda para o Santuário de Elefantes Brasil, ONG na Chapada dos Guimarães. 


Enviado por: Redação
30/10/2018 - 18:00

Phoenix e Lex Luthor: gatos brasileiros campeões na Finlândia

A siamesa Phoenix e o persa Lex Luthor: os felinos brasileiros foram campeões no Fifé World Show, que aconteceu na Finlândia /Fotos: Silvia Pratta

Phoenix e Lex Luthor: repare essas linduras! Modelos brasileiros costumam fazer muito sucesso no exterior, e não foi diferente no Fifé World Show, a maior disputa de gatos do mundo, que aconteceu na Finlândia, no último fim de semana. E sabe pra quem foram os títulos principais do evento, de campeões mundiais? Para a siamesa Phoenix, do Gatil Aruak, de Salvador, e para o persa Lex Luthor, do Gatil Lotie, de São Paulo. No julgamento, perfeição nos traços, forma física, saúde e bom temperamento, que poderiam facilmente ser quesito de concursos de misses. Eles disputaram com 1.563 felinos de mais de 20 países. Nascidos no Brasil, os bichanos fazem parte de um time de cinco felinos que fizeram a melhor campanha brasileira na história da competição, com patrocínio oficial da PremieRpet®. “Lex se apresentou muito bem na disputa e desbancou gatos competitivos e considerados favoritos. Foram muitos desafios, ajustes, correções, banhos, horas de preparo, noites insones, 24 horas de viagem, tensão e exaustão”, disse Luís Otávio Reis Credie, dono do gatão. Por que Lex Luthor? “Para fazer uma brincadeira! Sou o mais peludo, e o Luthor é careca!”, respondeu o felino.


Enviado por: Redação
30/10/2018 - 17:00

Alexander Kellner sobre Museu Nacional: “Ciência não tem partido”

Alexander Kellner: diretor do Museu Nacional confirma novo prédio no terreno do Horto Botânico, simples e moderno, para abrigar acervos recuperados do museu incendiado /Foto: Reprodução Redes Sociais

Com a pergunta “por que o nosso País não pode ter um museu de História Natural de verdade e por que tudo tem que ser tão difícil?”, Alexander Kellner, diretor do Museu Nacional carioca, terminou o discurso de meia hora na audiência desta terça-feira (30/10), na Câmara dos Deputados, em Brasília. Com o tema “Os problemas enfrentados pelo Museu Nacional e perspectivas para o futuro”, Kellner foi em busca de R$ 56 milhões para a instituição, numa reunião que ainda teve Isaac Roitman, representante da Academia Brasileira de Ciência (ABC); Roberto Leher, reitor da UFRJ; entre deputados e ministros. Ele também comentou que ainda existe outro ponto de vista, citando a polarização política  e culpando uma sociedade que não valoriza museus: “Ciência não tem partido. Ela é o futuro de um país e o museu faz parte disso”.

Entre as novidades de uma primeira fase de obras, a construção de um prédio simples e moderno, segundo Alexander, no terreno que fica próximo ao Horto Botânico (na UFRJ) e que pertence ao museu. “É ali que vamos instalar laboratórios e colocar parte do acervo que restou do incêndio”. Ele também pretende receber os estudantes que faziam excursão escolar – eram 25 mil de 600 escolas brasileiras. “Nesse novo prédio também vamos receber temporariamente essas turmas. Milhares de crianças já nos enviaram cartinhas pedindo o museu de volta”. Como parte da primeira fase das construções – ainda estão em fase de escoramento -, a reconstrução das salas que pertenciam ao Império, já com dinheiro certo; mas as segunda (reconstrução da área nobre atrás da fachada), terceira e quarta fases ainda não foram orçadas.


Enviado por: Redação

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