Comunicação Não Violenta, por Marie Bendelac: “Afeganistão: como você se sentiria se fosse privado da sua liberdade?”

Essa semana, não pude deixar de escrever sobre a situação trágica no Afeganistão, onde homens, mulheres e crianças estão sendo submetidos a violações graves de direitos humanos. Famílias inteiras são forçadas a fugir, deixando tudo para trás, ou serão violentadas e poderão até ser friamente executadas pelos Talibãs. Quando vejo essa situação e o que…

O artista visual Cocco Barçante conversa com a arteterapeuta Marise Piloto e com a pesquisadora e mestranda em Arte Cris Piloto, nesta segunda (23/08), dentro da série “Papo Inspiração”. A transmissão é às 15h, pela página do artista no facebook.

Oito perguntas para Jorge Farjalla (diretor de teatro e cinema), sobre “Clara Nunes — A Tal Guerreira”: “Vejo o musical como uma luz, como se Clara viesse para nos livrar da escuridão em que vivemos hoje”

Conversar com o diretor de teatro e cinema Jorge Farjalla é praticamente se transportar para um daqueles filmes de linha do tempo, que viajam para a década passada, presente e futura na velocidade da luz. O raciocínio é borbulhante e criativo sem limite. Nascido em Catalão, interior de Goiás, vive no Rio desde 2007, onde…

O sol deu as caras, os cariocas também

Depois de ter tirado umas férias sem aviso prévio, o sol deu as caras com força, provando, novamente, que cariocas não gostam de dias nublados, como dá pra notar na escassez de espaço nas areias do Leblon, neste sábado (21/08). De acordo com o Centro de Operações Rio (Cor), a semana continua com tempo estável…

De Próprio Punho, por Patricia Rudge (administradora): “Primeiro, não faça mal — cresci ouvindo essa frase do meu pai (o médico Elsimar Coutinho)”

Primeiro, não faça mal (Primo non nocere) — cresci ouvindo essa frase do meu pai, o médico Elsimar Coutinho, de quem, na verdade, fui enteada; neste caso, a nomenclatura não faz diferença, pois penso que o amor é que importa. É uma frase que vem do latim e sempre norteou a sua trajetória na vida. Esse…

Opinião, por Patricia Guerreiro (artista plástica): “Minha arte expõe a dor no feminino que vem da ditadura de um corpo perfeito”

Minha arte expõe a dor no feminino que vem da ditadura de um corpo perfeito — vivida por mim, que fui obesa —, da intolerância, da violência física e psicológica. Vivi na clausura de mim mesma. Escolha própria? Não, uma imposição da hipocrisia da sociedade, que procura corpos perfeitos inexistentes. Descobri quem sou e me liberei…