Luiz Carlos Lacerda: cineasta é novo membro do MnBA

O cineasta Luiz Carlos Lacerda, o Bigode, tomou posse, nesta segunda-feira (16/07), do Conselho Científico de Política de Exposições do Museu Nacional de Belas Artes, no Centro do Rio. O convite foi de Monica Xexéo, diretora do local e o conselho é responsável pelas exposições temporárias do museu. “Frequento o MnBA desde a minha adolescência,…

Paula Klien rodou, rodou e chega ao Rio

E a Paula Klien? Rodou por Berlim, Nova Iorque, Buenos Aires, Londres e São Paulo, mas uma hora chegaria ao Rio. E chegou! A artista, carioca de Ipanema, inaugura a individual “Extremos Líquidos”, com curadoria de Marcus Lontra, na Casa de Cultura Laura Alvim, a partir de 2 de agosto. São 20 trabalhos assim definidos por Lontra: “É uma…

3º Circuito Arte Búzios está chegando

Mais de 80 artistas plásticos vão estar com seus trabalhos, de 20 a 29 de julho, no 3º Circuito Arte Búzios, na Região dos Lagos, aproveitando as férias coletivas nas escolas, quando a cidade lota. “Nesta edição, a cidade recebe em 15 pontos turísticos, ruas, restaurantes, pousadas e galerias, grande variedade de exposições e performances”,…

Nesta quarta-feira (18/07) será inaugurada a 47ª edição de “Novíssimos 2018”, único Salão de Artes Visuais do Rio, na Galeria de Arte Ibeu, na Lagoa.

Formado por Alexandre Gismonti e Jean Charnaux, o Duo a Zero é a atração do Concertos de Eva, nesta quinta-feira (19/07), às 20h. No repertório, peças autorais do duo de violinistas, além de obras de Villa-Lobos, Dušan Bogdanović, Egberto Gismonti e Agustín Barrios.

No dia 21 de julho estreia a peça “Minha Vida daria um Bolero”, texto de Artur Xexéo com Françoise Forton e Aloísio de Abreu, no Sesc Ginástico, Centro do Rio.

“No atual momento, as confissões antigas se transformaram em desabafo. Mais do que confessar, as pessoas querem desabafar”.   De Padre Jorjão sobre as novas aflições dos cariocas. 

Até este domingo (22/07), está em cartaz a peça “Tchekhov é um Cogumelo”, às 19h, no CCBB, no Centro. Com direção de André Guerreiro Lopes, o espetáculo, com ótimas críticas, retrata o conflito entre o presente e o passado.