Renaud Barbaras, da Sorbonne: aula no Rio

Um grande acontecimento, nos meios acadêmicos cariocas, será a aula magna de Renaud Barbaras, no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ, na próxima segunda-feira (2/4). Professor da Sorbonne, Barbaras é especialista em Fenomenologia do Pensamento, conceito filosófico desenvolvido por Edmundo Husserl e Maurice Merleau-Ponty. Muito ligado à cultura brasileira e conhecedor da língua…

A TV Cultura vai homenagear Millôr Fernandes neste sábado (31/3), a partir das 18h30, quando vai reexibir a entrevista feita em 1989 no Roda Viva. O apresentador Augusto Nunes recebeu como convidados: os jornalistas Cora Ronai, Marta Goes, Ethevaldo Dias e Ruy Castro; o escritor Ivan Ângelo; o crítico literário Leo Gilson Ribeiro; e o…

Isabella Taviani lança “Eu Raio X”

Uma quase careca Isabella Taviani lançou, nesta quarta-feira (28/09), o seu quinto CD, “Eu Raio X”, no restaurante Le Jardin, no Leblon. Produzido por André Vasconcellos e gravado entre novembro de 2011 e janeiro de 2012 – o que pode ser considerado bastante rápido no meio artístico –, o disco, independente, já estava planejado há…

Gustavo Moreno: 1ª exposição no Rio

A noite dessa quarta-feira (28/03) foi movimentada no Centro Cultural Correios: Gustavo Moreno inaugurou sua primeira individual no Rio. Na exposição “Cada um de nós, também os outros”, o artista plástico mostra 20 obras – impressão e pintura sobre lona e aço – em grandes dimensões, que se referem à fusão memória, tempo e espaço.…

O documentário de Thereza Jessouroun sobre a bateria da Mangueira, “Coração do Samba”, será exibido pela primeira vez para os moradores do bairro, em uma sessão grátis, neste sábado (31/03), às 20h, na Rua Visconde de Niterói.

Nando Chagas Trio toca no “Bossa, jazz e muito mais”, no restaurante Vizta, no Marina Palace, Leblon, neste sábado (31/03), às 21h30, ao lado de Augusto Mattoso (contrabaixo) e Renato Calmon (bateria). Nando interpreta músicas de seu CD “Arpoador”.

“A única coisa que eu gostaria era um banquinho com meu nome, no alto do Arpoador, onde as pessoas pudessem sentar e ver o pôr do sol”. De Millôr Fernandes, até pouco antes de ficar doente.