Vicente de Mello, Fernando Cocchiarale e André Severo /Foto: Marco Rodrigues

Anna Bella Geiger, Evandro Salles e Daiana Castilho Dias /Foto: Marco Rodrigues

A curadora Marilia Panitz, a artista plástica Selma Silva e a secretária-executiva da Fundação Athos Bulcão, Valéria Cabral /Foto: Marco Rodrigues

Daniele Peralta, Julia Pepino e Maria Flavia /Foto: Marco Rodrigues

Caetano Xavier, Monique Barreto e João Barreto /Foto: Marco Rodrigues

Renata Salles e Renata Gadelha /Foto: Marco Rodrigues

Diferentemente de vários artistas cujos trabalhos estão em museus e galerias de arte, o carioca Athos Bulcão (1918-2008) é visto pelas ruas, aos olhos de todos, em espaços públicos, nas paredes de prédios etc. No Rio, ele está nos painéis de azulejos no Sambódromo, na Fundação Getúlio Vargas, no Hospital da Lagoa, na fachada do edifício de apartamentos na Rua Cupertino Durão, no Leblon, no Hotel Hilton, no Leme; e no Rio Atlântica Hotel.  Depois de passar por Brasília, Belo Horizonte e São Paulo, o CCBB Rio inaugurou, nessa terça-feira (06/11), a mostra “100 Anos de Athos Bulcão”, em cartaz até o dia 25 de janeiro de 2019, comemorando o centenário do mestre da azulejaria brasileira em 300 trabalhos.

Com curadoria de Marília Panitz e André Severo, a exposição vai além dos tradicionais azulejos, que lhe garantiram fama e parcerias com arquitetos, como Oscar Niemyer e Lúcio Costa – são desenhos, pinturas, fotomontagens, capas de revistas, cenários de peças de teatro e até lenços e figurinos para óperas.  “A série dos carnavais e sua relação com a pintura sacra é extraordinária”, diz Panitz, contando que o artista usou uma megaestrutura para trabalhos sacros e profanos, citando, como exemplo, “A Vida de Nossa Senhora”, que está na Catedral do Distrito Federal.

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Enviado por: Redação

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