Teatro, por Claudia Chaves: “Diário do farol — Uma peça sobre a maldade”

“De médico e louco, todos nós temos um pouco”, mas, quanto à maldade, sempre evitamos esse tema. Mesmo as piores pessoas, as que cometeram atrocidades morais, físicas, quando morrem, passa-se uma borracha, como se, no mundo, só houvesse anjos. A maldade, a ruindade, a perversidade dificilmente são aparentes em  personagens. A coragem de João Ubaldo…