03/06/2018 - 18:00

Candido Mendes 90: poucos sorrisos – muitos amigos

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Candido Mendes “90”: Na primeira foto, o casal Bebel e Paulo Niemeyer com o aniversariante; na segunda, a anfitriã Margaret Dalcomo entre Merval Pereira, Arnaldo Niskier, Zuenir Ventura e Geraldo Carneiro; na terceira, Candido Mendes com os netos Candido Eduardo (o Cadu), Antonio, Julia, Bernardo e Maria Clara; nesta foto, Margareth Dalcomo com a escritora Rosiska Darcy de Oliveira / Fotos: Cristina Granato

A casa de Candido Mendes e Margareth Dalcomo, na Lagoa, virou praticamente uma sucursal da Academia Brasileira de Letras na noite desse sábado (02/06), aniversário do professor e imortal. Dava pra concluir que, numa proporção inversa aos poucos sorrisos, é um homem de muitos amigos. Com metade da ABL ali, Candido Mendes, a quem qualquer carioca vincula cultura e intelectualidade, não demonstra tanto, mas certamente estava feliz. É mesmo muito querido.


Enviado por: Lu Lacerda
03/06/2018 - 17:00

Cine PE: Rodrigo Santoro chorando enlouqueceu a plateia

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Cine PE: na primeira foto, Cássia Kis limpando as lágrimas de Rodrigo Santoro; nesta foto, o ator com sua mulher, Mel Fronckowiak / Fotos: Felipe Souto Maior/AgNews

“Foi aqui, no Cine PE, com ‘Bicho de Sete Cabeças’, que minha história começou”, disse Rodrigo Santoro a uma plateia apaixonada, no Cine PE (Festival audiovisual de Pernambuco), nesse sábado (02/06). Sim, seduzidos, todos já estavam, mas depois de ele chorar ao receber o Calunga de Ouro, prêmio máximo do Cine PE, o povo achou o máximo. Foi Cássia Kis (a grafia do nome da atriz muda sempre; vamos deixar assim, por enquanto) quem lhe entregou o troféu (ela também, premiada), ou seja, no palco estavam dois dos maiores atores brasileiros. Tudo isso, com a admiração de Mel Fronckowiak, mulher do ator, que acompanhou o marido o tempo todo.


Enviado por: Lu Lacerda
03/06/2018 - 12:00

Seis perguntas para Rafa Mon (sobre grafite)

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Neste fim de semana, o Rio ganhou mais cor, arte, alegria e uma mensagem de paz para estes tempos difíceis: “Orai por nós”, estampada num prédio da Praia de Botafogo, com 36 metros de altura e 12 de largura – que pode ser vista do Cristo Redentor e do Aterro do Flamengo. A pomba branca mirando o Corcovado representa Oxalá. O trabalho é da artista Rafaela Monteiro, a Rafa Mon, mineira de Monte Sião, no Rio há 13 anos. O desenho, que consumiu 75 latas de spray e 184 litros de tinta acrílica, doados por empresas, foi iniciativa própria, um sonho, com a ajudinha do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-RJ) e dos moradores do edifício, que liberaram o espaço.

Autodidata, a grafiteira começou a desenhar apenas há quatro anos e já coleciona fãs – quase 16 mil seguidores nas redes sociais – e murais pela cidade, uns 15, além de pintar paredes nas casas de clientes e telas que futuramente serão exibidas em alguma galeria ou museu carioca. É dela, por exemplo, a pintura no teto da Casa de Cultura Laura Alvim, assim como o enorme pássaro no Pavilhão das Artes no Riocentro e um pássaro gigante no Boulevard Olímpico.

1
Como nasceu a sereia?  

De um sonho. Comecei a fechar vários contratos e estou vivendo de arte, finalmente. Daí sobrou uma grana e falei para minha produtora que queria pintar um prédio. Consegui o apoio de andaime, tinta, restaurante… Estou tendo gastos, mas, por outro lado, fiz um desenho, de que ninguém reclamou. O Crivella, evangélico, vai passar por ali e ver uma Iemanjá preta. Na semana que eu ia começar o trabalho, fiquei no meio de um tiroteio em Botafogo. Estava num restaurante e vi o bandido morrer na minha frente. Depois disso, vi que não poderia simplesmente desenhar uma sereia, mas passar uma mensagem porque o Rio está precisando de socorro, as pessoas têm que ter uma mensagem de paz e esperança. A pomba branca significa Oxalá levando um recado aos Céus, porque estamos entregues.

2
Como descobriu esse dom?  

Desde criança, gosto de pintar e sempre quis trabalhar com arte, mas minha família tem malharia, vive disso em Monte Sião, e resolvi fazer moda, que era o caminho mais fácil. Trabalhei um tempo com eles, mas estava muito infeliz. Há uns quatro anos, resolvi colocar minhas coisas nas redes sociais, e os amigos começaram a comprar. O jornalista Tiago Petrik me deu um toque: meu trabalho tinha tudo a ver com arte urbana. Mas eu continuava com medo. Pensei em fazer um curso, mas o (artista plástico) Antonio Breves disse que eu era louca, e nenhum grafiteiro estudou. Fui sozinha, pintei uma sereia na Ilha do Governador, apagada logo depois pela Prefeitura.

3
O grafite é um meio machista?  

É uma panelinha fudida, e tenho muita preguiça, mas não faço muita questão. Tem pouca mulher no grafite, principalmente no Rio. Com esse painel, muita gente ficou de cara ? quando viu que era uma mulher. Eu sou feminista, e tanto as pessoas que trabalham com isso quanto as que me veem na rua ficam surpresas. É muito raro eu receber convites para trabalhar junto com os caras, mas, também, foda-se!

4
Ficou famosa?  

(Risos) É tão legal porque as pessoas me param na rua; isso é engraçado. Parei num posto de gasolina e entrou uma mulher porque viu minha bicicleta (personalizada) do lado de fora e ficou me elogiando. Isso vem muito das redes sociais do ano passado para cá, conforme meus painéis foram aumentando na cidade.

5
Já passou aperto na vida?  

Esse mural é do lado da casa onde morei pela primeira vez, quando cheguei ao Rio e estava sem grana, até para comer ou pegar ônibus. No início, pintava cachorro de estimação para as pessoas, e todo o dinheiro que ganhava era para investimento. Hoje tenho muito mais do que preciso, e tudo o que vier é lucro.

6
E os próximos trabalhos?  

Vou fazer o desenho de uma sandália para uma marca que vai ser lançada em setembro; uma coleção de cadernos escolares no fim do ano; um trabalho para uma marca carioca… Abandonei a moda, mas ela não me abandona.


Enviado por: Redação
02/06/2018 - 16:47

Show do Crivella: pelo visto, segue morando no Rio

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Show do Crivella: uma boa oportunidade para ver o prefeito e até confirmar que ele continua morando no Rio / Foto: reprodução

Ninguém pode negar que Marcelo Crivella seja um homem surpreendente – e corajoso! Como mostra a imagem, o prefeito faz show no dia 14 de junho, no Centro de Convenções SulAmérica, com renda para a construção do Memorial do Holocausto, no Morro do Pasmado. Sem dúvida, pode ser uma boa oportunidade para ver o prefeito e até confirmar que ele continua morando no Rio.


Enviado por: Lu Lacerda
02/06/2018 - 16:00

De Próprio Punho, por Mayra Dias Gomes (Meu pai na Sapucaí)

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“Em fevereiro de 1986, todo o Brasil parou. Parou para assistir ao último capítulo de uma novela: “Roque Santeiro”, a de maior audiência da história da Rede Globo. Era uma versão de “O Berço do Herói”, peça escrita por meu pai na década de 60, censurada duas vezes, em forma de peça e, depois, de novela, em 1975, proibida em plena noite de estreia, na Globo. Finalmente, foi ao ar em 1985, após o fim do regime militar, e o último capítulo alcançou um marco: 100 pontos de Ibope. Apesar de surpreendente, não foi o único marco da sua vida.

No ano seguinte, enquanto meu pai comemorava o sucesso de “Roque Santeiro”, eu nasci. Nasci imitando o estilo da viúva Porcina – querendo usar lenços na cabeça e repetindo bordões populares criados por ele. Nasci em uma família alegre por fazer arte, e que me ensinou, acima de tudo, sobre a importância de expressar minhas emoções e opiniões através da arte. Meu pai e minha mãe, a atriz Bernadeth Lyzio, foram meus exemplos.

Nossa maior diversão em família, além de viajar nas férias das novelas, eram as peças e filmes que fazíamos em casa, para, no fim, receber a aprovação do meu pai. Eu escrevia as peças e escolhia o elenco: minha mãe, minha irmã, minhas primas, tias, melhores amigas da escola. Eram encenadas inocentemente, nas festas e jantares que meu pai dava em casa, para convidados, muitas vezes, ilustres. Ele se divertia e tinha muito orgulho de mim. Meus primeiros livros foram comprados por ele em bienais, e outros ganhei de presente do Jorge Amado e da Zélia Gattai, os padrinhos maravilhosos que ele escolheu para mim. Tive a honra de viver por onze anos com o homem mais genial que já conheci. Quando penso sobre ele, às vezes preciso separar o pai do homem que ele era, para entender sua importância.

Dias Gomes não era só meu pai, era um verdadeiro herói brasileiro, diferente de Roque Santeiro. Era o criador de vilões adoráveis e mocinhos hipócritas. Não é exagero dizer que todos os brasileiros reconheciam o País na obra dele. Seus personagens denunciavam, criticavam, comemoravam e enalteciam o povo brasileiro com todos os seus defeitos, qualidades e particularidades. Sempre visionário, desafiador, irônico e bem-humorado, meu pai tinha o dom de enxergar o Brasil perfeitamente como era, ou melhor, como ainda é até hoje. Sua obra vasta é um retrato atemporal deste país, onde ele nasceu e viveu por 76 anos. “O Pagador de Promessas”, por exemplo, foi o primeiro filme brasileiro indicado ao Oscar, e o único brasileiro e sul-americano a vencer a Palma de Ouro em Cannes.

Dentro de quatro anos, vamos comemorar 100 anos de um dos mais importantes dramaturgos, membro da Academia Brasileira de Letras. A caminho dos 100, eu e minha família recebemos a emocionante e grandiosa notícia de que Dias Gomes será o enredo da Unidos de Padre Miguel, no Carnaval de 2019. Seus personagens, aqueles que representam o Brasil até hoje, serão homenageados na maior festa do Brasil e maior espetáculo da Terra. O enredo, reconhecendo sua obra imortal, fala que “qualquer semelhança não terá sido mera coincidência.” Difícil explicar a emoção de ter um pai que dá tanto orgulho e que, apesar de não estar mais entre nós, continua tão presente, diariamente.

Em nome da família, agradeço à Unidos de Padre Miguel. Meu pai era ateu, mas conhecia e falava sobre religião como um verdadeiro religioso. É irônico e perfeito pensar que ele provavelmente vai assistir a essa grande festa na Sapucaí, no camarote lá de cima.”

Mayra Dias Gomes é escritora. Foto: Maxine Bowen


Enviado por: Lu Lacerda
02/06/2018 - 14:30

Estreia de “Vou deixar de ser feliz por medo de ser triste?”

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Na primeira foto, Vitor Thiré, Paula Burlamaqui, Yuri Ribeiro e Jujuba Cantador; na segunda, Claudia Wildberger e Leticia Spiller; nesta foto, Eriberto Leão e Jorge Farjalla / Fotos: Marcos Ferreira

História de amor todo mundo adora, mas se for inspirada num casal real, mais ainda; se o casal estiver à mão, aí já fica incrível. Sim, caso da comédia romântica “Vou deixar de ser feliz por medo de ser triste?”, que estreou nessa sexta-feira (01/06), no Teatro das Artes, no Shopping da Gávea. Trata-se da história verdadeira da agenciadora de artistas Cláudia Wildberger e do ator Yuri Ribeiro (ele, em cena no espetáculo). Ainda no elenco, Paula Burlamaqui, Vitor Thiré e Jujuba Cantador, sob a direção de Jorge Farjalla.


Enviado por: Lu Lacerda
01/06/2018 - 18:38

“Entrando alguém que se alinhe ao desejo do Governo significa a Petrobras voltar pro buraco”

 

De David Zylbersztajn (especialista em energia) sobre a demissão de Pedro Parente da presidência da Petrobras 


Enviado por: Lu Lacerda
01/06/2018 - 18:00

Programe-se: agenda para o fim de semana

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Se você está empolgadíssimo com esta trégua na baixa temperatura no Rio, é melhor repensar os planos. No domingo, chega uma frente fria ainda mais intensa para os cariocas. Um dos 550 rótulos de vinhos portugueses, a partir desta sexta-feira (01/06), no CasaShopping, pode ter sido feito pra você.

Como de costume aqui na agendinha, alguns dos melhores shows que rolam na cidade pro fim de semana: nesta sexta-feira (01/06), o grupo The Manhattans, sucesso nos anos 60 e 70, apresenta-se no Vivo Rio; no Teatro Rival, nesta sexta (01/06) e sábado (02/06), é a vez do grupo MPB4, com participação especial de Bárbara Rodrix; Jorge Ben Jor também faz show nesta sexta-feira (01/05) e sábado (02/05), no Circo Voador; no sábado (02/06), Arnaldo Antunes apresenta-se, também, no Circo.

Descobriu que os homens mais importantes da sua vida dirigem um caminhão? Não é por isso que você vai maltratar esse com quem divide os lençóis (de preferência, de mil fios). Um bom sexo para abrir as comemorações (quaisquer, nem que seja pelo outono) pode ser uma boa ideia. Na dúvida, melhor dar.

Dedique mais atenção aos momentos de prazer do que o prefeito Marcelo Crivella dá à cultura, para não enlouquecer. A frase de Nietzsche “a arte existe para que a realidade não nos destrua” não vale nada pra ele; já, pra você, esperamos que sim.

Se você não está nas Maldivas, na festa de Luciana Rique, saiba que, no Rio, o sabadão é de sol. Esqueça esse lamentável cansaço e parta para um mergulhão, criatura!

Que tal variar um pouco a programação da criançada da sua casa e levá-las a algum lugar que não precisem de infinitos aparelhinhos eletrônicos? Aqui, sugerimos três musicais: no Oi Futuro, a peça “Thomas e as mil e uma invenções” conta uma história inspirada na vida do inventor americano Thomas Edson; com uma mistura de folclore, poesia e muitos cantos, “Passarinhando” entra em cartaz neste sábado (02/06), no Teatro Municipal Café Pequeno, no Leblon; por fim, no Teatro Ipanema, reestreia “Isaac no mundo das partículas”, que usa como referência personagem usado por David Bowie.

Este é o último fim de semana para visitar a mostra “Disruptiva”, no CCBB, aquela que pode te embalar a vácuo. Ali, os visitantes encontram mais de 120 trabalhos, grande parte deles, interativos, que testam alguns limites, muitas vezes, desconhecidos. Que tal?!

Concertos a R$1? Temos! A Orquestra de Sopros Banda Filarmônica do Rio apresenta o espetáculo “Bravo Ópera!” neste domingo (03/06), às 11h30, na Série “Domingo a R$1,00”, no Theatro Municipal. Nesse concerto, serão apresentados, sob a regência do maestro Antônio Seixas, algumas das aberturas, árias e duetos mais famosos de grandes óperas, como Aida, Carmen, O Guarani, O Barbeiro de Sevilha, A Viúva Alegre e La Traviata. No espetáculo, participação especial da soprano Mariana Gomes e da mezzo-soprano Lara Cavalcanti.

Se você não é adepto da “Operação Caguei para a Copa” e morre de saudade do clima de carnaval, sugerimos acompanhar o projeto “CarnaCopa”. A partir desta sexta-feira (01/06), até o dia 15 de julho, mais de 40 eventos rolam na cidade. Para começar, hoje e amanhã, no Píer Mauá, acontece a festa Biergarten, com atrações, como o Bloco Fica Comigo, Djs Zedoroque e Pachu, e muito mais.

Ilustração: Edgar Moura


Enviado por: Lu Lacerda
01/06/2018 - 17:00

Cinco perguntas para David Zylbersztajn (sobre saída de Pedro Parente)

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David Zylbersztajn é especialista da área de energia. Fez mestrado na PUC-Rio, é ex-diretor da Agência Nacional do Petróleo (ANP), mas seu conhecimento e cultura no assunto estão bem além do catedrático, digamos assim. Por essas razões, é sempre chamado a opinar em momentos como este, em que a Petrobras pode estar deslizando novamente para o abismo, com a saída de Pedro Parente, o que traz ainda mais uma grande insegurança para os brasileiros.

1
O que significa a demissão de Pedro Parente?

A demissão do Pedro significa uma guinada para pior neste Governo. A empresa, depois de usada para fins políticos num passado recente, estava em fase de recuperação, o que era bom para o Brasil. Colocar alguém do perfil do Parente seria pouco provável, ou ele não teria saído.

2
A que se deve essa saída?

Saiu porque estava contrariado com o que estava sendo proposto, criando obstáculo. Entrando alguém que se alinhe ao desejo do Governo significa a Petrobras voltar pro buraco. (Parente era contrário à interferência do Governo nas decisões da estatal)

3
O que você antevê depois disso?

Tudo depende de quem for pra lá e do que se espera em termos de gestão. Dependendo de quem for o novo presidente, a gente vai saber o rumo que vai tomar.

4
Você encararia esse posto?

Não há hipótese, penso igual ao Pedro.

5
Em algum momento, você imaginou que a greve dos caminhoneiros teria a dimensão que teve?

Nesse tamanho, nunca imaginei. O WhatsApp mudou o País; a capacidade de organização mudou muito. Claro que aí tem também o interesse das transportadoras.


Enviado por: Lu Lacerda
01/06/2018 - 16:30

Varanda do Copa: sempre um bom cenário

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A varanda do Copacabana Palace é sempre um bom cenário, juntando a isso os dias lindos de outono, como nessa quinta-feira (31/05), para uma festinha ao pôr do sol: a primeira edição do Heavens Brunch, organizado por Pamela Cancela e Leo Marçal. Com esse nome, supõe-se, sendo no Copa, só pode ser para não ter de traduzir a possíveis estrangeiros. Houve até espaços reservados para crianças, ou seja, nada daquela “loucurada eletrônica” – um clima quase ingênuo e familiar. Veja fotos.


Enviado por: Redação
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