05/05/2018 - 17:00

“Maio de 68 – 50 anos depois” na Sala Cecília Meireles

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Na primeira foto, Ioná Zalcberg, Romann Datus e Soraya Ravenle; na segunda foto, Cyva , Soraya Ravenle, Eder Paolozzi, Gustavo Gemlmin e Cynara; nesta foto, Alberto Rosenblit e Rosana Lanzelotte / Fotos: Cristina Granato

Alguns ali não tinham nascido ou eram crianças na década de 60; ainda assim, ficaram emocionados durante o concerto “Maio de 68 – 50 anos depois”, com a Orquestra Cesgranrio, Soraya Ravenle e participação das cantoras Cynara e Cyva (do Quarteto em Cy). No palco, a história daquele período através das canções da época. O roteiro foi de Luciana Medeiros e a direção musical, do maestro Eder Paolozzi, que usava uma camiseta com o rosto de Marielle Franco. Há quase dois meses do assassinato da vereadora, pouco se sabe sobre o crime.


Enviado por: Lu Lacerda
05/05/2018 - 16:16

Bandeira anticomunismo no Corcovado

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Corcovado: muitos cariocas fotografaram o martelo, a foice e a frase “O Brasil jamais será vermelho” e “Fora comunismo” / Foto: amigo da coluna

Grande parte dos cariocas fotografaram o Cristo Redentor neste sábado (05/05), mas não foi pelas razões habituais. Uma bandeira anticomunista foi colocada em uma das laterais do Morro do Corcovado. Imagina-se, pelo bicentenário do alemão Karl Marx, o maior nome do comunismo em todos os tempos. Muitos atletas que passavam pela Avenida Borges de Medeiros, na Lagoa, fotografaram o martelo, a foice e a frase “O Brasil jamais será vermelho” e “Fora comunismo”. A arquiteta Marcia Müller, que passava por ali, perguntava: “Por que não vão para o paraíso, a Venezuela, logo aqui pertinho?”, enquanto o fotógrafo Miguel Sá comentava: “Isso é mais um ato de violência e desrespeito à nossa cidade”, ao mirar a paisagem, na Lagoa. Ninguém sabe quem, como, quando isso foi feito; por suposição, na madrugada. A principal atração do fim de semana, pelo menos até aqui.


Enviado por: Lu Lacerda
05/05/2018 - 12:00

“De Próprio Punho”, por Carla Benchimol: tarja preta

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“Estava eu, no auge dos meus 17 anos, em plena crise de adolescência, insegura em grau máximo, ansiosa em grau inimaginável, achando-me horrenda, sofrendo de bullying pesado na escola e, além disso, tudo com um dos maiores problemas que tinha na vida: a maldita insônia. Meu pai, ao me ver naquele estado, apresentou-me ao meu primeiro tarja preta. Lembro até hoje. Aquela noite foi mágica. Dormi, desliguei a cabeça, e acordei me sentindo outra pessoa. O tempo foi passando, passando e, com ele, as angústias continuaram, assim como a insônia; não só continuaram como também aumentaram. Procurei um excelente psiquiatra, que me passou ansiolíticos, indutores do sono; enfim, as famosas tarjas pretas. Por um bom tempo, questionei-me muito a respeito do uso de tais substâncias, mas, hoje, como não vivo mesmo sem elas, aprendi a encará-las como melhores amigas. Esse assunto pode ser um tabu para várias pessoas que fazem uso e juram que não usam nada. Conheço várias…. Já acreditei muito que a grama do vizinho era mais verde do que a minha; hoje, porém, como uma mulher madura e consciente, não deixo mais me levar nem acreditar na felicidade geral que as mídias sociais mostram. Acho, sim, que devemos usar as ferramentas que estão a nossa disposição graças a muitos estudos e pesquisas. É claro que eu adoraria dizer a vocês que me livrei dessas tarjas pretas e que algum plano B menos agressivo tivesse resolvido meu problema. No meu caso, o que posso falar hoje contra essa minha teoria de vida é a falta de memória. Por um lado, acho até bom…… Quem não tem memórias ruins? O maior problema é quando falo ou escrevo porque sempre me falta “a” palavra. Mas nada que alguns segundos de concentração ou uma procura no Google não resolvam. Não estou, em hipótese alguma, fazendo apologia ao uso; apenas descrevendo que, para mim, elas são necessárias e fundamentais para o meu bem-estar. Cada um precisa ter uma válvula de escape. Infelizmente essa é a minha. Você pode evitar? Faça isso. Não é o meu caso. Tenho usado muito uma frase do Ferreira Gullar, a qual levo dentro de mim para tudo: “Você não pode ser feliz e ter razão.” Como sempre digo, vamos deixar claro que é necessário procurar um médico e não tomar remédio por conta própria. Jamais!”

Carla Benchimol é formada em Administração de Empresas


Enviado por: Lu Lacerda
05/05/2018 - 08:00

O Sofitel Ipanema organiza evento, aberto ao público, em comemoração ao seu aniversário de 1 ano, neste domingo (06/05), a partir das 14h. Entre as atrações, estão algumas apresentações do grupo de ginástica artística do Rio, dançarinos e banda.


Enviado por: Redação

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