É muito mais importante saber o que estamos desejando inconscientemente do que lutar ou esforçar-nos para realizar os nossos desejos conscientes. Se houver incoerência entre eles, vai se realizar o que tiver mais força!
Fazendo uma analogia, costumo explicar graficamente, usando a figura de um iceberg: o que vemos da montanha de gelo é, na verdade, uma ínfima parte de seu volume ou da verdadeira montanha, que permanece oculta e submersa no oceano totalmente invisível para nós. Na pequena parte visível (que já nos parece imensa), estão os nossos desejos conscientes, infinitamente menores do que os desejos inconscientes, localizados na parte submersa.
Estes desejos são frutos do nosso sistema de crenças, geralmente adquiridos na infância, e indelevelmente gravados em nossos neurônios. Quase sempre são desejos de punição e castigo, com o intuito de reequilibrar as nossas culpas. Normalmente, emergem para o consciente disfarçado sob a emoção do medo (o disfarce é um mecanismo imprescindível para preservar a insensatez da autopunição, já que o raciocínio lógico a rejeitaria).
Crença é o pensamento por trás dos pensamentos.
É a responsável pela vibração energética que emitimos através do campo eletromagnético, é o combustível, o motor invisível em nossas ações, é a ordem que mandamos ao Universo para que se materialize.
Não se esqueça de que cada pensamento cria uma molécula!
Todos nós temos vários sistemas de crenças que são também a origem de nossas defesas. Ex: Jogo todas as semanas na loteria, louca para ganhar, mas ‘sei que’ é praticamente impossível isso acontecer!
Aí estão o pensamento, a ação e a crença. Quem vencerá?