Capa de um dos convites do Baile do Sarongue: destacada, em amarelo, a chave da cidade, dada para todo folião que frequenta a festa / Foto: reprodução do Facebook

Capa de um dos convites do Baile do Sarongue: destacada, em amarelo, a chave da cidade, dada para todo folião que frequenta a festa / Foto: reprodução do Facebook

Organizado pelo artista plástico Ernesto Neto, pelo designer Marcus Wagner e pelo produtor cultural Jeronymo Machado, o Baile do Sarongue, um dos poucos, senão o único baile de carnaval do Rio que ainda mantém um clima anárquico, dos carnavais de antigamente, já está com sua oitava edição confirmada, no dia 4 de fevereiro. O local, por enquanto, ainda é segredo. “É um baile aberto, mas não é para qualquer um”, justifica Wagner, explicando que, a cada ano, vem tendo mais dificuldades em controlar a entrada dos amigos dos amigos.

Com decoração criativa, feita pelos artistas plásticos que vão brincar no salão, o baile tem orquestra e é um dos preferidos das atrizes Camila Pitanga e Mariana Ximenes. O evento surgiu inspirado nos carnavais do Baile do Havaí, do Iate Clube, e a capa do convite costuma ser uma imagem antiga da folia carioca. No início, todo mundo ia de sarongue, mas agora as fantasias dos mais diversos temas estão liberadas. Desde 2013, ano das manifestações de rua no Rio, cada convidado do baile recebe uma “chave da cidade” – o privilégio não é só do Rei Momo.

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Enviado por: Marcia Bahia

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