BLOG - INVERTIDA

08/08/2016 - 14:35

Air France: festa no ponto mais francês do Rio na Olimpíada

Foto de:

A Air France recebeu convidados para uma festa ao pôr-do-sol em seu lounge no Club France, nesse domingo (07/08), na Hípica, na Lagoa. Ao som dos DJs franceses do Délicieuse Musique, com muito champanhe e comidinhas do restaurante Miami Miam, da chef Roberta Ciasca, o diretor geral da Air France Hugues Heddebault, o diretor comercial Wouter Vermeulen e o diretor de marketing German Carmona fizeram decolar a noite francesa.
A Air France é patrocinadora do Club France e o seu lounge funciona diariamente até 21 de agosto. Veja fotos na Galeria.


Enviado por: Redação
24/10/2015 - 13:00

“Invertida”, com uma pessoa querida, morta recentemente

Luto: entrevista com uma pessoa muito querida, que acaba de morrer

Luto: entrevista com uma pessoa muito querida, que acaba de morrer: “Só me lembro de cama e caixão”

Num dos dias em que passei a sós com uma pessoa muito querida, depois da sua doença, resolvi entrevistá-lo (de brincadeira), para diminuir o tédio, o tempo, a dor, por vê-lo ali sem autoridade (onde estaria indo a altivez, a opinião, o comando?).

Fiz as perguntas, sabendo que pessoas inteligentes preferem não enganar a si mesmas sobre a realidade – fui escrevendo as respostas, no modelo dessa página morna que tenho no site. A contragosto, ia respondendo, ele estando nas mãos dos outros, melhor seria tentar agradar – certamente me achando meio maluca. Como aprendi com ele mesmo a relativizar um pouco a opinião alheia, segui. Foi num dia recente de calor, depois de comermos acarajés, apesar de a vontade médica ser meio contrária. Não consigo ainda escrever com distanciamento do drama do Parkinson, tão cruel.

Num dia da infância, perguntei “por que não ia à missa e rezava como alguns dos seus amigos”, e ele disse: “Não tenho tempo, prefiro rezar com atitudes”. Entre tantas, essa resposta nunca esqueci. Lembrava também que deixou de estudar antes da hora, na adolescência, para tomar conta de terra e gado, por ser o filho mais velho, quando seu pai morreu – o que não comprometeu em nada o talento para a matemática, um dos maiores da região. Dias depois dessa tarde, ele morreu. Resolvi publicar a entrevista, desse homem de grandes qualidades humanas, por toda a sua vida.

UMA LOUCURA: “Estou quase doido da cabeça com essa doença; isso é uma loucura.”

UMA ROUBADA: “Estar fora do meu normal.”

UMA IDEIA FIXA: “Ando com a cabeça desequilibrada. Penso na morte como o fim de tudo, não existe nada além.”

UM PORRE: “Não estar preparado pra tudo na vida.”

UMA FRUSTRAÇÃO: “Não poder viver mais tempo lá em casa (na fazenda) do que em cidade grande.”

UM APAGÃO: “Apagaria da cabeça que a gente não vale nada (por ser perecível e morrer), apagaria também os ladrões da política, responsáveis pela fome, miséria e tudo de ruim que acontece no Brasil.”

UMA SÍNDROME: “O que é isso?”

UM MEDO: “Medo de morrer e deixar meus filhos.”

UM DEFEITO: “Ter sido criado num lugar atrasado; meus defeitos vêm daí.”

UM DESPRAZER: “Não ser dono 100% dos meus movimentos, não estar mais mandando na minha vida.”

UM INSUCESSO: “Só me lembro de cama e caixão.”

UM IMPULSO: “Impulso? Já perdi isso há muito tempo. Gostaria de ter qualquer impulso de volta – quem dera tivesse!”

UMA PARANOIA: “Não conheço essa palavra.”


Enviado por: Lu Lacerda
05/09/2015 - 13:00

“Invertida”, com João Emanuel Carneiro

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João Emanuel Carneiro herdou da mãe, a escritora e crítica de arte Lélia Coelho Frota, o gosto pela literatura. Lélia era personagem querida e respeitada entre suas contemporâneas, e quem a conhecia sempre fala até hoje das suas inúmeras qualidades, tendo ou não a ver com sua profissão. Era admirada. O filho segue igual, sem preconceito de estilo, diga-se: com 15 anos, ele começou a escrever roteiro para as histórias em quadrinhos do “Menino Maluquinho” e do “Pererê”, do cartunista Ziraldo.

A estreia como roteirista veio sete anos depois, com o curta-metragem “Zero a Zero”, e já faturando seu primeiro prêmio na categoria 16mm do Festival de Gramado. Nessa época, havia terminado o curso de Letras na PUC e decidira ser roteirista. Um dos seus primeiros e marcantes trabalhos escrevendo para longas foi para o filme “Central do Brasil” (1998), de Walter Salles, parceria com Marcos Bernstein. Dali em diante, João fez história: em sua primeira novela como autor titular na TV, “Da cor do Pecado” (2004), conseguiu a maior audiência entre as novelas das sete, desde a imbatível “A Viagem” (1994), de Ivani Ribeiro. A novela rendeu uma média de 43 pontos de média, audiência só conquistada pelas novelas das 21h, e ainda pôs no ar uma protagonista negra, vivida por Taís Araújo.

Dois anos depois, João assinou outra novela das sete, “Cobras & Lagartos” (2006), trazendo à discussão temas como consumismo e honestidade. Cumprindo sua própria tradição, estreou no horário das oito, com a enorme repercussão de “A Favorita”. Nada, porém, se compara à trajetória de sua novela seguinte, “Avenida Brasil”, a mais exportada pela TV Globo, exibida em mais de 130 países, incluídos todos da América Latina.

Tamanho sucesso pode estar na compreensão que João tem do seu ofício, contada para o site Memória Globo: “O bonito da novela é que ela é feita para os outros. É um trabalho muito generoso com o público porque você está dialogando com milhões de pessoas. Não dá para negar que novela é um jogo, uma brincadeira feita com quem assiste. Jamais será uma obra conceitual, algo precioso, feito para o seu próprio umbigo. A novela pertence ao povo. É quase um serviço de necessidade básica da população: água, esgoto, luz elétrica, entretenimento.”

De volta ao horário das nove com “A Regra do Jogo” (direção de Amora Mautner), é grande a expectativa de que João presenteie o público com novas e viciantes surpresas. Parece deixar no telespectador uma perturbação, uma ansiedade, uma inquietude, pelo capítulo seguinte – deve vir daí seus sucessos.

Enquanto isso, leva a vida de jeito discreto, fala tranquila, perfil do tipo que parece juntar inteligência e coração, com dedicação impressionante ao trabalho, a ponto de reduzir as horas de sono (a coisa que mais ama na vida) quando está no ar. Leia sua entrevista:

UMA LOUCURA: “Loucura é imaginar que 40 milhões de pessoas estão assistindo ao que saiu da minha cabeça.”

UMA ROUBADA: “Engarrafamento na Barra. Pego quando vou ao Projac.”

UMA IDEIA FIXA: “Gelo e ar-condicionado no verão.”

UM PORRE: “Fila, em geral, é um porre.”

UMA FRUSTRAÇÃO: “Frustração é a volta da inflação.”

UM APAGÃO: “Não lembro, apagou!”

UM MEDO: “Morro de medo de alma penada – de todos os tipos.”

UM DEFEITO: “Meu maior defeito é não saber delegar.”

UM DESPRAZER: “Engordar com comida ruim; comida boa, tudo bem!

UM INSUCESSO: “Insucesso sou eu em trabalhos manuais.”

UM IMPULSO: “Inventar uma viagem em cima da hora: uma delícia…”

UMA PARANOIA: “Tenho paranoia de elevador cheio – não entro.”


Enviado por: Lu Lacerda
15/08/2015 - 13:00

‘Invertida’, com Mayra Dias Gomes

Mayra Dias Gomes

Mayra Dias Gomes é a filha mais velha do dramaturgo e novelista Dias Gomes com a atriz Bernadeth Lyzio.  Ela começou a escrever ainda criança e hoje, no seu terceiro livro de ficção, já tem um fã-clube de leitores apaixonados.  Seu primeiro livro, “Fugalaça”, foi escrito aos 17 anos, numa fase de depressão pela morte do pai, e fala de um mundo de drogas, paixões e rock – o romance foi um sucesso underground e teve tradução para o alemão.

Morando em Hollywood, em Los Angeles, é também repórter de entretenimento, tendo entrevistado atores como Whoopi Goldberg, Vin Diesel, Arnold Schwarzenegger e Channing Tatum. Aliás, foi nos EUA que ela conheceu o marido, o roqueiro canadense Coyote Shivers, com quem está casada desde 2010. O relacionamento dos dois tem resistido a sérios contratempos: Coyote foi acusado pela ex-mulher, a atriz Pauley Perrette, da série NCIS, de ter violado uma ordem de restrição de  distância: o roqueiro entrou no mesmo restaurante em que ela estava. Pela imprensa, a atriz enumerou vários abusos que teriam sido praticados pelo músico contra ela, mas nunca apresentou queixa formal sobre eles na justiça. O caso teve repercussão na mídia americana, Coyote chegou a ser preso, mas pagou fiança e aguarda o julgamento em liberdade.

No Brasil para o lançamento de seu terceiro livro “Finalmente Famosa”, Mayra já pensa em escrever uma continuação. A carioca, que nasceu morena, gosta de ser sexy e está de bem com seu talento físico – já foi fotografada três vezes em ensaios sensuais, o último deles, nua, para a revista Sexy, na estrada para Las Vegas e no deserto de Nevada. Saiba aqui quais são os muitos sonhos de Mayra.

UMA LOUCURA: “Ter viajado para Los Angeles com apenas uma mala, com a intenção de ficar somente um mês de férias, ter me apaixonado, e ter ficado lá para sempre. Foi uma loucura que deu certo. Como muitas que faço”.

UMA ROUBADA: “Procuro não me meter em roubadas, mas me sinto roubada no Rio de Janeiro, onde as coisas custam muito mais do que deviam custar”

UMA IDEIA FIXA: “Escrever livros best-sellers e transformá-los em filmes em Hollywood”.

UM PORRE: “Ter que repetir, infinitamente, que meu nome se pronuncia ‘Maíra’, e não ‘Máira’.

UMA FRUSTRAÇÃO: “Pessoas atrasadas. Sou pontual, chego até antes do horário marcado, e sempre tenho que esperar”.

UM APAGÃO: “A morte. Quando tudo fica escuro”.

UMA SÍNDROME: “A síndrome de sonhar, todos os dias, com coisas fantásticas que pretendo realizar. Gostaria de ter um programa de TV ou de entrevistar todos meus ídolos do cinema e da música”.

UM MEDO: “Medo de perder as pessoas que mais amo. Vem da dor de ter perdido meu pai”.

UM DEFEITO: “Esperar que as pessoas façam por mim o que eu faria por elas. Sempre espero muito dos outros”.

UM DESPRAZER: “Chegar no Brasil e ver a situação em que meu país querido se encontra. Muita violência, muita roubalheira, poucos direitos para o povo”.

UM INSUCESSO: “Não vejo nada como um insucesso. Se algo não deu certo, acredito que não era o momento certo”.

UM IMPULSO: “Tatuagens. Sou apaixonada por tatuagens e sinto o impulso de tatuar cada vez que me sinto triste, com raiva, ou quando algo maravilhoso acontece”.

UMA PARANOIA: “Achar que vou ser presa injustamente por algo que não fiz. Como aconteceu com meu marido, sinto-me traumatizada e paranoica de que pode acontecer comigo, ou com qualquer outro inocente”.


Enviado por: Marcia Bahia
08/08/2015 - 12:00

‘Invertida’, com Michel Melamed

invertida Melamed

Michel Melamed é do tipo que pensa e executa, sem pedir licença pra ninguém e de maneira autodidata. Aos 39 anos, é poeta, diretor e autor de teatro, apresentador de TV e músico e mantém contas no Twitter, YouTube, Facebook, Flickr, Vimeo, um blog e um site – nem sempre atualizados.

O bom é que ele não se leva tanto a sério: no seu Facebook, por exemplo, escreveu, esta semana que “Um dia eu farei muito mais – hei de dizer quando esse dia chegar”. E anunciou seu epitáfio: “Refiz o que deu”. Michel vem se aprimorando, aqui e ali, desde os 15 anos, quando começou a escrever e participar das “Terças Poéticas”, na Faculdade da Cidade. Com os poetas Chacal e Guilherme Zarvos fundou o Centro de Experimentação Poética CEP 20.000.

Seu primeiro trabalho de repercussão no teatro foi a peça “Regurgitofagia”, de 2004, onde misturava teatro, humor e artes plásticas e quando levou muito choques – um equipamento chamado “pau de arara” transformava cada reação sonora da plateia em descargas elétricas sobre o corpo de Michel. Esse espetáculo foi apresentado também em Nova Iorque, Paris e Berlim. Para a TV, criou e apresentou o programa “Recorte Cultural”, na TVE Brasil. Como ator do mesmo veículo, se destacou na minissérie “Afinal, o que querem as mulheres?” e fez a série policial “A Teia”, em 2014. No ar no comercial de uma operadora de telefonia, Michel grava o programa #BipolarShow, com estreia prevista para este segundo semestre no Canal Brasil. Numa das entrevistas já gravadas, Michel oferece e toma Rivotril com a atriz Fernanda Paes Leme. É autêntico, inteligente e bem divertido – grandes valores na vida, não é? Leia sua entrevista – é curtinha, mas ‘pode não ser’….

UMA LOUCURA: “Ela.”

UMA ROUBADA: “Flor.”

UMA IDEIA FIXA: “Mudar.

UM PORRE: “Ressaca.”

UMA FRUSTRAÇÃO: “Morrer.”

UM APAGÃO: “Feijoada.”

UMA SÍNDROME: “De ouvir o mundo”. Você está aguardando uma resposta ou precisa dar uma resposta e, andando na rua, pensando sobre a tal resposta, de repente olha para o sinal de trânsito e ele abre. Então a resposta é “sim.” Aí você fica confiante e surpreso com a decisão e, neste exato instante, olha para o outro lado e vê um outdoor com letras garrafais “Não!”. Então, “Não…” Já desesperançado, olha para o céu e as nuvens se acotovelando… “Talvez?” Em outras palavras, essa ciclotimia, ganhar o mundo na dentada ou só querer fluindo… – e, claro e então, a tão sonhada realidade e os seus 50.000 megatons de cada cor.”

UM MEDO: “Ignorância.”

UM DEFEITO: “Eduardo Cunha.”

UM DESPRAZER: “É todo meu.”

UM INSUCESSO: “Insucesso é o aborto não legalizado, as drogas criminalizadas, água da pia não ser potável… E, fundamentalmente, a desigualdade social.”

UM IMPULSO: “O limite.”

UMA PARANOIA: “Gostou das minhas respostas?”


Enviado por: Marcia Bahia
01/08/2015 - 13:00

“Invertida”, com Tiago Abravanel

Invertida, Tiago

A carreira do cantor e ator Tiago Abravanel não começou de uma hora pra outra com sua interpretação premiada e aplaudida de Tim Maia no musical “Tim Maia – Vale Tudo”, inspirado no livro de Nelson Motta e dirigido por João Fonseca, em 2011. Sete anos antes, o paulista já havia descoberto o teatro musical, ingressando no grupo de teatro Teenbroadway.  Ele tinha, então, 17 anos, e fez mais cinco trabalhos nos palcos até participar de “Miss Saigon”, quando realizou o sonho de entrar no circuito das grandes produções da Broadway. Depois, veio “Hairspray”, dirigido por Miguel Falabella. Mas já na infância, Tiago conta que vivia fascinado pelos bastidores do Teatro Imprensa, que era dirigido por sua mãe, Cintia Abravanel, primeira filha de Silvio Santos com sua primeira mulher, Maria Aparecida Vieira Abravanel.

Um pouco da frustração de não ter estudado para ser bailarino ele direcionou positivamente para o show que começou a apresentar este mês, o “Baile do Abrava”, no Lapa 40º do Rio e de São Paulo, um domingo por mês em cada casa. “Quero me aproximar cada vez mais das pessoas. Já faço esse show corporativo e agora chegou a vez do grande público conhecer. A ideia é resgatar a dança, atrativo principal das festas dos anos 70”, conta Tiago, que planeja levar esse clima de “festa lá em casa” para todo país.

Em paralelo, Tiago, que começou na Globo na novela “Salve Jorge”, interpreta o cabeleireiro Fran no seriado “Chapa Quente”. Com amigos em todos os cantos, Tiago é divertido, alegre, amoroso, e, como diz o nome de seu videoclipe lançado ano passado, super “Eclético” –, suas mãos já estão gravadas na Calçada da Fama da Rede Globo. E ainda faltam dois anos para Tiago chegar à casa dos 30.

UMA LOUCURA: “Ter pulado de paraquedas um mês antes do meu show e ter quebrado o pé!”

UMA ROUBADA: “Um dia fui convidado para um camarote em Salvador, era a primeira vez que ia passar o carnaval na Bahia, e eu não conhecia o Circuito Barra-Ondina. O táxi me deixou em Ondina e o camarote era pra lá do Farol da Barra. Depois de três horas andando no contra-fluxo dos trios elétricos- foi uma loucura! – eu consegui chegar.”

UMA IDEIA FIXA: “Fazer as pessoas felizes, mas não sei se faço muitas pessoas se sentirem assim. Eu sei que dedico meu trabalho a elas e espero que se sintam acarinhadas. Tem pessoas muito importantes na minha vida, minha família, meus amigos – essas eu acho que consigo dar alegria e felicidade quando estou junto com elas”.

UM PORRE: “Nunca tomei um porre, acredite se quiser!”

UMA FRUSTRAÇÃO: “Não ser bailarino.”

UM APAGÃO: “Não sei, apaguei!”

UMA SÍNDROME: “Tenho a síndrome da perseguição, mas não necessariamente temo que alguém me faça alguma coisa. Eu sempre acho que é comigo, que fiz alguma coisa de errado. Pura encanação! Nada que tenha que ser tratado psicologicamente por algum profissional.”

UM MEDO: “Às vezes eu sinto medo de me sentir sozinho, mas na verdade não por, de fato estar sozinho, mas porque eu gosto de trocar experiências com as pessoas, gosto de conversar. Não sou uma pessoa solitária, entendeu? Sinto necessidade de estar perto das pessoas. Mas não é um pânico.”

UM DEFEITO: “Sou muito ansioso, muito! Tento me controlar, eu ouço uma música, faço meditação, converso bastante para tentar diminuir minha ansiedade..

UM DESPRAZER: “Ficar esperando, qualquer coisa!”

UM INSUCESSO: “Algumas dietas! (rsrsrsrs).”

UM IMPULSO: “Comer, comer, comer!”

UMA PARANOIA: “Eu sempre acho que as pessoas estão falando mal de mim”.


Enviado por: Marcia Bahia
25/07/2015 - 12:16

“Invertida”, com Jane Di Castro

Jane di Castro: a artista canta e conta piadas no show "Passando batom"/ Foto: Daniel Marques

Jane di Castro: a artista canta e conta piadas no show “Passando batom”/ Foto: Daniel Marques

Já vai um bom tempo em que Luiz de Castro passou a infância em Oswaldo Cruz, na Zona Norte carioca, filho de pai militar e mãe evangélica. De lá pra cá ele desafiou a repressão em casa e na sociedade e, hoje, Jane Di Castro, sua versão mais completa e feliz, comemora 50 anos de carreira como artista performática e cantora.

Nessa sexta-feira (23/07), a artista transexual estreou a nova versão do musical “Passando Batom”, espetáculo com banda de quatro músicos e com muita dose de humor, com sessões neste sábado e domingo (25 e 26/07) e de 31 de julho a 2 de agosto na Sala Baden Powell, em Copacabana. Jane chamou, novamente, o mesmo diretor do show original para essa remontagem: Ney Latorraca, que está animado com a possibilidade de mostrar o talento de Jane para as novas plateias.

No repertório estão sucessos como as canções de Piaf, Beatles, Roberto e Erasmo Carlos, Marisa Monte e Raul Seixas. Entre uma música e outra, Jane, que também é dona de um salão de cabeleireiro e é síndica, há oitos anos, do Edifício Kansas, em Copacabana, vai contar muitos casos engraçados – e eles não faltam em sua vida. No lado afetivo, tudo vai bem: depois de 47 anos vivendo com Otávio Bonfim, eles formalizaram a união, ano passado, num casamento coletivo de 160 casais homoafetivos.

“Estou com a cara no gelo e o gogó todo trabalhado no gengibre e no cravo. Peço que compareçam e comprem ingressos também para a mamãe e a titia, pois sei que a terceira idade me amaaaaa!”, fala, eufórica. No mais, vamos prestigiar a “boneca”, como ela gosta de falar de si própria, que Jane merece.

UMA LOUCURA: “Ser mulher e arder de amor, desde que sou uma menina, como canta a diva Maria Bethânia. Essa música é tudo, né? Se não me engano a letra é da Marina e do Antonio Cícero ( Nota do site: os autores são esses mesmos e a música se chama “O Lado Quente do Ser”). Também adoro a parte que diz: “Eu já quis ser bailarina. São coisas que não esqueço e continuo ainda a sê-la”. Essa é a música que eu gostaria de ter composto e ainda não cantei em nenhum show. Acredita? É que acho tão linda com a Bethânia cantando, que nunca me atrevi.

UMA ROUBADA: “A pouca vergonha na política nacional. Como cidadã brasileira, tenho nojo desse fundamentalismo religioso querendo ditar regras pra toda a sociedade. E o governo, que fecha os olhos pra isso porque quer votos desses fiéis ignorantes. Tenho pavor de ver como estamos retrocedendo nesse sentido. A política é para ser feita pra todos, independente de raça, sexo e credo”.

UMA IDEIA FIXA: “Só tenho pensado por enquanto no espetáculo ‘Passando Batom’. Durmo cantando, acordo cantando todas as músicas do roteiro. Penteio até as clientes do salão cantando, atendo o telefone cantando. Tô com medo de virar uma bicha neurótica. (kkkkkkkkk!)”

UM PORRE: “Gente que não bebe. Tenho pavor. São muito chatas. Eu adoro manguaçar, seja na pérgula do Copa, que é em frente ao meu salão e a minha casa, ou seja num pé sujo de Copacabana qualquer. Até em Oswaldo Cruz, onde fui criada e ainda mora a minha irmã, eu gosto de beber. Como diz um amigo meu, vou do luxo ao lixo com a mesma categoria”.

UMA FRUSTRAÇÃO: “Não ter sido bailarina do Teatro Municipal”.

UM APAGÃO: “As bichas mais assanhadas adoram um quarto escuro. Eu não. Nasci pra brilhar. E essa palavra, quando estou em cartaz, me causa um verdadeiro pavor. Esqueça, ‘pelamor’!

UMA SÍNDROME: “De limpeza. Tenho pavor de sujeira. Seja em casa, no salão ou no prédio, onde sou síndica, quero tudo sempre um brinco. Cuido até da higiene dos porteiros do Edifício Kansas: corto os cabelos, faço as unhas”.

UM MEDO: “Confesso que tenho medo da velhice. A juventude é linda demais. Mas, felizmente, hoje estamos envelhecendo melhor que antigamente, tirando alguns excessos de botox e caras tortas que a gente vê por aí, que chegam a assustar. Fico pensando: pode não ter uma amiga que fale, mas será que também não tem espelho em casa? (Kkkkkkk)”

UM DEFEITO: “Falar demais. Às vezes penso: era melhor ter ficado calada, mas como uma boa mulher que sou, não tenho papas na língua”.

UM DESPRAZER: “Ter que conviver com gente preconceituosa até os dias de hoje. Hellooooouuuu!!!!!!! Século XXI, ano de 2015. Não sou obrigada!”

UM INSUCESSO: “A intolerância religiosa. Jesus pregou tanto o respeito e a igualdade e vem essa gente chinfrim querer ditar uma regra que até o ‘Deus’ deles deve se envergonhar de ouvir. Viva o amor! Seja de qual forma for”.

UM IMPULSO: “Não acho legal agir sem pensar. Mas às vezes acontece, e tem situações na vida que não dão pra escapar. Quando criança, por exemplo, fui tomada pelo impulso de passar batom e nunca mais parei. (Kkkkkkk)”

UMA PARANOIA: “Querer me livrar de gente paranoica. A vida é muito curta pra viver atrás de problemas. Vamos ser felizes. É o que realmente importa”.


Enviado por: Marcia Bahia
18/07/2015 - 12:00

“Invertida”, com Frei Betto

Frei Betto
“Inicio pelo que não sou (e muitos julgam o contrário): padre e filiado a partido político”, diz Frei Betto no primeiro parágrafo de “O que a vida me ensinou”, um dos seus 62 livros publicados. Sempre sereno, olhar suave, aonde chega, todos querem ouvi-lo, perguntar, observar e, de certo tempo pra cá, fazer fotos, sejam eles intelectuais ou nem tanto, como aconteceu recentemente na Flip, em Paraty.

Embora a maioria pense o contrário, Carlos Alberto Libânio Christo (nome de Frei Betto) nunca foi filiado ao PT, embora tenha sido o coordenador de mobilização social do Programa Fome Zero, do primeiro governo Lula. O mineiro escreveu, aliás, dois livros sobre o ex-presidente, mas se afastou do governo, decepcionado com os rumos políticos do Partido dos Trabalhadores. Essa liberdade de pensamento e ação sempre foi valiosa para Frei Betto, que jamais quis trabalhar para a iniciativa privada e sempre teve uma inquietação intelectual muito grande.

Estudou Jornalismo, Antropologia, Filosofia e Teologia e foi, também, assistente de direção de José Celso Martinez Corrêa no Teatro Oficina, na primeira montagem de “O rei da vela”, e crítico de teatro do jornal “Folha da Tarde” (1967/1968). Tanta independência acabou gerando sua prisão sob o regime militar: adepto da Teologia da Libertação e militante de movimentos pastorais e sociais, cumpriu quatro anos de prisão na ditadura.

Ganhador de dois prêmios Jabuti de Literatura, também não faltam a frei Betto prêmios por sua luta em defesa da ecologia e dos direitos humanos. Além de livros infantis, Frei Betto escreveu até sobre gastronomia, uma das suas paixões, não fosse filho de Maria Stella Libânio Christo, autora do clássico “Fogão de Lenha – 300 anos de cozinha mineira”. Bom de garfo, o título do livro de frei Betto já diz tudo: “Comer como um frade – divinas receitas para quem sabe por que tem um céu na boca”. Leia sua entrevista:
UMA LOUCURA: “Ter aceitado o convite de José Celso Martinez Corrêa, do Teatro Oficina, para ser seu assistente de direção na primeira montagem de “O rei da vela”, de Oswald de Andrade, em 1967. A peça inspirou o movimento tropicalista e marcou a história do teatro brasileiro. Fiquei tentado a me tornar diretor de teatro.”

UMA ROUBADA: “Não ter me evadido do carro que me conduzia de Viamão a Porto Alegre, sob o pretexto de me esconder da repressão da ditadura militar, em novembro de 1969. Chovia muito e, por isso, não escapei, mesmo intuindo que o rapaz que dirigia o veículo me levava a uma cilada, o que se confirmou na manhã seguinte, quando fui preso. Os detalhes estão em meu livro “Batismo de sangue” (Rocco), cujo filme de mesmo título foi dirigido por Helvécio Ratton.”

UMA IDEIA FIXA: “Preferir correr o risco de me equivocar ao lado dos pobres a pretender acertar ao lado dos ricos. Por isso, toda a minha trajetória política e pastoral é ao lado dos movimentos sociais. Não acredito que aqueles que tiram proveito dessa sociedade tão desigual tenham interesse em mudá-la. A mudança sempre vem de baixo, daqueles que, de alguma forma, são vítimas das estruturas sociais injustas.”

UM PORRE: “Ulisses”, de Jaime Joyce. Tentei três vezes. Me parece mais ensaio literário do que romance. Gosto muito de seus outros livros, como “Retrato do artista quando jovem” e “Dublinenses”.

UMA FRUSTRAÇÃO: “O Programa Fome Zero ter sido enterrado pelo mesmo governo que o gerou. Ele tinha caráter emancipatório. Já o Bolsa Família tem caráter compensatório. O Bolsa Família é bom, mas o Fome Zero era ótimo, pois implicava mudanças nas estruturas sociais brasileiras e seu cadastro não era controlado pelos prefeitos, como ocorre hoje no Bolsa Família, e sim por Comitês Gestores eleitos em cada município pelos movimentos sociais.”

UM APAGÃO: “Ao ser interrogado pelos policiais da ditadura. Fiquei tão nervoso que deu um branco em minha memória, felizmente.”

UMA SÍNDROME: “Compulsão literária. Já publiquei 62 livros (vide www.freibetto.org) e não consigo passar mais de 24 horas sem escrever algo.”

UM MEDO: “Medo de trair a esperança dos mais pobres na busca de um outro mundo possível, de justiça e paz.”

UM DEFEITO: “Meu defeito é ser muito desorganizado no varejo, embora organizado no atacado. O quarto em que moro no convento é uma atração turística, tamanha a balbúrdia. Mas me acho lá dentro.”

UM DESPRAZER: “Desprazer é aparecer na TV ou me deixar filmar. Sofro de focofobia…”

UM INSUCESSO: “Não dedicar mais tempo à meditação. O que mais gosto na vida é orar e escrever.”

UM IMPULSO: “Tratar a cozinheira e a patroa, o garçom e o anfitrião do mesmo modo, com a mesma atenção e respeito.”

UMA PARANOIA: “Isolar-me 120 dias do ano só para escrever, quando me sinto criativo e me dedico melhor à oração, à leitura e à ginástica.”


Enviado por: Lu Lacerda
11/07/2015 - 13:15

“Invertida”, com Marcelo Tas

Tas
Engenheiro que nunca exerceu a profissão, Marcelo Tas é umas das pessoas públicas nacionais de trajetória mais versátil. Jornalista, apresentador de TV, escritor, diretor e roteirista (sempre bem-humorado – isso é o melhor, não é?), talvez a melhor definição venha da que ele próprio se dá no perfil do Twitter: “extraterrestre” – tantas são as coisas que Marcelo já fez ou faz ao mesmo tempo. Além dessa plataforma, ele mantém página no Facebook, Instagram, e o Blog do Tas, um dos pioneiros e mais premiados, desde 2003. Recentemente, também começou a produzir reportagens para o aplicativo Snapchat, no canal Fusion. Sem dúvida nenhuma, esse paulista de Ituverava deve ter antenas invisíveis – rasparia a cabeça para que funcionem melhor? (Como Tas revela no seu site, é careca por opção).

Foi um dos fundadores, com o cineasta Fernando Meirelles, da produtora Olhar Eletrônico, onde surgiu o personagem humorístico Ernesto Varela, um repórter que fazia perguntas desconcertantes e irônicas para políticos. Como o personagem Bob Mc Jack, apresentou, em 1984, o programa Crig-Rá na TV Gazeta, um dos primeiros a mostrar videoclipes. Também passou pelo Videoshow da Globo, em 1987. Em seguida, atuou como diretor e roteirista dos programas premiados internacionalmente Rá-Tim-Bum e Castelo Rá-Tim-Bum, escreveu o roteiro para o Programa Legal, coordenou a criação de 1.140 edições do Telecurso 2000 e ainda encontrou tempo para fazer o curso de aperfeiçoamento profissional em Cinema e Televisão e em Multimídia e Novas Tecnologias pelo Fullbright Scholarship Program da Universidade de Nova York.

De lá para cá, escreveu um livro (“Nunca antes na história deste país”), atuou no teatro (“A história do Brasil segundo Ernesto Varela – Como chegamos aqui?), fez rádio, deu palestras sobre comunicação digital e criatividade, fez uma instalação para o Museu da Língua Portuguesa (Beco das Palavras) e se projetou nacionalmente com o programa CQC, na Band, onde ficou de 2008 até o fim do ano passado. Atualmente, Tas pode ser visto no GNT, no “Papo de Segunda.” Isso não é um currículo, é uma bravura (rsrs).

Além de tudo, é pai de Luc, 25 anos, Miguel, 13, e Clarice, 9, e casado com a atriz Bel Kowarick. Hinduísta, leve, amoroso e engraçado,Tas diz viver o momento presente, e costuma responder a quem pergunta como gasta o seu tempo livre: “Todo meu tempo é livre”. Leia sua entrevista:

UMA LOUCURA: “Estar vivo e animado no planeta Terra no ano de 2015. Essa loucura é para os fortes.”

UMA ROUBADA: “Qualquer atração turística em alta temporada é uma roubada. O mundo tá pequeno demais para tanta selfie.”

UMA IDEIA FIXA: “O Brasil virar de verdade uma “pátria educadora”; por enquanto, é só slogan de marqueteiro.”

UM PORRE: “Aqueles horários alugados por igrejas na TV.”

UMA FRUSTRAÇÃO: “Frustração é ainda não ter ido ao espaço.”

UM APAGÃO: “Aquele que parou o Brasil inteiro em 2009, bem no dia do meu aniversário de 50 anos. Bebemos tudo na calçada em frente ao lugar onde ia ser a festa, no centrão de São Paulo. Foi muito legal!”

UMA SÍNDROME: “Sou obcecado em viajar na ponte aérea do lado direito do avião – o único jeito de contemplar de cima o litoral entre Rio e São Paulo, o mais lindo do mundo!”

UM MEDO: “A solidão. Esse é o maior medo e também o maior aprendizado que eu conheço.”

UM DEFEITO: “Às vezes eu falo muito, reconheço e peço, desde já, as desculpas.”

UM DESPRAZER: “Desprazer é o nível do debate político atual.”

UM INSUCESSO: “Insucesso é minha amizade com meu cabeleireiro: não o vejo há 25 anos.”

UM IMPULSO: “Aceitar, de bate-pronto, fazer o “Papo de Segunda”, no GNT, com os operários do amor Xico Sá, Leo Jaime e João Vicente. Estamos nos amando cada dia mais.”

UMA PARANOIA: “Paranoia de não deixar nada para a última hora. Odeio quando as coisas entram no modo ‘urgente’.”


Enviado por: Lu Lacerda
20/06/2015 - 13:00

‘Invertida’, com Joaquim Lopes

Joaquim Lopes invertida

Depois do polêmico personagem Enrico, na novela “Império”, o ator Joaquim Lopes voltou ao vídeo numa nova experiência profissional: desde o dia 10 de junho faz parte do time de repórteres do Vídeo Show. Formado pela Escola Superior de Artes Célia Helena, o paulistano já participou de clássicos teatrais, como “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues.

Na TV, integrou o elenco de várias novelas, as mais recentes “Morde & Assopra” e “Sangue Bom”. No cinema, foi o Padre Beto no filme “Uma professora muito maluquinha”. Em 2014, rodou ao lado da atriz Marisa Orth, o curta-metragem “Estro”, com direção de Daniel Tupinambá, no qual interpreta um escritor com bloqueio criativo. O trabalho está inscrito nos principais festivais. Há pouco, o ator também filmou outro curta, “Escolhas”, escrito e dirigido pela atriz Dani Suzuki. Conta a história de Walter, um homem atormentado pelos seus demônios em busca de uma segunda chance, com previsão de exibição no segundo semestre.

Depois de um mês em cartaz com a peça “Anti-Nelson Rodrigues“, com direção de Bruce Gomlewsky, no teatro do CCBB, dando vida ao playboy Oswaldinho, Joaquim retoma aos palcos para mais uma curta temporada do espetáculo, de 3 de julho a 3 de agosto no teatro Gláucio Gil, em Copacabana. E, além de tudo, sabe cozinhar: é formado no curso de pós-graduação de gastronomia da universidade Anhembi Morumbi.

UMA LOUCURA: “Dar um mergulho no mar à noite. Faço sempre que dá vontade. É incrível, como se o mar estivesse lá só pra mim”.

UMA ROUBADA: “Me preocupar com o que ainda não aconteceu, tanto em assuntos profissionais quanto em assuntos pessoais”.

UMA IDEIA FIXA: “Em sempre me superar”.

UM PORRE: “De gim, há muito tempo, com meu irmão Antônio”.

UMA FRUSTRAÇÃO: “Não saber tocar violão. Já tentei aprender, mas não levo muito jeito”.

UM APAGÃO: “O dia em que a minha avó Hilda morreu. Éramos muito próximos. Inclusive meu gosto pela gastronomia começou pelo constante convívio com ela”.

UMA SÍNDROME: “A junção da hipocrisia, da superficialidade e da ignorância, principalmente no que se refere a falta de cultura e de discernimento”.

UM MEDO: “De ser irrelevante. Acho que estamos aqui para crescer, evoluir e deixar uma marca”.

UM DEFEITO: “Achar que eu consigo fazer tudo!”

UM DESPRAZER: “As pessoas duvidarem que eu consiga fazer tudo”.

UM INSUCESSO: “Não acredito em insucesso. De tudo se tira uma bênção ou uma lição. Ganha-se de qualquer jeito”.

UM IMPULSO: “Tenho impulsos de buscar paixões. Pelo trabalho, família, pessoas, arte… Gosto de toda manifestação artística. Sempre que posso vou a exposições. E música – sou bem eclético. Gosto de música boa!”

UMA PARANOIA: “Paranoia? Nenhuma. Por quê? Você acha que eu tenho alguma? Respondi de um jeito que dá a entender isso? Melhor me dizer logo…” rsrs


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