BLOG - EM CASA, por Marcia Müller

29/12/2015 - 19:00

Em casa, por Marcia Müller: casas do futuro

Colagem Marcia Müller

Às vésperas do novo ano, é impossível não deixar de pensar no futuro. E, nesse caso, no futuro da casa, quais os caminhos. A casa, essa viajante do tempo, tem nos acompanhado como abrigo através de eras. Qual será seu papel num mundo tão populoso, nos grandes centros urbanos, nos espaços apertados e nas diversas camadas sociais?

Como será a dimensão social da arquitetura e onde se situará a moradia? As perguntas não param, e as respostas, nem mesmo para os teóricos e pensadores da arquitetura, são possíveis de ser ditas com certeza. É por isso mesmo que pensar sobre novos caminhos torna-se tão interessante. Para alguns, a ecologia, junto com a sustentabilidade e somada a novas fontes de energia natural, é o único caminho possível. Também acredito nisso com certeza! Mas a casa, como espaço público, é uma opção para os centros urbanos. A ocupação do homem não será apenas na moradia privada, mas também nos espaços externos.

“Eu ocupo”: um forte pensamento da moradia do futuro. Os espaços públicos terão que ser repensados e adaptados para esse homem urbano do futuro. Ele ocupa e se relaciona com espaços fora e dentro de casa. Na verdade, nós e a nossa casa somos “viajantes do tempo”, evoluímos juntos, enfrentando novos desafios e novas ideias. Nossa participação nesse espaço jamais deixou de ser íntima e constante. Sem a moradia, não temos referência, incluindo que a casa tem total importância para a formação de uma sociedade saudável.

Pensar sobre a casa do futuro, novos caminhos, é urgente. Através desse pensamento, podemos criar conceitos para uma sociedade justa e harmônica num planeta extremamente populoso. Nós, no Brasil, infelizmente não elaboramos políticas habitacionais projetadas pro futuro. Nós e a natureza pagamos caro por isso.

Quando chega o fim do ano, esse balanço de erros e acertos torna-se o assunto. Infelizmente! Deveríamos planejar e pensar o futuro antes, muito antes de ele chegar.

Termino com um lindo provérbio chinês: “Se planejamos para daqui a um ano, plantamos arroz; se planejamos para daqui a dez anos, plantamos uma árvore; se planejamos para daqui a 100 anos, preparamos pessoas.”

tarja.marciamuller


Enviado por: Redação
22/12/2015 - 19:00

Em casa, por Marcia Müller: cozinha

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Há muito tempo atrás, as primeiras casas começavam pela cozinha, que na verdade era o único espaço desse lar primitivo. Ainda na casa contemporânea, a cozinha exerce um papel de importância vital. Ela é a alma da casa, nela se conhecem os hábitos, atitudes e gostos de quem mora naquele espaço.

Para quem ama casa e nem mesmo gosta de cozinhar, até para essas pessoas, a cozinha exerce fascínio e atenção. Eu particularmente amo cozinha, amo cozinhar e adoro receber para almoço ou jantar em uma cozinha integrada na sala.

Para as cozinhas modernas, hoje em dia, o céu é o limite. Inúmeras e geniais opções para materiais, formatos e desenhos. Nessa época do ano, que receber em casa é tudo de bom, a cozinha convidativa, charmosa e generosa torna tudo isso uma delicia total. Nas cozinhas com mais espaço, podemos ter uma ilha, ou para cozinhar, ou para apenas armazenar, lavar ou simplesmente fazer o fluxo desse espaço ao redor da ilha, é lindo. As ilhas no centro das cozinhas dão principalmente uma arrumação no espaço, fazendo com que o movimento da cozinha fique muito mais prático.

A funcionalidade em uma cozinha é fundamental. A praticidade faz com que os amantes da arte de cozinhar se sintam como um pintor num atelier luminoso e perfeito. Cozinhar é umas das artes mais generosas que conheço. Geralmente quem cozinha ou ensina através de receitas incríveis pratos, sente prazer em oferecer aos outros sua obra de arte, muito mais do que saborear-la.

Cozinhar nunca é apenas para quem cozinha, sempre é para outras ou outra pessoa. Para essas pessoas tão especais dedico nosso texto de hoje com lindas ilhas em cozinhas divinas. E que no Natal muitas desses artistas encontrem nas suas cozinhas conforto e bem estar, além de coragem para novos projetos, incluindo uma nova e maravilhosa cozinha a altura da sua arte.

tarja.marciamuller


Enviado por: Redação
15/12/2015 - 19:30

Em casa, por Marcia Müller: estufas

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Atualmente o assunto que mais nos fascina quando falamos de caminhos da arquitetura e da própria casa, é a sustentabilidade. Uma corrente poderosa. Todos os caminhos da ecologia encantam aqueles que vêem um futuro. A estufa se inclui nessa proposta e há muito tempo ela vem sendo usada para proteger a horta ou as flores de climas frios ou quentes.  Isso sem falar na elegância e no charme que tem toda estufa. Por ser um lugar altamente pensado, tanto para proteger do calor, quanto para proteger do frio, a estufa é sempre lu ligar agradável para estar.

Para ser bem utilizada, todas as técnicas para absorver o melhor de cada clima é usada. Eu adoro projetar estufas e o estudo delas é fascinante, porque nada artificial deve ser usado, então toda técnica natural de proteção do calor ou do frio é utilizada. Lembrar que podemos viver sem tanta tecnologia num clima quente, é muito interessante. Levantar do chão, direcionar a construção para o sol, fazer aberturas para ventilação, sombras, arvores, etc. Artifícios naturais que funcionam tão bem quanto um super ar condicionado.

Claro que ar condicionado tira umidade e regula a temperatura ideal, mas saber que podemos viver sem ele também é uma possibilidade. O que mais me fascina numa estufa são essas técnicas para tornar um ambiente ameno de forma natural, principalmente em climas extremos. Estar em um ambiente agradável, saudável e natural, cercado de verde, flores ou plantas, muitas vezes perfumadas, é muito agradável.

A definição de estufa como sala de estar é, para mim,  estar em um ambiente feliz. Nada melhor que ficar cercado de verde e protegido do calor ou do frio. Mesmo se você mora em apartamento, criar um estufa também pode ser possível .

Cercar de plantas um espaço com um sistema de irrigação e ventilado também pode se tornar uma estufa.

Mostro estufas de vidro, para climas frios ou amenos. As estufas para o nosso clima quente tem que ser em madeira com vidros e telas. Em outro dia mostraremos as de madeira, vocês vão adorar também.

tarja.marciamuller


Enviado por: Redação
08/12/2015 - 19:00

Em casa, por Marcia Müller: pequenos grandes espaços

colagem Marcia Muller

Na corrida da metragem quadrada nos grandes centros urbanos, o aproveitamento de espaço virou uma necessidade da maior importância; na mesma proporção que os espaços diminuem, a criatividade para esse aproveitamento aumenta.

Quando se fala de futuro da moradia, fala-se de muitos caminhos, mas um, com certeza, sabemos que vai acontecer. Espaços menores, práticos e criativos, onde o morador, cada vez mais participante do seu lar, vai criar situações particulares e específicas para o seu uso.

Aquela expressão americana “do it yourself” (faça você mesmo) é uma corrente de pensamento muito discutida entre os teóricos da arquitetura do futuro.

A participação do morador no lar do futuro vai ser fundamental e, nos espaços cada vez menores e mais práticos, essa participação vai criar soluções individuais. Porém, apesar desse olhar para o futuro, a criatividade do profissional da arquitetura sempre terá o seu papel. Aproveitar cada espaço com técnica, criatividade e proporção é a grande função do arquiteto.

A arquitetura naval é um excelente exemplo disso. Para mim, um dos melhores arquitetos dessa arquitetura é o argentino Herman Frez. Ele faz do interior de seus barcos verdadeiras obras de arte em soluções criativas. O interior de um barco a vela é o luxo dos luxos em termos de aproveitamento para pequenos espaços. Muitas dessas incríveis soluções reproduzimos dentro de casa.

Eu, particularmente, adoro esse tipo de solução para o interior de uma casa. Pequenos espaços usados com criatividade fazem de uma casa pequena um espaço elegante, prático, agradável e agregador; afinal, a casa serve para nos dar conforto, acolher-nos e, principalmente, para nos receber com tudo de que gostamos ao nosso lado.

Mostro lindas soluções para esses pequenos espaços.

tarja.marciamuller


Enviado por: Redação
01/12/2015 - 19:00

Em casa, por Marcia Müller: banheiras

colagem coluna marcia

Entre persas, gregos, romanos etc., tomar banho sempre esteve associado a uma prática saudável e prazerosa. A banheira privativa, além das grandes piscinas térmicas, era a forma usual.

Foi durante a Idade Média que o banho deixou de ser popular. Nos séculos XVIII e XIX, a banheira e o banho tornaram-se obrigatórios e saudáveis. Ficaram tão importantes que tinha até banheiras portáteis no séc. XIX. Banho sempre se associou, além de tudo isso, a algo mais sofisticado: ao relaxamento. Quem não relaxa numa banheira quente?

Em países de clima quente, como o nosso, há quem diga que banheira é inutilizável. Eu discordo. Aqui no Brasil, pode ser quente, podemos não ter inverno, mas chove muito. E quem não gosta de um banho de banheira depois de uma chuva?

Lembro-me de um casal dinamarquês para quem fiz a casa. Disseram-me que adoravam banheira, mas que no Brasil achavam impossível usá-la. Então, o banheiro do casal, e os outros da casa, ficaram sem banheira. Depois de dois anos, eles me pediram uma reforma. O marido me falou que tinha se esquecido de como é bom tomar banho de banheira depois de pegar uma chuva (e como chove no Brasil!).

Eu adoro banheiro com banheira – acho lúdico, elegante e, acima de tudo, relaxante. Nas grandes cidades, sou a favor de tudo que estiver ao nosso alcance para nos relaxar e nos distanciar do estresse diário. Como arquiteta, meu objetivo, sempre ao desenvolver um projeto, é usar todos esses recursos. E a banheira é um deles – maravilhosa e elegante.

Mostro algumas lindas e poéticas banheiras.

tarja.marciamuller


Enviado por: Redação
24/11/2015 - 19:00

Em casa, por Marcia Müller: cama com dossel

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A origem do dossel é simples e extremamente objetiva. Em uma época sem ar condicionado, o dossel feito em tecido bem leve protegia quem dormia dos insetos e outros bichos durante a noite, enquanto todas as aberturas deixavam passar a brisa. Isso existe desde de muito tempo, vemos cama com dossel desde o antigo Egito até hoje.

Quando o dossel passou a ser decorativo encontrou seu apogeu nos reinados da Europa, não existia cama mais importante que aquela com dossel trabalhado com os materiais mais incríveis disponíveis na época (como plumas etc). Nesse momento, o dossel dava privacidade e status para as camas reais.

As camas com dossel antigas, esculpidas à mão, datam principalmente da segunda metade do séc. XVIII até o início do século XX. Com ou sem função, o dossel é um charme – e a estrutura da cama para portar um dossel é mais charmosa ainda. Altos postes de madeira ficam em cada canto da cama. Eles apoiam um dossel de pano, ou não. Muitos desses postes, dependendo da época e do estilo, variavam de material. Esculturas adicionais decoram as cabeceiras e os trilhos. As camas de dossel, também chamadas de camas de quatro postes, modernas tem essas estruturas soltas e muitas vezes sem o dossel de tecido.

Como uma tenda transparente que cobre a cama, o dossel transmite, acima de tudo, um super toque romântico no quarto. Quando a cama de quatro postes é colocada sem tecido ela, por si só, da uma elegância a mais. O único inconveniente são os pés diretos baixos, ou seja, quando o teto do quarto é muito baixo. Importante é ver se sobra um espaço entre o teto e a estrutura da cama, se puder deixar até 30 cm está ótimo. Afinal não podemos esperar o ideal de pé direito morando em apartamentos nas grandes cidades. E nem por isso deixar de ter um quarto romântico é inspirador.

Mostro lindas camas de dossel românticas, práticas e elegantes…

tarja.marciamuller


Enviado por: Redação
17/11/2015 - 19:04

Em casa, por Marcia Müller: piso colorido

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Piso sempre esteve associado ao status e à importância da casa. Os reis, por exemplo, pisavam em tapete vermelho, e o famoso tapete vermelho nos acompanha até hoje nos eventos, na tentativa de dar importância aos seus convidados.

Em casa, com suas devidas proporções, um piso de cor pode dar um charme extra ao seu projeto. Lembro-me muito da cerâmica Brenand, que fazia incríveis tons de azul para piso.

O maravilhoso arquiteto Cláudio Bernardes fez uma casa em Angra toda num piso azul piscina, de frente para o mar e, projetada nele, a casa se confundia com o azul do mar. Uma linda visão para esse lindo projeto!

Usar cor exige confiança e segurança, mas sabendo usar. Cor em um projeto de casa tropical fica muito elegante. Cor combina com a luz, que temos no Brasil, e principalmente com as nossas estações, quase todas iguais.

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Voltando ao piso, um piso colorido azul, verde e outras cores fazem do espaço algo bem mais interessante e criativo. Eu prefiro sempre usar o azul, mas já usei verde para uma casa, e esse mesmo verde entrava na piscina e na sala.

Na Itália de “Paladio”, arquiteto mestre da proporção e do equilíbrio, os pisos em mármore eram essencialmente a grande obra nos projetos de suas casas. Coloridos, amarelos, verdes, abóboras, os pisos de desenhos incríveis se tornavam verdadeiras obras de arte. A isso se misturavam paredes emolduradas, tetos pintados e proporções divinas.

Claro que, infelizmente, não temos mais grandes espaços, e nossa vida, assim como nossa estética, mudou e se modernizou.
Piso colorido é muito lindo. Quando usado com elegância e bom gosto, acrescenta e transforma um projeto arquitetônico. Eu adoro!

Mostro alguns pisos coloridos e um que acabamos de instalar num projeto para um quarto de bebê.

tarja.marciamuller


Enviado por: Marcia Bahia
10/11/2015 - 19:00

Em casa, por Marcia Müller: colocando um piano

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O piano atravessou alguns séculos, sempre ligado a tradição e elegância. Tocar piano, até há bem pouco tempo, e posso dizer até hoje, está relacionado a uma educação sofisticada. Entretenimento altamente elegante, o piano proporciona, além de um prazer aos ouvidos, um prazer ao olhar, pois visualmente tem formas lindas.

Amo as linhas do piano meia cauda ou de cauda. Quando o espaço é generoso num ambiente clássico ou supermoderno, o piano tem um charme total; se o dono da casa toca ou gosta de aprender, mais elegante ainda. Sou fã número um de instrumentos em casa, mais até do que o tradicional som dos incríveis e modernos equipamentos.

Tecnicamente, para se usar um piano com conforto, o espaço necessário é de mais ou menos 3 metros e meio, por 3 metros e meio, ou seja, muito espaço mesmo – porém ele faz toda a diferença!

O piano se originou do cravo e surgiu, um pouco semelhantes aos de hoje em dia, em 1720. É o instrumento musical mais conhecido do mundo. Quem não sabe o que é um piano? Tocar para quem sabe deve ser uma delícia. Ter um em casa é lindo e em qualquer época. Para qualquer geração, tocar piano é um toque a mais de sofisticação.

Em casa, ele transforma um simples e comum ambiente moderno ou não num local inusitado e surpreendente. Gosto do piano com objetos em cima ou não!

Nas ambientações modernas, prefiro-o puro, com seu design, e clássico, solto, na sala.
Em silencio ou não, o piano encanta sempre. Lembre: piano é preto ou de madeira aparente (que é lindo). Nada de piano branco ou pintado de outra cor!

Mostro ambientes com lindos pianos…

tarja.marciamuller


Enviado por: Redação
03/11/2015 - 19:00

Em casa, por Marcia Müller: cidades

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Como arquiteta urbanista, não posso deixar de ficar fascinada com cidades… Suas ocupações sua evolução, etc. Cidades são a nossa casa maior; muitas vezes nem nascemos lá, mas escolhemos determinadas cidades como nossas.

Nós nos identificamos com elas, com seus defeitos e qualidades, e as adotamos com tudo de bom e ruim. Cada cidade tem sua ética cultural e cada cidadão compartilha dessa ética, querendo ou não. Muitas vezes, o sistema compra a legalidade e outras vezes a legalidade compra o sistema. O desenvolvimento das cidades passa por essas condições, assim como sua ocupação. Eu, pessoalmente, detesto a ocupação excludente, aquela que exclui tanto o cidadão quanto a natureza.

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Vejo muitas praias com verdadeiras muralhas de prédios, onde nem a natureza, nem o habitante da cidade têm espaço para aproveitá-las. Todos ficam sufocados, natureza e homem. Seria ideal se toda a ocupação respeitasse os limites da natureza e suas fragilidades diante da civilização. Seria um luxo total se o desenvolvimento e crescimento das cidades entendessem seus habitantes e necessidades. Melhor ainda seria educar seus cidadãos a respeitar sua história e os ensinassem a conservá-la.

As cidades nos atraem de forma irresistível para a maioria que está nela. Mas as cidades, na verdade, deveriam nos proporcionar, democraticamente, proteção e acesso a todas as facilidades da civilização moderna. Mas continuamos nela! Então, por que não ajudar a melhorá-la em vez apenas morar nela?

Assim como na nossa casa, a nossa cidade também pede manutenção e muita atenção dos seus cidadãos. Por que não fazer em nossas casas, onde participamos diretamente e ativamente do processo de mantê-la atualizada e conservá-la? Mostro lindas fotos de cidades que eu adoro e, mesmo não morando nelas, sinto que são minhas.

Rio / São …. E outras pelo mundo ..

tarja.marciamuller


Enviado por: Redação
27/10/2015 - 19:00

Em casa, por Marcia Müller: quando o nosso olhar se engana

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Os franceses, mestres da sofisticação e elegância, insuperáveis na arte da ambientação no século XVIII mais ou menos, começaram a utilizar em grande escala o “trompe l’oiel” (a tradução fica feia, mas é “olho enganado” ou “engana olho”). O nome não faz justiça ao efeito lindo que essa técnica proporciona num projeto arquitetônico.

Em ambientes clássicos ou altamente contemporâneos e de técnicas e materiais diferentes, o “trompe l’oiel” é sempre lindo. O clássico, feito com pintura, é sempre elegante. Os temas em treliças são os que eu mais gosto e se adaptam em qualquer espaço. Os mais modernos, feitos em espelho, são lindos, e existem verdadeiras maravilhas na arquitetura com esse efeito.

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No Brasil existem artistas que dominam a arte do “trompe l’oiel”. Eu recomendo a Dominique Jardy, que pinta sobre a parede ou outra estrutura vertical, com muito conhecimento dessa técnica muralista, com proporção e elegância.

A técnica do “trompe l’oiel” pode ser usada para vários fins, desde o aumento de espaço, equilíbrio, ou simplesmente para dar arte, surpresa e elegância ao projeto.

Mostro alguns projetos que adoro e um do meu escritório, executado pela artista Dominique Jardy.

tarja.marciamuller


Enviado por: Redação