BLOG - EM CASA, por Marcia Müller

12/07/2016 - 19:00

Em casa, por Marcia e Manu Müller: relógio na decoração

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Quando tudo gira em torno do tempo
E nem por isso precisa ser estressante… até porque o relógio tem um design lindo.
Quase um objeto de arte, na parede dá um charme todo especial.
Adoro os relógios grandes, sozinhos ou com outros quadros – descontrai e dá um ar de casa usada, de local com utilidade funcional.
Nada mais simpático do que uma casa verdadeiramente usada, que não é um cenário nem uma vitrine de loja.
A casa cheia de vida é aquela casa gasta. Eu prefiro estar em uma casa usada, vivida, a uma casa nova impecável …
A ideia de que a casa tem que estar impecavelmente arrumada, sem pregas e encerada, nada tem a ver com beleza.
A verdadeira beleza de uma casa está relacionada ao grau e uso e satisfação de quem mora nela.
O relógio dá um ar de fábrica, de casa multiuso, de casa prática, de casa utilizada.
Além da descontração que um objeto como o relógio dá a uma parede, seria um exemplo.
Se você tem quadros mais clássicos e quer dar um ar mais descontraído, um lindo relógio moderno na parede pode ser uma solução.

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Os relógios antigos também fazem o oposto e têm um charme todo especial.
Um objeto de uso real sempre confere à casa um uso real, e vice-versa.
O atual conceito de casa atribui aos espaços o uso multifuncional – quanto mais funções a casa tiver, mais ela cumpre o seu dever na sociedade moderna.
Aquela casa formal, estanque e distante saiu do contexto.
A realidade exige uma casa onde quanto mais tempo você puder permanecer nela, melhor sua qualidade de vida.
A vida tranquila está associada à casa que não exige de você esforços para mantê-la, conservá-la sem usufruí-la.
Nada menos acolhedor que a casa-dormitório…
Sua casa não precisa ser grande para acolher todas as funções – ela tem que ser prática.
O relógio é mais um elemento que dá ao ambiente praticidade e utilidade, com charme e elegância.
Como diz Mário Quintana, “amar é mudar a alma da casa”.

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Enviado por: Redação
05/07/2016 - 19:00

Em casa, por Marcia e Manu Müller: fotografia preto e branco

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Por que as fotos preto e branco ganharam tanta força? Das mais sensacionais do Sebastião Salgado às mais amadoras feitas pelo celular?
Na parede, vistas verticalmente, fazem qualquer ambiente ficar elegante, personalizado e atual.
Atual porque as fotografias, antes, mesmo lindas, reveladas com prata, tiradas com uma pureza de detalhas incríveis, não tinham o alcance de todos nem mesmo eram colocadas em quadros.
Fotos deslumbrantes de Ansel Adams eram consideradas obras de arte, mas não ocupavam um destaque na casa, como hoje em dia. Isso não só pelos marchantes e curadores que elevaram a importância da foto, mas também, principalmente, pelo acesso que a fotografia ganhou na sociedade.

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Eram raros os portraits (quadro de uma pessoa) – caros e pintados em telas. O grande Vidal Quadras confirma a tendência da época. Ele pintou toda a realeza europeia, além de outros poucos que tiveram essa chance. Eram lindos e impressionantes. Hoje, porém, um amador com sua câmera instantânea pode clicar lindos momentos e expressões .
A possibilidade de emoldurar e colocar na parede dá uma outra perspectiva e importância para a foto.
As montagens na parede, fazendo composições, aumentam ainda o charme que as fotos preto e branco podem dar a um ambiente!
Nós adoramos e incentivamos sempre nossos clientes a fazer uma composição com suas fotos pessoais e registros da vida.
Não existe nada mais charmoso que ter em casa momentos registrados por você, que tenham um significado na sua história – e ali, todo dia, na sua parede!

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Enviado por: Redação
28/06/2016 - 20:00

Em casa, por Marcia e Manu Müller: Criação x Colagem

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A nova ordem de informação no mundo atualiza-nos em tempo real e conecta-nos com todo tipo de conhecimento – situações impossíveis, tempos atrás.
E não faz muito tempo que a revolução com esse novo tipo de acesso à informação aconteceu.
Palavras, como “viralização”, na mídia virtual, hoje estão no nosso dia a dia e fazem, com certeza, a verdeira revolução na nossa sociedade.
Movimentos incríveis acontecem através de grupos no WhatsApp e novos conceitos de vida estética etc… são apresentados e divulgados no Instagram.
Como podíamos imaginar isso algum tempo atrás?
O mundo virtual ganhou força inquestionável; quem ainda luta contra ele fica defasado .
O e-commerce está absoluto, tomando conta e transformando totalmente o conceito tradicional da compra.
Existem discussões sobre esse movimento mundial – muitos consideram uma forma de mediocrizar os serviços como um todo, mas é impossível parar esse novo conceito de vida.

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Na área da decoração, da arquitetura e da estética como um todo, isso também está modificando muita coisa.
A informação anda a mil, e para qualquer um, conectando todo mundo ao mesmo tempo e na mesma hora. Não existe fronteira para a informação!
“Todo excesso gera problema” – ouvi isso de uma médica.
E não poderia ser diferente para outras áreas.
Saber filtrar é fundamental; a troca entre as pessoas pode gerar inúmeros conflitos se não for digerível.
Às vezes vejo a arquitetura e a decoração como uma colagem de tendências fotográficas.
Será que aquele ambiente tão bem fotografado serve para aquela casa e aquele espaço?
Será que aquela casa tão fotograficamente incrível e com ângulos contemporâneos sensacionais pode ser bem executada por aqueles profissionais e para aquela situação de terreno, clima posição do sol e para atender àquele programa arquitetônico?
Isso sem falar em edifícios… será que aquele prédio se adapta aqui?

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Essas perguntas deveriam ser feitas bem antes de aplicadas sob a forma de projeto de execução.
Sempre houve trocas de inspirações entre outros arquitetos, o que é normal e muito saudável, mas vejo, cada vez mais, colagens em vez de inspirações…
Ter uma certa característica regional e mesmo pessoal marca seu estilo, e isso não podemos deixar que o mundo virtual nos tire.
Adoro o que a tecnologia nos deu; nada, porém, substitui a criatividade de cada um!
Viver o coletivo da informação sem perder o seu olhar único!
Esse será o nosso desafio para o futuro.
Mostramos lindos exemplos de arquitetura e decoração criativas, regionais e pessoais .

tarjamarciamuller


Enviado por: Redação
21/06/2016 - 19:01

Em casa, por Marcia Müller: ambiente palaciano

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Um ambiente ultraclássico, com referências palacianas, pode ser muito charmoso, elegante e ainda contemporâneo. Se for esse o seu olhar, com certeza a ambientação será autêntica!

Tudo o que reproduz o que você gosta e se sente bem – que tem a marca do seu estilo, em última análise – é espontâneo. Portanto, é natural. Para o estilo palaciano são necessárias apenas algumas situações arquitetônicas, espaços generosos, tetos altos e locais com temperaturas mais amenas, de preferência, fria.

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Em frente à praia, num país tropical como o nosso, não aconselho jamais….Esse estilo requer tanta informação, tecidos etc, que nada tem a ver com a leveza e a simplicidade prática que uma casa em frente à praia deve ter – um ambiente fresco e agradável para quem nele mora.

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O estilo palaciano tem um charme especial, o do excesso e do acúmulo de peças e objetos . São referências e misturas que elegantemente se completam. Eu adoro essa ambientação para casas que vêm sendo conservadas há anos, ou mesmo para ambientes recuperados ou restaurados .

Novas construções com essa proposta arquitetônica geralmente reproduzem situações que incluem tetos altos e espaços amplos, para que essa ambientação fique harmônica.

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O verdadeiro charme é a grande mistura, justamente onde o contemporâneo entra. Como, por exemplo, misturar os equipamentos de conforto atuais, luminárias modernas e lindos e divertidos tecidos.

Sancas e molduras, lindas janelas e portas, tudo faz parte desse toque especial para compor um ambiente assim. E se as janelas emolduram uma linda vista de um jardim de clima ameno… Esse ambiente fecha com chave de ouro!

Adoramos ambientes clássicos mas verdadeiramente espontâneos, onde a ambientação reflete, acima de tudo, a naturalidade de quem mora lá.
Mostramos um lindo exemplo dessa ambientação charmosa e atemporal!

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Enviado por: Marcia Bahia
14/06/2016 - 19:00

Em Casa, por Marcia Müller: Arte&Cultura, Arquitetura&Decoração

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O que veio antes?
Se o conhecimento veio antes da manifestação, ou se a arte, manifestação do pensamento e da realidade, veio antes, e o conhecimento, depois, não importa … A verdade é que uma não existe sem a outra.
Não existe a sobrevivência da arte sem a cultura e vice-versa — uma se define pela outra!
Idêntico paralelo há entre arquitetura e decoração.
O que veio antes: a caverna, a tenda, o abrigo, que definiram o espaço, marcaram o território, ou a identidade e a marca desse espaço?
Na verdade, um não existe sem o outro…
Realizam-se muitos debates sobre esse assunto, e vejo que, até hoje, muitos veem a arquitetura como uma matéria separada e isolada…

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Lembro-me da escola Bauhaus do século passado e da visão moderna e contemporânea sobre o estudo da arquitetura.
Lá, não existia esse conceito da arquitetura como um assunto estático, em que a construção se isola de qualquer outro contexto, que não seja a técnica do espaço e a construtiva.
A arquitetura expandia-se em muitas direções – ia de desenhos de tecidos, objetos, móveis até as construções mais sofisticadas, com métodos construtivos inéditos.
A arquitetura laboratorial acredito ser a verdadeira arquitetura até porque o futuro da arquitetura parece expandir-se, como previram, no século passado, os modernos diretores da escola de Bauhaus.
Separar materiais não cria especialistas; cria empobrecimento de conhecimento para os novos profissionais.
A criatividade está associada ao dom pessoal, mas, muito também, ao conhecimento e à liberdade. Por isso, o maior inimigo da criatividade é o preconceito!
Para criar profissionais criativos livres e preparados para do futuro da arquitetura, temos que voltar no tempo, ir para o século passado, quando arquitetura, decoração, arte e cultura fundiam-se.
A escola de Bauhaus será sempre um exemplo e uma referência sobre vários aspectos.

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O primeiro foi a formação de incríveis profissionais que criaram novos rumos para a arquitetura e a decoração, indústria de materiais e objetos que mudou o mundo. O segundo, o fechamento da escola por um governo de pensamentos herméticos, no caso o governo nazista de Hitler, que preferiu voltar ao método de ensino tradicional da arquitetura nas universidades de tecnologia.
Na minha visão, separar a arquitetura da liberdade é um erro, e quanto mais conhecimento, melhor para a formação de novos profissionais!
Isso porque a arquitetura tem necessariamente um olhar abrangente; na escala das artes, a arquitetura é classificada como a primeira arte … E essa escala vai até a Sétima Arte, que é o cinema.
Modernamente, o conceito de arte é definido como tudo que se manifesta, criativa e metaforicamente, sobre a realidade e o pensamento.
A arquitetura também deve, através da moradia e da ambientação, refletir criativamente um pensamento sobre a nova realidade do seu tempo.
Separamos lindos exemplos da arquitetura e decoração do século passado (alguns de Bauhaus) e da arquitetura atual, ainda sob influência dessa incrível escola de liberdade e criatividade!

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Enviado por: Redação
07/06/2016 - 19:11

Em casa, por Marcia Müller: cabeceira de cama

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Como fazer um projeto de um quarto? Aparentemente uma tarefa fácil, mas não existe nada mais íntimo e pessoal do que esse ambiente dentro de uma casa. O quarto deve transmitir, antes de tudo, calma e a entrega para que você durma sereno. E dormir bem, atualmente, é uma necessidade importantíssima para a vida contemporânea.

Temos exigências incríveis, além de estímulos diários que nos bombardeiam continuamente. Saber se desligar de tudo,à noite, para entrar em um outro clima, é essencial para o bem estar.

Estudos sérios sobre esse assunto desenvolveram várias tecnologias para melhorar e estimular esse momento importante: camas com ergonometrias e densidade de colchões personalizados ao peso e à forma de dormir de cada um. Luzes com intensidades diferenciadas. Enfim, tudo para que você se sinta em um espaço exclusivamente seu!

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E o quarto nada mais é que o espaço mais utilizado da casa. Se você dorme lá, claro.No que se refere a personalizar, entender o perfil do cliente é fundamental para desenvolver o projeto.
Se você for do tipo romântico, aconselho que seu quarto tenha toda a tecnologia disponível, mas que a ambientação seja fiel ao seu olhar. Nesse caso, as opções são inúmeras. A cama com cabeceira se encaixa como uma luva.

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A cabeceira estofada ou de ferro é, além de charmosa, elegante.O quarto romântico reflete seu gosto e sua necessidade de se sentir bem e acolhido em seu ambiente mais íntimo da sua casa.

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Cabeceiras forradas são lindas e práticas, além de confortáveis.As de ferro e geométricas exibem desenhos atemporais. Mostramos lindas fotos com quartos românticos, elegantes e inspiradores para uma maravilhosa noite de sono!

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Enviado por: Marcia Bahia
31/05/2016 - 19:17

Em casa, por Marcia Müller: tijolo

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A arte milenar da olaria, a queima da argila, a confecção de tijolos artesanais um a um, a mistura de cores e com outros materiais como a palha, enfim essa indústria artesanal nos acompanha há eras…

E nunca deixou de ser utilizada na construção. Aparente ou internamente, o tijolo ganhou inúmeras funções. Aparente ou não, na fachada ou dentro de casa, o tijolo é lindo. Nas casas clássicas ou nas ultracontemporâneas, o tijolo aquece e dá personalidade.

Não existe quem deseje morar numa casa sem esse ingrediente mágico de personalidade. Refletir seu gosto, definir pela estética que aquele lugar é seu muda tudo!

Através dos tempos temos mostrado que procuramos, antes de tudo, da moda, da tendência , do status, uma forma de imprimir nossa marca. Não seria a caverna do homem pré-histórico a maior prova disso? As pinturas nas cavernas revelam esse homem que ainda nem tinha ferramentas, mas pintava decorando seu espaço com seus feitos e hábitos, deixando ali a sua personalidade.

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Essa necessidade está presente até hoje e nós, arquitetos, vemos isso em cada cliente que nos procura para fazer sua casa. Mesmo que a falta de tempo e as dificuldades de locomoção sejam muito facilitadas pelo mundo virtual, o espaço de cada um é um bem cada vez mais precioso.

Quanto maior a pasteurização da vida moderna, mais a necessidade de ser único! Fazer sua casa diferenciada, com a utilização de materiais naturais em harmonia com o planeta, que nos têm acompanhado há tanto tempo é muito bom.

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Pois aquilo que deu certo permanece pelo tempo… O tijolo é tudo isso e mais. Adoro usar tijolos dos mais rústicos, feitos artesanalmente misturados com palha, aos supermodernos, finos, capazes de serem instalados como uma cerâmica.

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Essas é mais uma vantagem do tijolo: sua evolução não tirou sua essência, esse material vai do nobre ao rústico com charme absoluto.

Adoramos tijolo e mostramos lindos exemplos com esse material.

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Enviado por: Marcia Bahia
24/05/2016 - 19:02

Em casa, por Marcia Müller: preto e branco

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Esses dois opostos são incrivelmente compatíveis. Convivem maravilhosamente bem, apesar de inteiramente diferentes. Não existe nada que fique desarmônico com essas duas cores.

A ausência de cor e a presença de todas formam uma das duplas de maior sucesso. O preto, sozinho, geralmente pesa, mas bem utilizado pode ser muito contemporâneo numa ambientação clássica. E o branco é o maior corretor de erros, em qualquer ambiente desarmônico. Assim como uma hera corrige uma fachada de uma casa pesada, o branco funciona da mesma forma: dentro de casa corrige todos os excessos.

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Mas a mistura dos dois é uma forma mais do que conhecida e eternamente charmosa. Como dizem os franceses, “a beleza passa, mas o charme jamais” – assim é o preto e branco , charme eterno dentro de casa. Não importa qual o estilo da casa, clássico ou contemporâneo, o uso do preto e branco encanta há anos. Gosto muito das estampas em listras e a mistura de estampados, todos em preto e branco. O efeito é lindo!

Algumas estampas reproduzem tecidos clássicos usados em roupas – fica ainda mais divertido. O artista Sol Lewitt fez uma composição linda e muito conhecida usando listras pretas e brancas num mural de seis metros de extensão. Nessa composição, ele mostra os efeitos visuais que o branco e o preto criam, transformando uma simples tela plana em um contexto arquitetônico.

A dinâmica que a composição dessas duas cores radicais cria é de uma flexibilidade que ultrapassa o estilo da casa. Sempre cai muito bem um grafismo ou uma cor fora do contexto esperado.

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Ambientar a casa usando aquilo que nem sempre se encaixa tão perfeito cria a imperfeição elegante que toda casa precisa. A verdadeira liberdade de se ambientar uma casa é a flexibilidade de compô-la de acordo com suas mais diferentes ideias.

O preto e branco permite essa mudança sem medo de errar, até porque são opostos sempre elegantes.Como pessoas opostas, mas idênticas …. Tudo mundo conhece pelo menos duas ….Dá para entender!

Mostramos lindos exemplos que amamos de preto x branco!

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Enviado por: Marcia Bahia
17/05/2016 - 19:00

Em Casa, por Marcia Müller: interior de barco a vela

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O barco a vela inspira elegância mobilidade e liberdade. Seu interior revela todas essas características. É fonte de grande inspiração para nós, arquitetos, que amamos soluções criativas para pequenos espaços, além de adorarmos o uso da madeira.

A arquitetura naval é, acima de tudo, arrojamento, dinâmica, forma, ergonometria e harmonia. As formas aerodinâmicas dos barcos, como Beneteau ou Swan, são lindas. A ambientação interna é cheia de soluções incríveis, e o aproveitamento total dos espaços segue a mesma linha. Ver um desses barcos no mar é um espetáculo, e entrar neles é outro show.

O arquiteto argentino German Frers desenha lindos barcos e seu interior também. Além de superpremiado, German constrói muitas vezes barcos a vela para serem ocupados como uma casa de verdade. Os usuários moram definitivamente nesse espaço, e em movimento. O desenvolvimento desse projeto segue regras de maximização do espaço e soluções de conforto semelhantes às de uma casa. Morar em um local dinâmico, que muda de endereço, de nacionalidade, deve ser muito divertido. E, além de tudo, é elegante e confortável. O resultado é fantástico!

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Esses barcos possuem um design lindo. Além disso, a natureza e o vento se misturam e se incorporam a eles, dando movimento e velocidade. O resultado é uma verdadeira obra de arte.

Casas-barcos são, em muitos países, a solução para espaços cada vez menores nos centros urbanos. Para os livres de espírito e de vida, mostramos lindos exemplos de interior de barcos a vela.
Se você está na dúvida em relação onde morar e se quiser se arriscar… Afinal, nós não sabemos o que somos até vermos o que podemos fazer! Isso vale também para onde podemos morar!

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Enviado por: Redação
10/05/2016 - 19:02

Em casa, por Marcia Müller: ombrelone

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Esse nome italiano, que se traduz em um grande guarda-sol e virou definição, assim como a gilete passou a ser definição de lâmina de barbear. Esse guarda-sol se transformou em febre para as áreas externas há mais ou menos 30 anos.

Trazido da Itália, supercharmoso, adaptou-se totalmente às nossas escaldantes áreas externas, pela sua praticidade e principalmente pelo lado móvel de proteção a uma área grande de sol. Abrindo e fechando e sendo transportável, o ombrelone atinge uma área grande de sombra, diminuindo a temperatura do local. Seu uso possibilitou a utilização de áreas externas sem a necessidade de construções para criar sombras maiores.

A estrutura central de madeira (a de que eu mais gosto) ou de alumínio, superleve, possibilita, como o apoio central, a possibilidade de sombra de um espaço maior, ou seja, o ombrelone, com um custo muito menor que o de uma construção fixa gera áreas externas antes incrivelmente quentes e ensolaradas em áreas amenas e utilizáveis. Isso sem falar nos tecidos, que podem ser cobertos, um detalhe a mais nessa estrutura que é puro charme.

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Ter um custo controlado, hoje em dia, é fundamental quando estamos diante de áreas externas em uma cobertura ou casa, e o uso dessas áreas é fundamental.Fazer alguma estrutura fixa, na maioria das vezes, resulta na perda de área, além do custo muitas vezes inviável. O ombrelone é sempre uma ótima e elegante saída.Na Itália, terra do design, não existe tradição sem memória, e o ombrelone não foge à regra – uma variação que vem desde os antigos romanos com a proteção do sol feita por toldos de tecido esvoaçantes.

A proteção do sol feita de forma leve, fresca e temporária é sempre uma das melhores opções. Em lugares muito quente, aconselho o uso de tecidos claros para que a absorção do calor não torne a sombra muito quente. Para locais com menos intensidade de sol, opto por cores mais escuras.

Estar com sol controlado sob um guarda sol gigante é uma delícia.
Mostramos lindos ombrelones em áreas externas, para você se inspirar!

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Enviado por: Marcia Bahia