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22/02/2018 - 16:00

Ronaldo com João de Deus em Abadiânia

João de Deus entre Ronaldo e Celina Locks: casal está em Abadiânia com o médium / Foto: amiga da coluna

João de Deus entre Ronaldo e Celina Locks: casal está em Abadiânia com o médium / Foto: amiga da coluna

Ronaldo e a namorada, Celina Locks, estão na Casa de Dom Inácio, em Abadiânia, Goiás, sob os cuidados do médium João de Deus. O ex-jogador, já num clima diferente do que chegou, olhar suave e expressão serena, parecia ter encontrado o que procurava – nem sempre a gente sabe o que é. A espiritualidade é necessária em algum momento. É ou não é? “A energia da Casa é inexplicável; eu me emocionei com o trabalho do João de Deus. Ele abdicou de muitas coisas na vida para estar aqui, curando e dando luz para todos que o procuram”, disse.


Enviado por: Lu Lacerda
22/02/2018 - 15:30

Beatriz Rabello e Paulinho da Viola: show em família

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Paulinho da Vila e Beatriz Rabello: pai e filha juntos no palco emocionam plateia no Teatro do SESI, no Rio / Foto: Rejane Guerra

Você gostaria de ver juntos, no palco, mais uma vez e mais uma, e mais uma Beatriz Rabello e Paulinho da Viola? Só esperando ou indo a Brasília. No Teatro SESI, no Rio, foi apenas nessa quarta-feira (21/02). Se Paulinho tem aquele habitual jeito de ser com qualquer pessoa, imagine com a própria filha! Ela é backing vocal há duas décadas: “Há dez anos, eu participo dos shows dele, e agora ele está se apresentando no meu – é algo que nunca imaginei, afinal sou de família de artistas, mas sempre fugi disso. Cheguei a me formar em jornalismo, mas não teve jeito”, disse Beatriz, que é neta do violonista César Faria (morto em 2007), um dos fundadores do conjunto Época de Ouro, ou seja, cresceu ouvindo o fino do choro, samba, jazz e bossa nova. Foto foi feita pela jornalista Rejane Guerra.


Enviado por: Redação
22/02/2018 - 15:00

Carlos Vergara: arte movimenta terceiro dia do “Rio Open”

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“Rio Open”: na primeira foto, Carlos Vergara, Juliana Silveira e João Vergara; na segunda, Vanda Klabin e Antonio Bokel; na terceira, Alan, Renata e Sophie Adler; na quarta, Sylvia e Carlos Alberto Chateaubriand /Fotos: Divulgação/Vans Bumbeers

No Rio Open, que começou esta semana, não tem apenas jogos de tênis. Nessa quarta-feira (21/02), o artista plástico Carlos Vergara, criador do pôster oficial da competição, lançou o trabalho que deu origem ao cartaz, além de uma escultura em 3D no espaço “Rio Open Arte”, criado exclusivamente para a 5ª edição do maior torneio de tênis da América Latina. O artista se inspirou em mais de 100 fotografias tiradas durante três dias no Jockey Club Brasileiro. “Eu queria uma imagem à altura do torneio, que, de cara, fosse possível identificar o tênis; por isso, usei o saibro. Eu também adoro o ‘desafio’ quando conferem se a bola foi dentro ou fora, então procurei retratá-lo. Sem falar que a quadra é abençoada pelo Cristo Redentor; então ele precisava estar presente”, explicou Vergara. Também no espaço, trabalhos de novos artistas, que estarão à venda – o valor arrecadado destina-se a projetos sociais ligados ao evento.


Enviado por: Redação
22/02/2018 - 13:58

Rio Heroes: série sobre vale-tudo clandestino é lançada no Rio

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“Rio Heroes”: na primeira foto, Murilo Rosa e Fernanda Tavares; na segunda, Priscila Fantin; na terceira, Duda Nagle; na última, Rafael Losso /Fotos: AG.News

Mesmo com a chuvarada que caiu na noite dessa quarta-feira (21/02), elenco e equipe da série “Rio Heroes”, da Fox Premium, foi em peso ao lançamento no Galpão Gamboa. Baseada em fatos reais, a trama de cinco episódios conta a história de Jorge Pereira (Murilo Rosa), lutador expulso do MMA que abre seu próprio torneio clandestino, sem regras ou árbitros. Para quem não sabe, Rosa já foi lutador, um dos motivos para amar participar da série. “Antes de atuar, fui lutador e disputei dois campeonatos mundiais de taekwondo em 1990. Mas nos últimos sete anos esse universo voltou a aparecer”, diz ele, que estava acompanhado da mulher, a apresentadora Fernanda Tavares.

Outra que vai chamar atenção na telinha é Priscila Fantin, interpretando a lutadora Claudinha Pitbull, a Pitty, saradíssima. No entanto, ela afirma que não é uma escrava do corpo. “Não me peso há 10 anos e meu corpo se molda de acordo com a demanda profissional. Para o papel, fiz umas aulas de MMA, mas já fiz dança de salão, esgrima, parkour, flamenco, ballet e salto ornamental”, diz ela, que vai aparecer praticamente sem maquiagem de beleza, apenas com machucados do treinamento. Também no elenco Duda Nagle, Rafael Losso, André Ramiro, Bruno Bellarmino, entre tantos.


Enviado por: Redação
22/02/2018 - 12:20

Termas Leblon (lugar de pegação) muda de nome e de endereço

Termas Leblon abre em outro endereço com novo nome, Leblon SPA /Foto: Reprodução

Termas Leblon abre em outro endereço com novo nome, Leblon SPA /Foto: Reprodução

A mais famosa sauna da Zona Sul, a Termas Leblon (que tem esse nome porque começou no bairro), mas fica em Ipanema, na Barão da Torre, há mais de 20 anos, fechou as portas. Calma gente, vai abrir em outro lugar: na Epitácio Pessoa, na Lagoa, com outro nome Leblon SPA, ou, como gosta de falar Ancelmo Gois, “casa de saliência”. Todo mundo sabe que é lugar de pegação, tradicional e considerado o mais caro do Rio no segmento. Nomes da mais alta hierarquia cultural carioca conhecem bem muitos horizontalmente-acessíveis por ali.


Enviado por: Lu Lacerda
22/02/2018 - 11:30

Viradouro contrata mestre Ciça para desfile de 2019

Mestre Ciça: de volta à bateria da vermelho e branco para o desfile de 2019 /Foto: Diego Mendes

Mestre Ciça: de volta à bateria da vermelho e branco para o desfile de 2019 /Foto: Diego Mendes

A escola de samba Viradouro, campeã da Série A deste ano, além de Paulo Barros como carnavalesco e renovar com o intérprete Zé Paulo, sempre muito cobiçado pelas agremiações, anunciou, nessa quarta-feira (21/02), o retorno do mestre Ciça em 2019. Ele vai comandar a bateria da vermelho e branco na volta ao Grupo Especial – ele ficou à frente da escola por de 1999 a 2009.


Enviado por: Redação
21/02/2018 - 19:00

Seis perguntas para Fábio Szwarcwald (diretor da EAV – Parque Lage)

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O economista carioca Fábio Szwarcwald sabia muito bem no que estava se metendo ao assumir a direção da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Jardim Botânico, em março do ano passado. Tombado como patrimônio histórico, o local tornou-se referência na formação de artistas, especialmente depois da fundação da EAV, em 1975. Mas, sem os repasses prometidos pelo governo, a instituição cortou funcionários, extinguiu 250 bolsas de estudo e até ameaçou fechar as portas.

Fábio, especializado em finanças e gestão empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e pelo IBMEC, ex-vice-presidente do banco Credit Suisse e membro do Conselho de aquisição do Museu de Arte Moderna (MAM), assim como do New Museum, em Nova York, segue pilhado nesse trabalho no Parque, promovendo eventos, ali, do escritório, com clima da floresta, como aconteceu em dezembro, com um jantar beneficente da EAV e conseguiu arrecadar R$ 238 mil. Foi dele também a ideia do financiamento para a montagem da exposição “Queermuseu”, vetada no Museu de Arte do Rio por Marcelo Crivella.

Sempre às voltas com um bom papo, um café, uma taça de vinho e de, preferência, um quadro, uma escultura, qualquer arte por perto, é colecionador. De uma conversa com ele, num instante fica-se sabendo muito do mercado e de muitas outras coisas nesse sentido.

1
A decisão de tantos artistas doarem trabalhos para o leilão a favor do Parque Lage, dia 15 de março (incluindo aí a exposição Queermuseu), na galeria Anita Schwartz, tem um grande significado?

O engajamento artístico doando obras para o leilão comprova a importância desta nossa iniciativa contra a censura, o que revela uma grande manifestação de generosidade e responsabilidade pública desses artistas que não são participantes da Queermuseu, mas encontraram uma forma atuante de apoiar o movimento que vai trazer a exposição para o Rio.

2
Ser um colecionador facilita sua vida como diretor do Parque Lage? Isso o influenciou a aceitar o cargo, considerado por muitos uma batata-quente?

Quando resolvi deixar o mercado financeiro pra trabalhar com arte, não estava nos meus objetivos ser diretor da EAV Parque Lage. O meu projeto, que, inclusive, já estava em fase de execução, era montar um espaço cultural na Z42. No início de 2017, o então secretário de Cultura, André Lazaroni, me chamou pra conversar e me convidou a assumir esse desafio. Na altura, deixou muito claro que as coisas seriam bastante complicadas pra mim, os salários estavam atrasados e, como é sabido, o governo passava por dificuldade financeira jamais vista. Mesmo ciente da aridez do cenário, acreditei que, com minha experiência na iniciativa privada e com uma visão mais amplificada, poderia ajudar a EAV a ter uma nova forma de gestão, com foco grande na qualidade de ensino, em novas parcerias nacionais e internacionais, e no desenvolvimento de uma plataforma de captação que fugisse da dependência do estado. E é exatamente o que venho fazendo.

3
Qual o balanço você faz desde que assumiu a diretoria, sem os repasses prometidos pelo Governo do Estado?

Meu balanço é extremamente positivo. Apesar das dificuldades financeiras do estado, estamos fazendo um trabalho que vem sendo reconhecido por todos que participam do nosso dia a dia, bem como os usuários do Parque. No ano passado, criamos o Parquinho Lage, uma escola para o público infantil, que já é um sucesso, com mais de 600 crianças, sendo 25% com gratuidade. Realizamos ainda mais de 50 aulas abertas, com entrada franca. Em 2018, vou ampliar esse percentual de bolsas, trazendo alunos de escolas públicas para estudarem conosco. É fundamental vitalizarmos a arte. Ainda este ano, lançaremos um programa de bolsas de formação de 10 meses para todos aqueles que querem trabalhar como artistas, curadores ou conhecer mais profundamente o assunto. Os planos da EAV para 2018 são intensos, com programas inéditos, em que as pessoas terão cada vez mais oportunidades de participação e estudos.

4
Qual a importância de uma exposição como essa para o público carioca?

O Rio foi, por muitos anos, a capital cultural do Brasil – tudo o que fazíamos aqui reverberava nacional e internacionalmente. Isso não deixou de acontecer, só que de forma inversa, mostrando todas as dificuldades em lidar com a violência e a corrupção em geral. Atualmente, quando a pauta é o Rio, só aparecem os aspectos negativos, que também incluem a censura ocorrida. Precisamos trazer uma agenda afirmativa e produtiva pra cá. A Queermuseu
se propõe a abrir o diálogo através de um fórum que acontecerá em paralelo à exposição, dando oportunidade a todos de tratar assuntos pouco falados. A cidade é nossa, e estou dando minha contribuição, trabalhando com muito afinco para valorizar nossa cultura.

5
O que achou do Crivella censurar essa exposição?

Acho um absurdo completo o Crivella querer impor suas vontades pessoais! Ele é prefeito, e não um censor; não cabe a ele censurar qualquer manifestação artística. Crivella não fez nada para a cultura até agora; na verdade, fez sim: censurar tudo que não acha que é bom na sua opinião pessoal e religiosa.

6
Quais os seus maiores desafios à frente desse posto?

São vários os desafios, mas o maior é conseguir sustentabilidade financeira para que a EAV desenvolva todo o seu potencial, dependendo, cada vez menos, do dinheiro público que, como você mesma falou, está cada vez mais escasso na área cultural.


Enviado por: Lu Lacerda
21/02/2018 - 17:00

Phil Collins: recorde de ingressos no Brasil

Phil Collins: artista foi o que mais vendeu ingressos no primeiro bimestre no Brasil /Foto: Divulgação

Phil Collins: artista foi o que mais vendeu ingressos no primeiro bimestre no Brasil /Foto: Divulgação

Phil Collins, que começa turnê no Rio, nesta quinta-feira (22/02), no Maracanã, foi o artista que mais vendeu ingressos no primeiro bimestre do ano no Brasil, segundo a StubHub, maior plataforma de intercâmbio de ingressos do mundo. O show mais vendido foi o do Rio, representando 32% do total – ainda tem muitos ingressos disponíveis, nos valores de R$ 125 a R$ 1.725 -, seguido pela apresentação de São Paulo, neste domingo (25/02), com 30% e o de sábado (24/02), também em São Paulo, com 27%. As vendas de Porto Alegre representaram 11% do total de bilhetes. Em segundo lugar está Andrea Bocelli, que vai comemorar seus 60 anos com os fãs brasileiros, em São Paulo, dia 29 de setembro, além de Porto Alegre e Brasília; seguido do grupo britânico Depeche Mode, dia 27 de março. A propósito: o filho do Phil Collins, Nicholas, de 16 anos, é o baterista da banda, mas ele também trouxe o caçula, Matthew, de 13, e pretende mostrar ao filho o estádio mais famoso do país. Segundo o cantor, o menino gosta mesmo é de futebol.


Enviado por: Redação
21/02/2018 - 16:00

Reynaldo Gianecchini: ator tira a roupa para o “Projeto Pele”

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Reynaldo Gianecchini: ator tira a roupa para "Pele Project" /Foto: Brunno Rangel

Reynaldo Gianecchini: ator tira a roupa para “Pele Project” /Foto: Brunno Rangel

Reynaldo Gianecchini é o novo retratado do “Pele Project”, do fotógrafo Brunno Rangel e do diretor criativo Marcelo Feitosa, e postou algumas fotos em preto e branco como (quase) veio ao mundo, nesta quarta-feira (21/02). Os fãs e seguidores do ator estão enlouquecidos com as imagens. “Onde você se veste de você mesmo com a sua personalidade. Porque, por baixo da roupa, somos todos pele”, escreveu ele sobre o princípio da ação, que vai virar livro e exposição em meados deste ano. “A ideia é mostrar que, por debaixo da roupa, todos somos iguais de alguma forma, mas muito diferentes. Também fotografamos gordinhas, magrinhas, gente com cicatriz, negros, roxos, todas as cores e formas para mostrar isso. Essa causa está fazendo as pessoas perderem o medo de tirar a roupa”, diz Brunno, cuja facilidade para tirar a roupa dos convidados é algo impressionante.


Enviado por: Redação
21/02/2018 - 15:00

Festival da cultura japonesa, com Zico, claro

Zico e o chef Shin Koike, que vai fazer um workshop com os sabores típicos do Japão /Foto: Raphael Medeiros

Zico e o chef Shin Koike, que vai fazer um workshop com os sabores típicos do Japão /Foto: Raphael Medeiros

O Brasil tem 1,5 milhão de cidadãos de origem japonesa, e o Rio vai comemorar os 110 anos da imigração com o “Japan Festival – Rio Matsuri”, de 9 a 11 de março, no Riocentro. Para o lançamento do evento, o ex-jogador Zico foi homenageado durante um coquetel, nessa terça-feira (20/02). Zico, que morou por 15 anos no Japão, é tratado como rei e foi o primeiro jogador de futebol a pisar no hall da fama daquele país. O Riocentro vai virar um pequeno pedaço do Japão, com decoração, exposições, danças, palestras, apresentações dos batuque dos taikôs (os tambores japoneses), shows com os melhores cantores nikkeys do Brasil, arte japonesa e ainda o concurso Miss Nikkey Rio 2018, que vai eleger a descendente mais bonita da cidade. A expectativa é que mais de 50 mil pessoas passem pelo festival.


Enviado por: Redação
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