O advogado Ricardo Brajterman: assalto com arma na cabeça em posto do Flamengo / Foto: reprodução

O advogado Ricardo Brajterman: assalto com arma na cabeça em posto do Flamengo / Foto: reprodução

O advogado Ricardo Brajterman deu aula na PUC, depois partiu para o escritório, no Centro, de onde saiu exausto; mas percebeu que precisava parar para botar gasolina, naquele posto do Flamengo. Desceu para a lojinha de conveniência enquanto o carro era abastecido, às 9 e meia da noite. Quando percebeu, quatro bandidos saíram de um táxi – em segundos, tinha um revólver apontado para a sua cabeça. Levaram tudo, não só do advogado como também de mais dois outros carros e, ainda, dos frentistas (telefones, carteiras, até as alianças) e da mulher grávida do caixa. “Crivella ainda está pregando na África? Pezão, a criatura de Cabral, já admitiu que perdeu o controle? Estou muito bem fisicamente, mas destruído moralmente”, diz Ricardo. E completa: “O compromisso do prefeito não é com a religião, é com o Rio; respeitamos sua religião, mas ele é um homem público, precisa se lembrar disso”. Brajterman está acompanhando e sabe que seu celular e computador estão na favela da Maré, mas ele nada pode fazer.

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Enviado por: Lu Lacerda

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