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Tem quem esteja usando até carimbo para agilizar a fila na noite de autógrafos, mas Ricardo Amaral optou por uma solução com mais estilo: ele chamou a calígrafa Carol Freitas, que fez os convites para a abertura do Hippopotamus, para dar uma ajuda nessa terça (11/07), no lançamento de “Anos 40 – Quando o mundo, enfim, descobriu o Brasil”. Quem comprava o livro se dirigia a Carol, que escrevia o nome da pessoa e, embaixo, “abração”, no caso de ser um homem, ou “beijão”, para as mulheres. Restava a Amaral colocar sua assinatura e dar mais atenção ao convidado.

A publicação, de texto leve, faz um passeio, segundo o jornalista Renato Lemos, coautor, “por uma década sem internet, sem TV a cabo, sem rock and roll, sem bebidas diet e – pecado dos pecados – sem Copa do Mundo”. A livraria lotou: livro do Amaral (que lança um atrás do outro) é sempre um acontecimento. Veja fotos na Galeria.

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Enviado por: Marcia Bahia

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