23/06/2018 - 17:30

Inverno nas praias poderia inspirar Botero

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Praias lotadas no inverno carioca: algumas criaturas poderiam inspirar Botero. É ou não é? /Foto: Lu Lacerda (arquivo do site)

É inverno no Rio, o que pode significar praias lotadas e dias esplendorosos, como neste fim de semana. E, se você vir alguém mergulhando de roupa e tudo, tenha certeza: é turista. Sim, muitos estão pela cidade carioca, curtindo o sol a pino. Dá até uma certa impressão de que algumas criaturas relaxam momentaneamente nos cuidados com o físico ou, quem sabe, levam a vida sem nem pensar naquilo que tira o sono de tanta gente. As praias andam bem democráticas; muitos corpos poderiam até inspirar Fernando Botero, o artista colombiano louco por figuras roliças. As pessoas andam mais livres e soltas com relação a isso.


Enviado por: Lu Lacerda
23/06/2018 - 15:15

RIR Lisboa com muita espada de São Jorge

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Rock in Rio Lisboa: camarins lotados de espadas de São Jorge – a pedido de Roberta Medina / Foto: Karla Passeri

Roberta Medina, à frente do Rock in Rio Lisboa com o pai, Roberto Medina, pediu à produtora Ingrid Berger espadas de São Jorge na decoração dos camarins, considerada uma planta protetora. Estão todos lotados dessa planta. Perguntada a razão da escolha, Roberta explica: “É para boas energias e proteção”. Espera se que um artista doidão não resolva comer umas folhinhas: a Sansevieria trifasciata (nome científico) é uma planta tóxica.


Enviado por: Lu Lacerda
23/06/2018 - 13:00

De Próprio Punho, por Bruno Chateaubriand: “As redes além da Copa”

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“Mais do que saber do preconceito com os gays num país como a Rússia, a mim, chocou-me muito mais assistir à cena nojenta e horrível com que deparamos dos jovens brasileiros assediando uma moça que não fala nosso idioma. Em poucos dias, todos foram julgados pelo mundo da Internet com uma velocidade absurda. Perderam emprego, mostraram como é sério não ser sério nos dias de hoje. É só um exemplo de como a tecnologia pode ser a nossa maior aliada.

O próprio futebol está tendo que mudar suas fórmulas. A malandragem, a simulação, a escola do “jeitinho brasileiro”, tudo está em baixa. Não existe mais espaço para a jogada que tira vantagem – o mundo está mudando nessa revolução tecnológica que nossa geração está vivendo.

Outro exemplo foi o jogo Brasil e Costa Rica, quando vi nossa estrela Neymar usando táticas com sua linguagem corporal, para demonstrar que sofreu um pênalti: isso acabou! O árbitro vê tudo com o auxílio da tecnologia e, assim, pode até voltar atrás em suas decisões; o mundo observa detalhes, as câmeras captam tudo, até as falas dos jogadores – e com a maior facilidade. E isso pode ser bom ou pode ser péssimo. Mas não queremos transparência? Não queremos verdade? Então … vamos apoiar a verdade sem nunca querer tirar vantagem sobre ninguém.

Baseado nisso, recentemente, decidi até que vou escolher meus candidatos nas próximas eleições também pelas suas condutas nas redes sociais; pelo perfil de seguidores e de curtidas, podemos saber muito. Busco, através de enquetes, nos stories do Instagram, nas postagens e nas leituras diárias, um termômetro sobre imagens e opiniões de tudo neste nosso Brasil. Essas redes, sim, mais amplas e mais importantes do que aquelas que acolhem os gols – e sem rival.”

Bruno Chateaubriand é jornalista


Enviado por: Lu Lacerda