10/06/2018 - 16:30

Paula Lavigne lança site e vídeo contra a “PL do Veneno”

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Bruna Marquezine e Guta Stresser participaram da gravação contra a “PL do Veneno” /Foto: Reprodução Instagram

Foi lançado neste domingo (10/06), o site e o vídeo do “342 Amazônia”, uma iniciativa de Paula Lavigne, artistas e ativistas do Greenpeace e da Mídia Ninja, contra a “PL do Veneno”. O projeto de lei pretende permitir o uso de substâncias comprovadamente cancerígenas e propõe que o nome “agrotóxico” passe a se chamar “defensivo fitossanitário”, numa forma de amenizar teor tóxico do produto. No site, postagens já prontas para quem quiser copiar e colar nas redes sociais como forma de protesto. O vídeo foi rodado em reuniões na casa de Lavigne e Caetano Veloso com mensagens de Bruna Marquezine, Zezé Polessa, Paula Burlamaqui, Maitê Proença, Guta Stresser, entre outros.


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10/06/2018 - 16:00

Vittorio Storaro: visita guiada no MAM

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A turma das artes e do cinema não desperdiçou a chance de ouvir as histórias da exposição “Escrever com a luz”, no MAM, nesse sábado (09/06), do próprio Vittorio Storaro, um dos maiores diretores de fotografia da história do cinema, vencedor de três Oscar por “Apocalypse now”, de Francis Ford Coppola, “Reds”, de Warren Beatty, e “O último imperador”, de Bernardo Bertolucci. Como um maestro de uma grande orquestra, Vittorio comandou um verdadeiro show ao falar de alguns dos 115 trabalhos de imagens sobrepostas dos seus filmes mais conhecidos, e 41 obras de arte em visita guiada no museu.

Ele mostrou aos convidados como os grandes mestres da pintura influenciaram seu processo de criação. “Tudo o que fiz é resultado direto dos nove anos que estudei fotografia na Itália e também da atenção que dei ao trabalho de mestres da pintura, como Caravaggio e Michelangelo“, disse Storaro, acrescentando que a fotografia traduz o que os personagens têm por dentro. “O registro das imagens é feito na cor branca, que é a fusão de todas as cores. As emoções estão todas lá; eu apenas as transformo em luz.” Estão lá imagens de “Lady Hawke: o feitiço de Áquila”, de Richard Donner; do clássico “O pássaro das plumas de cristal”, do mestre italiano do terror Dario Argento; e “Café Society” e “Roda Gigante”, de Woody Allen. Confira quem passou por lá na Galeria.


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10/06/2018 - 15:00

Jorge Jaber: ação durante evento da Intervenção Federal no Rio

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Jorge Jaber sentado no chão no início da ação e as meninas usando o lencinho de proteção contra as toxinas das tintas /Fotos: Daniel Ribeiro

O psicanalista Jorge Jaber, especializado em dependência química em Harvard e, detalhe, fundador da banda carnavalesca “Alegria sem Ressaca”, foi uma alegria para as crianças nesse sábado (09/06), durante a ação comunitária do Gabinete de Intervenção Federal em parceria com os governos estadual e municipal, na Praça Seca, Zona Oeste. Além de serviços, como retirada de documentos, cortes de cabelo, vacinação, recreação, oficinas de grafite, dinâmicas sobre prevenção às drogas etc., Jorge levou 50 voluntários da sua equipe para interagir com centenas de crianças que pintaram telas espalhadas pelo chão. Durante a ação, ele pediu que colocassem um lenço protegendo a boca e o nariz para não entrarem em contado com a substância tóxica – maneira de alertar sobre o perigo das toxinas, assim como o uso de drogas.


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10/06/2018 - 14:00

O “Petit Comité” de André Ramos

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André Ramos já pode comemorar: sua estreia como embaixador da festa “Petit Comité”, dos empresários cariocas e notívagos Leonardo Biagioni e Paulo Mesquita, nesse sábado (09/06), na Casa Vieira Souto, em Ipanema, foi um vaivém animado. DJ Zé Pedro e Marcella Rica tocaram pop, rock, anos 80, e sim, rolou funk, rolou Baby do Brasil (que pouco sai), rolou clima! Em determinado momento, foram distribuídos balões de corações vermelhos com a mensagem: “Amor”. Assim ninguém resiste! Confira as fotos na Galeria.


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10/06/2018 - 13:20

Sete perguntas para Cabbet Araújo (Bunker Festival e a noite carioca)

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Há 14 anos, Cabbet Araújo comanda uma das casas noturnas mais duráveis da cena carioca, a Fosfobox, em Copacabana, além do Ganjah Coffeeshop – segundo ele, “um espaço-conceito que combina elementos do universo da maconha com arte urbana, música, grafites, moda e laricas” -, na Lapa, inaugurado em 2016, onde funcionava o clube La Paz. No entanto, bem antes disso, lá em 1998, Cabbet foi chamado para comandar a Bunker 94 (onde hoje funciona a Le Boy), também em Copa. “Um grupo italiano injetava grana na Bunker na época em que o dólar estava 1 x 1. Consegui trazer os maiores nomes para a boate e virei o ‘cara’ da cena no Rio”, diz ele, que viu potencial para levar o público além da boate e criou a Bunker Rave em 2000, sempre com cinco tendas unindo diferentes estilos musicais em lugares distantes da cidade; durou até 2004.

Pensando nisso, ele vai unir-se a outras festas para fazer o Bunker Festival, dia 25 de agosto, no RioCentro, e comemorar a diversidade – de música, estilos, tribos e ideias – com a Emociona, Euphoria, Fosfobox, Privilège, Rio Me e Revolution Party. Nem dá pra imaginar que esse empresário da noite nasceu na pequena Destêrro do Melo, interior de Minas e trabalhava na lavoura, vindo morar no Rio, aos 18 anos. Essa ligação com a natureza deu a ele pés no chão para manter a sanidade — comprou um grande terreno na região da Costa Verde (RJ) há alguns anos e nomeou o lugar “Sítio Liberdade”, que acaba de ganhar um certificado do IBD (Inspeções e Certificações Agropecuárias e Alimentícias). “Quero fornecer produtos orgânicos para o Rio”, diz ele.

1
Como será o Bunker Festival?  

Vamos manter a originalidade com as cinco tendas, uma para cada festa, com capacidade para 2.500 pessoas. Teria que ser num lugar grande, por causa dos órfãos da Bunker, que são muitos. Quero trazer DJs famosos, os gringos que arrastam multidões.

2
Como vê a evolução da noite carioca?  

Sou a bicha mais velha desta cidade (ele tem 44 anos), mas estou no formol. O Rio deu uma encaretada, obviamente, por questões administrativas. A violência contribuiu muito, os eventos diminuíram e estão mais voltados para os clubes, pela segurança. No Rio, a gente tem que ter resistência. A Fosfobox tem 14 anos e cara de que foi inaugurada ontem, sempre recebendo um público jovem, reinventando o tempo todo.

3
Você teve muito problema com acústica na boate?  

Tive muitos problemas, mas hoje tenho um diálogo muito bom com a Prefeitura. Chega uma hora que você fica numa posição que facilita, sabe onde buscar informações, e as pessoas te respeitam.

4
O público mudou de lá pra cá?  

Acho que o público está mais consciente, a música segmentou e as pessoas sabem o que querem ouvir. Além de se cuidaram mais com as drogas, embora tenham muitos que usam, as pessoas estão bebendo menos, fumando menos, se drogando menos. Agora, para irem a festivais, os grupos fretam ônibus ou vans para poder beber. E os eventos também se tornaram mais profissionais. Hoje não posso fazer uma rave num terreno em Vargem Grande sem estrutura – não posso deixar o público à mercê da rua.

5
E a proposta do Ganjah?  

É uma rede de tabacarias que combina arte urbana, música, moda e gastronomia, frequentado por uma galera descolada. Desde a inauguração, já passaram por lá mais de 300 artistas independentes. Mas vale lembrar que o Ganjah não incentiva o uso de maconha no espaço.

6
Como você recarrega suas energias?  

Sempre que visito Destêrro do Melo e quando vou ao meu sítio. Tenho quatro nascentes lá e acabei de ganhar o certificado para comercializar meus orgânicos. Passei quatro anos subindo serra acima, a pé; tudo no lombo de um burro ou numa moto velha que eu comprei. Mas agora já mandei abrir uma estrada, e o carro chega na porta. Vou fazer uma casa maneira, pensando numa sociedade alternativa no futuro. Achei que, nesta idade, eu já estaria morando na roça, mas estou na prorrogação

7
Que produtos vc já tem por lá? 

Tenho plantação de 40 mil pés de bananeira, 2 mil de aipim, 200 de coco, pupunha, açaí, tudo orgânico, nenhum agrotóxico. Quero vender em alguns lugares do Rio, em esquema de entrega de cestas quinzenais.


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10/06/2018 - 12:30

Moreno Veloso: show duplo no João do Rock

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“João do Rock”: na primeira foto, Moreno Veloso entre Gilberto Gil e Caetano Veloso; na segunda, a apresentação do show Ofertório, com os Veloso – Tom, Moreno, Caetano e Zeca -; na terceira o encontro de Gil e Moreno no show Refavela, com Bem Gil ao fundo; na quarta, a fã leva uma caricatura de Gil /Fotos: Reprodução Instagram e AG.News

Pode-se dizer que Moreno Veloso foi quem mais “trabalhou” durante a 17ª edição do João do Rock, nesse sábado (09/06), em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. O filho de Caetano participou de dois shows: Ofertório, ao lado do pai e dos irmãos (Zeca e Tom), e Refavela 40, com Gilberto Gil, Anelis Assumpção, Chiara Civello, Mestrinho e Bem Gil. Nota-se que a empatia e a estética visual da família Veloso são um forte traço genético – Moreno trocou de figurino entre as apresentações, chamando atenção para os trajes étnicos. No show de Refavela, uma fã chegou bem cedo para garantir seu lugar no gargarejo, colada à grade frente ao palco, e acenava freneticamente para Gil com uma caricatura do artista. A moça conseguiu entregar o presente ao compositor. A partir do dia 25 de junho, a turma de Refavela entra em turnê europeia, assim como Ofertório, que, antes dos shows internacionais, passa pelo Vivo Rio nos dias 15 e 16 de junho.


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