12/05/2018 - 15:51

Festa do Roque Ciavatta: “Viva – A Vida é uma festa”

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Na primeira foto, Titi e Roque; na segunda, Regina Casé entre a filha Benedita, o neto Brás e o marido, Estevão Ciavatta; na terceira, Angélica com a filha Eva; na quarta, Vik Muniz com a filha Dora; na quinta, detalhe da decoração mexicana / Fotos: Felipe Panfili

Festa de criança é tudo igual? Não, a do Roque, filho de Regina Casé e Estevão Ciavatta, que comemorou 5 anos nessa sexta-feira (11/05), no Centro Cultural Goiabeira, parece ainda mais alegre, começando pelo aniversariante: o garoto é pilhado. Sob o tema inspirado no filme a “Viva – A Vida é uma festa”, que venceu o Oscar este ano, a criançada foi à loucura. Dentre os convidados, Titi (filha do casal Bruno Gagliasso e Giovana Ewbank), Eva (filha de Angélica e Luciano Huck) e Dora, filha de Malu Barreto e Vik Muniz.


Enviado por: Redação
12/05/2018 - 13:00

Allex Colontonio e André Rodrigues: palestra no Rio

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Os jornalistas paulistas André Rodrigues e Allex Colontonio fazem, nesta terça-feira (15/05), a palestra “5×5 Tendências”, no CasaShopping, na Barra / Foto: Divulgação

Os jornalistas Allex Colontonio e André Rodrigues, paulistas, mas que sabem tudo de casa e das regras do bem viver, digamos assim, de qualquer lugar do mundo, fazem a palestra “5×5 Tendências” no CasaShopping, nesta terça-feira (15/05). A entrada é livre, mas é preciso inscrever-se, com antecedência, pelo e-mail (mktcs@casashopping.com). Perguntado como é a casa brasileira hoje, Allex responde: “Está cada vez mais aberta, menos compartimentada, mais usual; as pessoas estão vivendo mais a casa”, diz. Segundo ele, o resultado da violência urbana e a gourmetização fazem com que se saia cada vez menos. Os cariocas, praticamente casados com Fobus (o deus do medo), sabem bem o que é isso, por razões óbvias. É ou não é? Allex chama atenção também para a valorização do artesanato: “Antes visto como algo de segunda linha, agora finalmente está sendo tratado como uma coisa mais artística e ganhando seu devido valor”.


Enviado por: Lu Lacerda
12/05/2018 - 12:59

“A vida da próxima geração pode ser melhor; até lá, seguimos na chibata”

 

Do artista plástico Cosme Martins, sobre a esperança do racismo chegar ao fim.


Enviado por: Redação
12/05/2018 - 12:00

“De Próprio Punho”, por Cosme Martins: “Seguimos na chibata”

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“O documento assinado pela Princesa Isabel em 13 de maio de 1888, chamado de Lei Áurea, que pôs fim a séculos de escravidão no Brasil, na minha opinião, é quase uma ficção. A escravidão é praticamente a mesma. A diferença é que as correntes eram visíveis, depois passaram a ser invisíveis, mas estão aí mais firmes do que tudo – percebidas por qualquer negro.

O brasileiro tem preconceito e diz que não tem, preferia que fosse autêntico em vez de velado. Em várias situações, penso em processar certas pessoas, mas alguns não entenderiam nem por que estariam sendo processados. Até hoje, muitas vezes, quando vou à casa de alguns amigos, os porteiros sugerem que eu pegue outro elevador – o de serviço. E digo apenas: ‘Não trabalho aqui’. Se chamam meu filho de macaquinho, deixo passar. É tanta injúria, tanta dor, tanta impotência que desisti de brigar – só vejo manifestações nas datas comemorativas, e, assim, continuamos pisoteados. A cota racial está aí pra provar isso. É como estabelecer que o negro não tem inteligência.

Vou vivendo com esse peso nas costas. Muitas vezes penso que, investindo e melhorando a educação, aliviaria o racismo na mesma proporção. Sou muito esperançoso em tudo, inclusive no futuro da juventude. A vida da próxima geração pode ser melhor; até lá, seguimos na chibata.”

Cosme Martins é artista plástico.


Enviado por: Redação